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ASPARTAME: Derrubando o Dogma

Postado por Inicio do Fim sábado, 10 de setembro de 2011 0 comentários








Texto de Mark Gold (mgold@tiac.net) (pesquisador americano que há 20 anos estuda o assunto), redigido em 1992. Tradução de Beatriz Medina, fevereiro de 1999.

De que é feito o aspartame?

Dogma Oficial: O aspartame é feito da união de dois componentes das proteínas, o ácido aspártico e a fenilalanina, unidos com pequena quantidade de metanol. O ácido aspártico e a fenilalanina são aminoácidos que compõem as proteínas e encontram-se na natureza em todos os alimentos proteicos, como carne, feijões e laticínios. O metanol é encontrado naturalmente no corpo e em muitos alimentos como sucos de frutas e vegetais.
Refutação: Informação incompleta e incorreta. O aspartame do mundo real contém mais do que apenas metanol, ácido aspártico e fenilalanina. Estes produtos também contém subprodutos do aspartame como o beta-aspartame e a dicetopiperazina da aspartilfenilalanina (DKP) (Tsasng 1985).
Como os aminoácidos do aspartame não estão contidos em proteínas, são absorvidos rapidamente e elevam a níveis muito altos a quantidade de ácido aspártico e fenilalanina presente no plasma sanguíneo. Até os pesquisadores da própria indústria admitem que estes aminoácidos são metabolizados de forma diferente dos encontrados nos alimentos (Stegink 1987a, Stegink 1987b). O metanol é encontrado em "forma livre" em quantidade muito maior no aspartame do que em alimentos verdadeiros (Monte 1984). O metanol ingerido por via oral é extremamente tóxico para seres humanos. É verdade que pequena quantidade de metanol é encontrada no organismo, mas basta uma lata de refrigerante diet para elevar de forma significativa o níveis de metanol no plasma (Davoli 1986).
Este é o início da informação enganosa da IFIC sobre o aspartame. É preciso saber que a IFIC é a organização de relações públicas da Monsanto/NutraSweet e de muitas outras companhias de alimentos industrializados. Suponho ser apropriado para eles usarem "ciência pré-fabricada" para defender certos alimentos "pré-fabricados" e perigosos.
Bibliografia:
Davoli, E., et al., 1986. "Serum Methanol Concentrations in Rats and in Men After a Single Dose of Aspartame," Food and Chemical Toxicology, Volume 24, No. 3, página 187-189.
Lawrence, J.F., J.R. Iyengar, 1987. "Liquid Chromatographic Determination of Beta-Aspartame in Diet Soft Drinks, Beverage Powders and Pudding Mixes", Journal of Chromatography, Volume 404, página 261-266.
Monte, Woodrow C., 1984. "Aspartame: Methanol and the Public Health", Journal of Applied Nutrition, Volume 36, No. 1, página 42-54.
Stamp, Jeffrey A., Theodore P. Labuza, 1989a. "An Ion-Pair High Performance Liquid Chromatographic Method for the Determination of Aspartame and its Decomposition Products", Journal of Food Science, Volume 54, No. 4, pg. 1043-1046.
Stegink, Lewis D., et al. 1987a. "Plasma Amino Acid Concentrations in Normal Adults Administered Aspartame in Capsules or Solution: Lack of Bio equivalence", Metabolism, Volume 36, No. 5, page 507-512.
Stegink, Lewis D., et al., 1987b. "Plasma Amino Acid Concentrations in Normal Adults Ingesting Aspartame and Monosodium L-Glutamate as Part of a Soup/Beverage Meal," Metabolism, Volume 36, No. 11, página 1073-1079.
Tsang, Wing-Sum, et al., 1985. "Determination of Aspartame and Its Breakdown Products in Soft Drinks by Reverse-Phase Chromatography with UV Detection," Journal Agriculture and Food Chemistry, Vol. 33, No. 4, página 734-738.

Como o corpo lida com o aspartame?

D.O.: O aspartame é digerido como qualquer outra proteína. Na digestão, o aspartame é convertido em seus componentes básicos e absorvido pelo sangue. Nem o aspartame nem seus componentes acumulam-se no corpo com o tempo.
R: Esta é uma mentira deslavada. Até os pesquisadores da indústria admitem que ele não é tratado como uma proteína qualquer. O capítulo dois do livro da própria indústria sobre o aspartame prova que esta "informação" está errada.
No entanto, tenho de admitir que dizer que o aspartame é tratado como qualquer outra proteína é boa técnica de divulgação, embora seja alvo de riso em qualquer revista científica respeitável.
A afirmação de que os componentes do aspartame não se acumulam no corpo baseia-se em testes mal realizados com animais e em muita boa vontade. O ácido fórmico (um metabolito tóxico do metanol) pode acumular-se nos órgãos (Liesivuori 1991). Ninguém sabe se a DKP ou algum metabolito do DKP se acumula no corpo com o tempo. O ácido aspártico pode acumular-se durante um bom espaço de tempo, como outro aminoácido excitotóxico, o ácido glutâmico (Toth 81) (presente no glutamato de sódio). Boa parte dos danos causados pelo ácido aspártico e pelo ácido glutâmico ingeridos oralmente é descrita com clareza pelo dr. Russell Blaylock, professor de neurocirurgia, em seu livro "Excitotoxins: The Taste That Kills" ("Excitotoxinas: o sabor que mata"). De qualquer forma, os subprodutos do aspartame podem causar danos graduais mesmo que não se acumulem no corpo. Um produto químico não precisa acumular-se para causar danos.
Bibliografia:
Liesivuori, Jyrki, Heikki Savolainen, 1991. "Methanol and Formic Acid Toxicity: Biochemical Mechanisms," Pharmacology & Toxicology, Volume 69, página 157-163.
Toth, E., Abel Lajtha, 1981. "Elevation of Cerebral Levels on essential Amino Acids In Vivo by Administration of Large Doses," Neurochemistry Research, Volume 6, página 1309-1317.

Pode-se usar aspartame em pratos cozidos ou assados?

D.O.: Os componentes do aspartame separam-se quando aquecidos por algum tempo, resultando na perda do sabor doce. Assim, não se recomenda o uso de aspartame em receitas que exijam forno ou aquecimento demorado. Mas o produto pode ser adicionado ao final do cozimento em algumas receitas. Se um alimento contendo aspartame for aquecido inadvertidamente, continuará sendo saudável, mas não será mais tão doce.
R: Qualquer aquecimento, mesmo no final do cozimento, causará rapidamente a formação de DKP e fenilalanina livre. Formam-se quantidades significativas de DKP quando o aspartame é armazenado em solução à temperatura ambiente. O aquecimento apressa consideravelmente este processo. Ver o artigo de Tsang (1985) citado acima.

O aspartame é seguro para a saúde?

D.O.: A FDA (Administração de Alimentos e Remédios) é uma agência governamental norte-americana encarregada de supervisionar a indústria alimentícia do país. A entidade concluiu que o aspartame é seguro para a saúde do público em geral, inclusive diabéticos, mulheres grávidas e em aleitamento e crianças. Pessoas com uma rara doença hereditária chamada fenilcetonúria (PKU) precisam controlar sua ingestão de qualquer forma de fenilalanina, inclusive do aspartame. Estas pessoas são diagnosticadas ao nascerem por um exame de sangue conhecido como "teste do pezinho", realizado nos bebês. Produtos adoçados com aspartame devem apresentar um aviso no rótulo de que contêm fenilalanina.
R: O Comissário da FDA na época tomou a decisão de aprovar o aspartame mesmo depois que os pesquisadores e toxicologistas da entidade o avisaram a respeito do perigo do aspartame. A Comissão Pública de Inquérito formada por cientistas, inclusive o presidente da Associação Americana de Neuropatologistas, votou unanimemente contra a aprovação do aspartame. A equipe original de especialistas científicos subordinada ao Comissário da FDA fora contrária à aprovação do aspartame porque os dados relativos a tumores cerebrais eram "preocupantes".
Naturalmente, pouco depois do Comissário da FDA aprovar o aspartame em bebidas carbonatadas ele foi convidado a assumir um cargo de consultor na empresa de relações públicas da G.D. Searle (indústria química que na época fabricava o aspartame) com um salário de US$ 1.000 por dia.

Quanto aspartame as pessoas podem consumir?

D.O.: A FDA usa o conceito de "Ingestão Diária Aceitável"(ADI, em inglês) para vários aditivos alimentícios, como o aspartame. A ADI representa um nível de ingestão que, se mantido diariamente durante toda a vida da pessoa, será considerado seguro para a saúde por uma boa margem. A ADI para o aspartame foi fixada em 50mg por quilo de peso corporal.
R: O problema é que todas as experiências *independentes*, usando quantidades muito menores que a ADI da FDA, mostram que o aspartame causa problemas em seres humanos. É triste que a FDA só considere as experiências feitas pela própria indústria e ignore as experiências independentes.

Quanto aspartame as pessoas estão realmente consumindo hoje em dia?

D.O.: A FDA monitora a quantidade de aspartame consumida pelos americanos através de pesquisas dietéticas contínuas. A ingestão diária média dos americanos que consomem aspartame tem se mostrado constante desde julho de 1984 e representa menos de 2% do nível consideraco aceitável pela FDA. Os consumidores mais freqüentes de aspartame estão usando apenas 4% a 7% da ADI.
R: Já demonstrei que estes números são uma impossibilidade matemática. Se alguém quiser acreditar nas inverdades do IFIC, basta tirar alguns números do bolso do colete e imprimi-los. Os próprios estudos da indústria mostraram que as crianças podem consumir diariamente muito mais do que a ADI da FDA e até adultos gordos podem consumir mais da metade da ADI da FDA por dia (Frey 1976, Porikos 1984). Algumas das pesquisas da indústria garantem demonstrar que o uso do aspartame caiu em certas faixas etárias e permanece estável em outras, embora as vendas e o consumo de aspartame tenham crescido enormemente de 1985 a 1996. Os números da USDA sobre o imenso crescimento do consumo do aspartame demonstra facilmente que os números da IFIC não fazem sentido nenhum.
Bibliografia:
Frey, Gunther H., 1976. "Use of Aspartame By Apparently Healthy Children and Adolescents," Journal of Toxicology and Environmental Health, Volume 2, página 401-415.
Porikos, Katherine P., Theodore B. Van Italie, 1984. "Efficacy of Low-Calorie Sweeteners in Reducing Food Intake: Studies with Aspartame" IN Stegink, L., Filer L., 1984. "Aspartame: Physiology and Biochemistry," Marcel Dekker, Inc., N.Y., página 273-286.
USDA 1988. "1988 United States Department of Agriculture Situation and Outlook Report; Sugar and Sweeteners." Washington, DC: U.S. Government Printing Office, p. 51.

Como o aspartame foi testado antes de ser aprovado para uso em alimentos?

D.O.: O aspartame é um dos ingredientes mais estudados da indústria alimentícia. Foi testado em mais de 100 estudos científicos antes de ser aprovado pela FDA em 1981. Estes testes foram realizados em animais e seres humanos, inclusive em adultos e crianças normais, mulheres lactantes e pessoas com diabetes, obesidade e condições genéticas especiais. O aspartame foi testado em quantidades muito maiores do que um indivíduo poderia consumir na dieta normal. Hoje em dia vários cientistas continuam realizando novos estudos com este adoçante, assim como com muitos outros ingredientes utilizados na indústria alimentícia. A FDA também acompanha e avalia todas as pesquisas com este e outros aditivos alimentares.
R: Esta é mais uma insensatez de release para a imprensa. Ver em outros textos deste site a verdadeira história do aspartame.

Outros órgãos regulamentadores estudaram a segurança do aspartame para a saúde?

D.O.: Sim. O aspartame foi aprovado para uso em mais de 90 países em todo o mundo. É amplamente utilizado em grandes países industrializados como Inglaterra, Alemanha e Japão. O aspartame foi estudado e considerado seguro pelo Comitê Conjunto de Especialistas em Aditivos Alimentares (JECFA) da FAO (Organização para a Agricultura e a Alimentação) e da OMS (Organização Mundial da Saúde), da ONU. Também foi estudado e aprovado para uso pelo Comitê Científico Alimentar da Comunidade Européia.
R: Nenhum desses órgãos "regulamentadores" pesquisou o aspartame. Simplesmente receberam um monte de testes e textos de divulgação elaborados pela indústria, e supuseram que seria seguro. Além disso, não é amplamente usado no Japão. O Japão prefere a stevia e outros adoçantes mais seguros.

Médicos e nutricionistas independentes estudaram a segurança do aspartame para a saúde?

D.O.: Sim. O Conselho de Assuntos Científicos da Associação Médica Americana pesquisou o aspartame e considerou-o seguro. A Associação Dietética Americana também concluiu que o uso moderado do aspartame é aceitável como parte de uma dieta saudável.
R: O Conselho de Assuntos "Científicos" da Associação Médica Americana estudou o aspartame há muitos anos (AMA 1985). Na verdade, a entidade não realizou uma pesquisa cuidadosa, apenas recombinou afirmações feitas pelo Comissário da FDA quando ignorou a recomendação da Comissão Pública de Inquérito e sua própria equipe de especialistas.
A Associação Dietética Americana recebe toneladas de dinheiro da Monsanto e admitiu que a NutraSweet ajudou a escrever seus folhetos "informativos" (ADA 1993).
Bibliografia:
ADA 1993. "ADAF Receives Grant to Support NCND," ADA Courier, Volume 32, janeiro de 1993.
AMA 1985. "Aspartame: Review of Safety Issues," Journal of the American Medical Association, Volume 254, No. 3, página 400-402.

Pessoas com diabetes podem consumir aspartame?

D.O.: Sim. A Associação Americana de Diabetes afirmou que o aspartame é aceitável como substituto do açúcar e pode ser incluído na dieta cotidiana de um diabético.
R: Não há nenhuma pesquisa conduzida que prove de forma apropriada que a administração a médio ou longo prazo seja segura para a saúde dos diabéticos. Há alguns estudos mal-feitos pela indústria que são relativamente de curto prazo. Considerando o fato de que um número significativo de diabéticos queixou-se de problemas graves de saúde depois do consumo de aspartame durante o tempo relativamente curto do produto no mercado, e considerando o fato de que não se realizaram testes apropriados, e considerando ainda mais que a Associação Americana de Diabetes recebe uma quantia significativa da Monsanto, não se deve levar muito a sério o seu otimismo.

O aspartame é seguro para a saúde de epiléticos?

D.O.: Sim. O Instituto de Epilepsia, organização dedicada às pessoas que sofrem de problemas de ataques convulsivos, concluiu que o aspartame não tem relação com as convulsões de pacientes epiléticos.
R: O Instituto de Epilepsia não é uma fundação para estudos da epilepsia, e sim uma associação de epiléticos financiado pela Monsanto e sediada em Nova York. Não houve testes realizados de forma apropriada sobre a relação entre aspartame e convulsões. Todas as pesquisas independentes demonstraram problemas com aspartame (Camfield 1992, Elsas 1988, Walton 1986, Walton 1988). As convulsões são as reações adversas mais comuns ligadas ao uso de aspartame.
Bibliografia: Camfield, PR, et al., 1992. "Aspartame exacerbates EEG spike-wave discharge in children with generalized absence epilepsy: a double-blind controlled study." Neurology, Volume 42, páginas 1000-1003.
Elsas, Louis J., James F. Trotter, 1988. "Changes in Physiological Concentrations of Blood Phenylalanine Produces Changes in Sensitive Parameters of Human Brain Function", apresentado em "Dietary Phenylalanine and Brain Function". Proceedings of the First International Meeting on Dietary Phenylalanine and Brain Function, Washington, D.C., 8 a 10 de maio de 1987. Center for Brain Sciences and Metabolism Charitable Trust, P.O. Box 64, Kendall Square, Cambridge, MA 02142. Republicado em "Dietary Phenylalanine and Brain Function", 1988, Birkhauser, Boston, MA USA, páginas 187-195.
Walton, Ralph G., 1986. "Seizure and Mania After High Intake of Aspartame", Psychosomatic, Volume 27, páginas 218-220.
Walton, Ralph G., 1988. "The Possible Role of Aspartame in Seizure Induction," Apresentado em "Dietary Phenylalanine and Brain Function." Proceedings of the First International Meeting on Dietary Phenylalanine and Brain Function, Washington, D.C., 8 a 10 de maio de 1987. Center for Brain Sciences and Metabolism Charitable Trust, P.O. Box 64, Kendall Square, Cambridge, MA 02142. Republicado em "Dietary Phenylalanine and Brain Function," c1988, Birkhauser, Boston, MA USA, páginas 159-162.

O aspartame altera o comportamento das crianças?

D.O.: Não. Estudos mostraram que o consumo de aspartame não afeta o comportamento das crianças, inclusive daquelas diagnosticadas com transtornos hiperativos ou déficit de atenção.
R: Os cientistas que acreditam que o comportamento das crianças pode ser afetado pelo aspartame e que viram casos de comportamento errático de crianças que usavam aspartame acreditam que foi o uso em médio ou longo prazo que levou a estas mudanças. Alguns cientistas acreditam que os picos constantes dos níveis de fenilalanina no plasma sangüíneo levam a mudanças químicas do cérebro.
"Pesquisadores" da indústria realizaram numerosas experiências de prazo muito curto, usando freqüentemente aspartame em cápsulas (o que reduz o pico de fenilalanina no plasma) e depois declararam que não havia efeitos em crianças. Também tiraram a média dos resultados de todas as crianças em cada grupo, de forma que, caso algumas poucas crianças fossem mais sensíveis, o resultado desaparecesse na média. Estudos cegos *independentes* de crianças com problemas comportamentais ainda não foram realizados. No entanto, quando pesquisadores independentes realizaram estudos cegos do aspartame, sempre encontraram problemas.

O aspartame pode causar danos à visão?

D.O.: Não. Os cientistas sabem que só quantidades muito grandes de metanol podem afetar a visão. Na digestão do aspartame, ou quando seus componentes se separam, forma-se pequena quantidade de metanol. No entanto, o total de metanol que uma pessoa pode ingerir através do aspartame está completamente dentro de limites seguros, e é na verdade menor do que a quantidade encontrada em muitos sucos de frutas e vegetais.
R: Mais desinformação da IFIC. Estes "cientistas" são funcionários da indústria que estão falando sobre envenenamento agudo por metanol e não envenenamento crônico. A EPA admite que os efeitos da administração crônica de pequena quantidade de metanol nunca foram testados em experiências de longo prazo (EPA 1994). Uma experiência duplo-cego feita recentemente sobre a exposição ao metanol a curto prazo mostrou mudanças pequenas mas importantes na resposta cerebral e no nível de energia depois da exposição ao metanol equivalente ao aspartame de dois litros de refrigerante dietético para um adulto ou um litro para uma criança (Cook 1991). Seria desejável que tivessem sido feitos estudos independentes de longo prazo sobre isso antes da aprovação do aspartame. O dr. Morgan B. Raiford, oftalmologista e especialista em metanol, declarou perante o Congresso Americano, a respeito de uma das muitas pessoas que examinara com danos oculares causados pelo aspartame (Raiford 1987):
"Tive oportunidade, em Atlanta, estado da Geórgia, de verificar em 1952-1953 os efeitos da intoxicação por álcool metílico, que causou dano visual ao nervo óptico e à retina em mais de 300 casos e a morte de mais de 30 pessoas. Examinei Shannon Roth em 7 de julho de 1986, além de vários outros pacientes [65 casos até 10 de junho de 1986 (Roberts 1990a, página 36)]. Observei indícios de efeitos em seu olho e nos olhos de outros pacientes comparáveis aos efeitos observados nos pacientes que sofreram intoxicação por álcool metílico em 1952-1953. Houve no caso da paciente citada danos às fibras centrais, 225.000 do total de 137.000.000 das fibras do nervo óptico (resultando na atrofia do nervo óptico), comparáveis aos danos observados em pacientes vítimas de intoxicação por álcool metílico. A extensão do dano causado a estas fibras explicaria a cegueira parcial e total.
(...)
"Mas no tipo de exposição crônica a pequenas doses de álcool metílico à qual estão sujeitos Shannon Roth e outros usuários de NutraSweet, parece que sofreriam o impacto no nervo óptico de forma diferente em cada olho. O ponto importante é que o dano observado no olho de Shannon Roth era idêntico ao dano que observei repetidas vezes nos olhos de indivíduos cujos olhos foram danificados pela intoxicação por álcool metílico."
Bibliografia: Cook, M.R., F.J. Bergman, et al., 1991. "Effects of Metol Vapor on Human Neurobehavioral Measures," Research Report No. 42, Health Effects Institute, 141 Portland Street, Suite 7300, Cambridge, MA 02139, (617) 621-0266, agosto de 1991.
EPA 1994. "Methanol Basics," Fact Sheet OMS-7. EPA 400-F-92-009.
Raiford, Morgan B., 1987. Carta do dr. Morgan B. Raiford ao gabinete do senador Howard Metzenbaum. A declaração foi registrada pelo Comitê para o Trabalho e os Recursos Humanos do Senado norte-americano em 3 de novembro de 1987 como "NutraSweet Health and Safety Concerns." Documento número Y 4.L 11/4:S.HR6.100, páginas 517-518.
Roberts, H.J., 1990a. "Aspartame (NutraSweet¨):Is It Safe?" de H.J. Roberts, M.D. The Charles Press Publishers, Philadelphia, PA, c1990. Trecho da página 91.

Algumas pessoas têm reações adversas ao aspartame?

D.O.: Não há provas científicas de que o aspartame esteja ligado a reações adversas em pessoas. Os Centros Norte-Americanos de Controle de Doenças (CDC) examinaram em 1984 cerca de 500 queixas de consumidores relacionadas ao aspartame. O CDC concluiu que não havia um grupo específico de sintomas relacionados ao consumo do aspartame. A FDA investigou todas as queixas desde 1984, e afirmou que "não há um padrão coerente ou único de sintomas relatados com respeito ao aspartame que possam ser conectados de forma causal ao seu uso". Indivíduos preocupados com possíveis reações adversas ao aspartame devem consultar seu médico.
R: Já tratei das afirmativas incorretas sobre o estudo da CDC. Se alguém quiser um dado que qualifique a "honestidade" da IFIC, por favor, veja isso. Eles afirmam claramente: "Não há provas científicas de que o aspartame esteja ligado a reações adversas em pessoas."
Esta afirmativa está completamente errada! Eis aqui alguns estudos duplo-cego que demonstram reações humanas adversas ao aspartame:
Camfield, PR, et al., 1992. "Aspartame exacerbates EEG spike- wave discharge in children with generalized absence epilepsy: a double-blind controlled study." Neurology, Volume 42, páginas 1000-1003.
Elsas, Louis J., James F. Trotter, 1988. "Changes in Physiological Concentrations of Blood Phenylalanine Produces Changes in Sensitive Parameters of Human Brain Function", apresentado em "Dietary Phenylalanine and Brain Function". Proceedings of the First International Meeting on Dietary Phenylalanine and Brain Function, Washington, D.C., 8 a 10 de maio de 1987. Center for Brain Sciences and Metabolism Charitable Trust, P.O. Box 64, Kendall Square, Cambridge, MA 02142. Republicado em "Dietary Phenylalanine and Brain Function", c1988, Birkhauser, Boston, MA USA, páginas 187-195.
Koehler, SM, A. Glaros, 1988. "The Effect of Aspartame on Migraine Headache," Headache, Volume 28, páginas 10-14.
Kulczycki Jr., Anthony, 1995, "Aspartame-induced hives", Journal of Allergy & Clinical Immunology, fevereiro de 1995, páginas 639-640.
Spiers, P.A., Donald Schomer, LuAnn Sabounjian, Harris Lieberman, Richard Wurtman, John Duguid, Riley McCarten, Michele Lyden, 1988. "Aspartame and Human Behavior: Cognitive and Behavioral Observations", apresentado em "Dietary Phenylalanine and Brain Function." Proceedings of the First International Meeting on Dietary Phenylalanine and Brain Function, Washington, D.C., 8 a 10 de maio de 1987. Center for Brain Sciences and Metabolism Charitable Trust, P.O. Box 64, Kendall Square, Cambridge, MA 02142. Republicado em "Dietary Phenylalanine and Brain Function", c1988, Birkhauser, Boston, MA USA, páginas 169-178.
Van Den Eeden, SK, et al., 1994. "Aspartame Ingestion and Headaches", Neurology, Volume 44, páginas 1787-1793.
Walton, Ralph G., et al., 1993. "Adverse Reactions to Aspartame: Double-Blind Challenge in Patients From a Vulnerable Population", Biological Psychiatry, Volume 34, páginas 13-17.
Há outros estudos que mostram reações adversas ao aspartame. Enquanto estudos independentes mostram reações adversas ao aspartame, estudos feitos pela indústria nunca encontram essas reações por causa de falhas graves de metodologia. Seja o que for que se pense da qualidade dos estudos, a IFIC está agindo de forma enganosa quando afirma que não há indícios científicos de que o aspartame está relacionado a reações adversas em pessoas.

O aspartame causa reações alérgicas?

D.O.: Estudos que investigaram o aspartame como alérgeno em potencial não encontraram nenhuma associação entre o aspartame e reações alérgicas. Em estudos duplo-cego com o uso controlado de placebo com pessoas que acreditavam ter desenvolvido reações alérgicas depois de consumir aspartame, os pesquisadores descobriram que o aspartame tinha tanta probabilidade quanto o placebo de ter causado as reações alérgicas.
R: O estudo de Kulczycki mostrou reações aparentemente alérgicas. Kulczycki afastou-se de um estudo financiado pela indústria porque os pesquisadores claramente não estavam interessados em conduzir o trabalho de forma apropriada.
No entanto, é importante observar que as reações ao aspartame provavelmente não são reações "alérgicas", e sim intolerância ou reações de intoxicação.
Observação: Para os que desejarem ver o artigo original, ele pode ser encontrado em :
http://www.holisticmed.com/aspartame/

Em geral são necessários sessenta dias, pelo menos, de abstinência do aspartame para que sejam visíveis melhoras significativas. Verifique cuidadosamente todos os rótulos (inclusive os de vitaminas e medicamentos). Procure a palavra "aspartame" no rótulo, e evite-o. É também boa idéia evitar "acesulfame-k", "neotame" e "sunette" (produtos semelhantes ou sucedâneos do aspartame, compostos basicamente das mesmas substâncias). Finalmente, evite procurar informações nutricionais junto à indústria alimentícia ou empresas de divulgação que recebem grandes somas de dinheiro da indústria alimentícia ou química, como a Associação Dietética Americana.
Se você usa qualquer produto com aspartame e tem problemas físicos, visuais ou mentais, experimente passar 60 dias sem aspartame. Se depois de dois meses sem ingerir nenhum aspartame seus sintomas se reduzirem aliviados ou desaparecerem, por favor, ajude a tirar esta neurotoxina do mercado. Escreva cartas aos jornais, às Secretarias e ao Ministério da Saúde, conte a sua história. . Escreva aos vereadores e deputados que você ajudou a eleger. Envie sua história para o representante da Mission Possible no Brasil (Beatriz Medina, diagrama@hotmail.com, que divulgará seu caso para a FDA e a sede da Mission PossibleDevolva os produtos com aspartame à loja que os vendeu... e exija seu dinheiro de volta. Faça uma cena se NÃO o reembolsarem! Conte a todos os seus amigos e à sua família... e se eles pararem de tomar aspartame e também melhorarem... traga-os para a briga!
O aspartame é um "adoçante aprovado" por causa de gente gananciosa e desonesta que coloca o lucro acima da vida e do bem-estar dos outros. Como a FDA e o Congresso americano também são culpados, só o público BEM-INFORMADO e ATIVO poderá afetar sua reclassificação de "aditivo alimentar" para "DROGA TÓXICA", a ser removida da cadeia alimentar humana.
Links para mais informações (em inglês):
http://www.dorway.com: Este site concentra a maior quantidade de informações sobre aspartame disponível na Internet!

Retirado do site de Beatriz Medina

Aspartame: as MÁS notícias!

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Cortesia de Mark Gold (mgold@tiac.net) (pesquisador americano que há 20 anos estuda o assunto). Tradução de Beatriz Medina, janeiro de 1999.

O aspartame foi aprovado em 1981 apenas para uso em alimentos secos. Por mais de oito anos a FDA - Food and Drug Administration, órgão do governo norte-americano que regulamenta e aprova o uso e a comercialização de alimentos e medicamentos - recusou-se a aprová-lo por causa das convulsões e tumores cerebrais que esta droga provocou em animais de laboratório. A FDA continuou a recusar a aprovação até que o presidente Reagan (um amigo da Searle, empresa que criou o aspartame) assumiu o governo e demitiu o Comissário da FDA que não queria aprovar o produto. O dr. Arthur Hull Hayes foi nomeado comissário. Mesmo então a aprovação foi alvo de tanta oposição que se criou uma Comissão de Inquérito. A Comissão concluiu: "Não aprovem o aspartame". O dr. Hayes PASSOU POR CIMA de sua própria Comissão de Inquérito.
Pouco depois de o Comissário Arthur Hull Hayes Jr. aprovar o uso de aspartame em bebidas carbonatadas, largou o cargo em troca de um excelente emprego na empresa de relações públicas da G.D. Searle.

Danos a Longo Prazo

O aspartame pode causar danos de forma lenta e silenciosa nos pobres coitados que não apresentam reações imediatas que os impeçam de usá-lo. Pode levar um ano, cinco anos, 10 ou 40 anos, mas a substância provoca, a longo prazo, mudanças da saúde - geralmente reversíveis, mas às vezes não.
METANOL (também conhecido como álcool de madeira e veneno) - representa 10% do aspartame. O metanol é um veneno mortal. Já causou a morte e a cegueira de muita gente. O metanol é liberado aos poucos no intestino delgado quando o grupo metil do aspartame encontra a enzima quimotripsina.
A absorção do metanol pelo corpo é bastante apressada com a ingestão de metanol livre. O aspartame se decompõe em metanol livre quando aquecido acima de 30°C. Isso acontece quando o produto que contém aspartame é armazenado de forma imprópria ou quando é aquecido (por exemplo, quando faz parte de um "alimento" como gelatina diet, ou quando é usado para adoçar o cafezinho).
No corpo, o metanol decompõe-se em ácido fórmico e formaldeído. O formaldeído é uma neurotoxina mortal. Uma avaliação da EPA (Environmental Protection Agency - Agência de Proteção Ambiental norte-americana) sobre o metanol afirma que ele "é considerado um veneno cumulativo dada a baixa taxa de excreção após ser absorvido. No corpo, o metanol é oxidado em formaldeído e ácido fórmico; esses dois metabólitos são tóxicos." O limite recomendado de consumo é de 7,8mg por dia. Um litro de refrigerante adoçado com aspartame contém cerca de 56mg de metanol. Grandes usuários de produtos que contenham aspartame podem consumir até 250mg de metanol por dia, ou seja, 32 vezes o limite máximo da EPA.
Os males mais conhecidos causados pelo envenenamento por metanol são os problemas de visão. O formaldeído é uma substância carcinogênica, causa danos à retina, interfere com a duplicação do DNA e causa defeitos congênitos no feto. Por causa da falta de duas enzimas fundamentais, os seres humanos são muitas vezes mais sensíveis aos efeitos tóxicos do metanol do que os outros animais. Como indica o dr. Woodrow C. Monte, diretor do Laboratório de Ciência Alimentar e Nutrição da Universidade do Estado do Arizona: "Não há estudos em mamíferos ou seres humanos para avaliar os possíveis efeitos mutagênicos, teratogênicos ou carcinogênicos da administração crônica de álcool metílico.
Já se divulgou que sucos de fruta e bebidas alcoólicas contêm pequenas quantidades de metanol. Mas é importante lembrar que o metanol em produtos naturais nunca ocorre isolado. Na natureza, há também a presença de etanol, geralmente em quantidade muito maior. O etanol é um antídoto para a toxidade do metanol em seres humanos. As tropas da Operação Tempestade no Deserto (Guerra do Golfo) foram "presenteadas" com grande quantidade de bebidas adoçadas com aspartame, aquecidas acima de 30°C sob o sol da Arábia Saudita. Muitos soldados voltaram para casa com numerosos problemas de saúde semelhantes aos encontrados em pessoas quimicamente envenenadas com formaldeído. O metanol livre nos refrigerantes pode ter sido um fator importante destas doenças. Outros produtos da decomposição do aspartame, tais como DKP (dicetopiperazina da aspartilfenilalanina), podem ter contribuído também.
Numa resolução de 1993 que só pode ser descrita como irresponsável a FDA aprovou o aspartame como ingrediente de numerosos alimentos que devem ser sempre aquecidos acima de 30°C.
Como se não bastasse, em 27 de junho de 1996, sem nada divulgar, a FDA removeu todas as restrições ao aspartame, permitindo seu uso em tudo, inclusive em produtos quentes e assados.
A verdade sobre a toxidez do aspartame é muito diferente do que a NutraSweet Company quer que os consumidores acreditem. Em fevereiro de 1994, o Departamento de Saúde e Serviço Social dos Estados Unidos emitiu uma lista de reações adversas relatadas à FDA (DHHS 1994). O aspartame respondia por 75% de todas as reações negativas relatadas nesta lista. A própria FDA admitiu que menos de 1% dos consumidores que tiveram problemas com algum produto reclamam com a FDA. Isso faz as quase 10.000 queixas que receberam corresponderem a cerca de um milhão de pessoas. No entanto, a FDA tem um grave problema na manutenção de seus registros (nunca responderam à carta registrada do autor deste texto, Mark Gold, uma das vítimas) e tendem a desencorajar ou até mesmo confundir os queixosos, pelo menos em relação ao aspartame. Mas permanece o fato de que a MAIORIA das vítimas não tem a menor idéia de que o aspartame pode ser a causa de seus muitos problemas! Várias reações ao aspartame são muito graves, como convulsões e morte. Essas reações incluem (em ordem alfabética):
  • Artrite
  • Ardor nos olhos ou na garganta
  • Ardor ao urinar
  • Asma
  • Ataques de ansiedade
  • Ataques de pânico
  • Câncer no cérebro (estudos pré-aprovação em animais)
  • Coceiras
  • Confusão
  • Convulsões
  • Depressão
  • Diarréia
  • Dificuldades para pensar e raciocinar
  • Dificuldades para respirar
  • Dor abdominal
  • Dores nas articulações
  • Dores de cabeça e enxaquecas
  • Dores no peito
  • Dormência ou comichão nas extremidades
  • Enxaquecas ou dores de cabeça muito fortes (provocadas pelo uso crônico)
  • Espasmos musculares
  • Exantema (placas vermelhas pelo corpo)
  • Excesso de fome ou sede
  • Fadiga
  • Fadiga crônica
  • Fala arrastada
  • Fobias
  • Ganho de peso
  • Hipertensão (pressão alta)
  • Impotência e problemas sexuais
  • Incapacidade de concentração
  • Inchaço, edema (retenção de fluidos)
  • Insônia
  • Irritabilidade
  • Laringite
  • Morte
  • Mudanças marcantes de personalidade
  • Náusea e vômitos
  • Palpitações cardíacas
  • Pensamento enevoado
  • Perda de audição
  • Perda (calvície) ou queda de cabelo
  • Perda de memória
  • Perda de visão
  • Problemas ou alterações menstruais
  • Problemas de controle do açúcar no sangue (hipoglicemia ou hiperglicemia)
  • Reações alérgicas
  • Reações asmáticas
  • Rubor da face
  • Sentimento de irrealidade
  • Suscetibilidade a infecções
  • Taquicardia
  • Tinido nos ouvidos
  • Tosse crônica
  • Tontura
  • Tremores
  • Urticária
  • Vertigens
A doença do aspartame apresenta os mesmos sintomas e agrava as seguintes doenças:
  • Fibromialgia
  • Artrite
  • Esclerose múltipla
  • Mal de Parkinson
  • Lupus
  • Sensibilidade Química Múltipla (MCS)
  • Diabete e complicações relativas à diabete
  • Epilepsia
  • Mal de Alzheimer
  • Defeitos congênitos
  • Síndrome da Fadiga Crônica
  • Linfoma
  • Doença de Lyme (doença bacteriana causada pelo micro-organismo Borrelia burgdorferi, depois da picada de um carrapato infectado. Os sintomas incluem exantema (mancha vermelha) grande e circular no local da picada (em 50-60% dos casos), mal-estar, febre, dor de cabeça, dores musculares e inchaço dos nódulos linfáticos. Se não for tratada, pode provocar artrite e comprometer a função cardíaca.)
  • Transtorno do Déficit de Atenção (ADD, hiperatividade)
  • Síndrome do Pânico
  • Depressão e outros problemas psicológicos

Como acontece

O metanol do aspartame é liberado no intestino delgado quando o grupo metil do aspartame encontra a enzima quimotripsina (Stegink 1984, pág. 143). O metanol livre começa a formar-se em produtos líquidos contendo aspartame em temperaturas acima de 30°C - inclusive dentro do organismo humano.
O metanol é então convertido em formaldeído. Este transforma-se em ácido fórmico, que é o veneno da picada das formigas. Usa-se o venenoso ácido fórmico para remover verniz de epóxi e uretano. Imagine o que ele pode fazer nos tecidos de seu corpo!
A fenilalanina e o ácido aspártico, que compõem 90% do aspartame, são aminoácidos normalmente usados na síntese do protoplasma, quando fornecidos pelos alimentos que ingerimos. Mas quando desacompanhados dos outros aminoácidos que usamos (são 20), tornam-se neurotóxicos (nocivos ao sistema nervoso).
É por isso que há um alerta aos fenilcetonúricos nos adoçantes e produtos com aspartame. Os fenilcetonúricos correspondem a 2% da população e apresentam extrema sensibilidade à fenilalanina, exceto aquela ingerida através dos alimentos. Ela também é nociva ao restante da população, causando problemas cerebrais e defeitos em fetos. Além disso, a fenilalanina decompõe-se em DKP, um agente causador de tumores no cérebro.
Em outras palavras: o aspartame transforma-se em subprodutos perigosos para os quais não temos defesas naturais. O estômago vazio de quem faz regime acelera esta transformação e amplifica os danos. Os componentes do aspartame vão direto para o cérebro, causando dores de cabeça, confusão mental, convulsões e equilíbrio deficiente. Ratos de laboratório e outros animais usados nos testes morreram de tumores cerebrais.
Apesar das alegações da Monsanto e seus associados:
  1. O metanol do álcool e dos sucos de frutas não é convertido em formaldeído em quantidade significativa. Há indícios muito fortes que confirmam este fato quanto a bebidas alcoólicas e indícios bastante fortes no caso dos sucos.
  2. O formaldeído obtido do metanol é muito tóxico mesmo em doses *muito pequenas*, como visto em pesquisa recente.
  3. O aspartame causa reações/danos de intoxicação crônica devida ao metanol e ao formaldeído e outros subprodutos, apesar do que afirmam as experiências breves financiadas pela indústria usando uma substância de teste que é quimicamente diferente e absorvida de forma diversa do que a que está à disposição do grande público. "Estanhamente", quase todos os estudos independentes demonstram que o aspartame pode causar problemas de saúde.
  4. Uma alegação comum da Monsanto é que o aspartame é "seguro", mas algumas poucas pessoas podem apresentar reações "alérgicas" a ele. Isto não faz sentido e é típico da empresa. Sua própria pesquisa demonstra que o aspartame não causa reações "alérgicas". É o jeito deles de tentar minimizar e esconder o número imenso de reações toxicológicas e danos sofridos pelas pessoas por causa do uso a longo prazo do aspartame.

Conclusão

Dados os pontos a seguir, é definitivamente prematuro que os pesquisadores desprezem o papel do metanol nos efeitos colaterais do aspartame:
  1. A quantidade de metanol ingerida com o aspartame não tem precedentes na história humana. O metanol proveniente da ingestão de sucos de frutas nem sequer se aproxima da quantidade de metanol ingerida com o aspartame, especialmente em pessoas que tomem de um a três litros (ou mais) de refrigerantes dietéticos por dia. Diferentemente do metanol do aspartame, o metanol presente em produtos naturais ou não é absorvido ou é convertido em seus metabolitos em quantidade insignificante, como já explicamos acima.
  2. A inexistência de mudanças perceptíveis em laboratório do nível de ácido fórmico e formaldeído no plasma sanguíneo não exclui que esses metabolitos tóxicos estejam causando algum dano. Mudanças perceptíveis em laboratório dos níveis de sais do ácido fórmido costumam não acontecer com exposições rápidas ao metanol.
  3. Os produtos que contêm aspartame costumam oferecer poucos ou nenhum nutriente que possa proteger do envenenamento crônico por metanol, e são geralmente consumidos entre as refeições. A maioria das pessoas que ingerem produtos com aspartame estão fazendo dieta e estão mais sujeitas a deficiências nutricionais do que as pessoas que preferem sucos de frutas frescos.
  4. Pessoas com certos problemas de saúde ou que estejam tomando certos remédios podem ser muito mais suscetíveis ao envenenamento crônico por metanol.
  5. As doenças crônicas e os efeitos colaterais de venenos de ação lenta costumam acumular-se em silêncio durante um longo período de tempo. Muitas doenças crônicas que parecem surgir de repente na verdade levaram muito tempo para se desenvolver no corpo.
  6. Um conjunto crescente de pesquisas está demonstrando que muitas pessoas são altamente sensíveis a baixas doses de formaldeído no ambiente. A exposição ambiental ao formaldeído e a ingestão de metanol (que se converte em formaldeído) com o aspartame tem provavelmente um efeito deletério cumulativo.
  7. Já se demonstrou que o ácido fórmico acumula-se aos poucos em várias partes do corpo. Já se demonstrou também que o ácido fórmico inibe o metabolismo do oxigênio.
  8. Há um número grande e crescente de pessoas sofrendo de problemas crônicos de saúde semelhantes aos efeitos colaterais do envenenamento crônico por metanol ao ingerirem produtos com aspartame por um período de tempo significativamente longo. Isso inclui vários tipos de problemas oculares semelhantes ao tipo de dano encontrado nos casos de envenenamento por metanol.

Nota sobre os efeitos da toxidade do uso do aspartame a curto ou longo prazo

Em geral são necessários sessenta dias, pelo menos, de abstinência do aspartame para que sejam visíveis melhoras significativas. Verifique cuidadosamente todos os rótulos (inclusive os de vitaminas e medicamentos). Procure a palavra "aspartame" no rótulo, e evite-o. É também boa idéia evitar "acesulfame-k", "neotame" e "sunette" (produtos semelhantes ou sucedâneos do aspartame, compostos basicamente das mesmas substâncias). Finalmente, evite procurar informações nutricionais junto à indústria alimentícia ou empresas de divulgação que recebem grandes somas de dinheiro da indústria alimentícia ou química, como a Associação Dietética Americana.
Se você usa qualquer produto com aspartame e tem problemas físicos, visuais ou mentais, experimente passar 60 dias sem aspartame. Se depois de dois meses sem ingerir nenhum aspartame seus sintomas se reduzirem aliviados ou desaparecerem, por favor, ajude a tirar esta neurotoxina do mercado. Escreva cartas aos jornais, às Secretarias e ao Ministério da Saúde, conte a sua história. . Escreva aos vereadores e deputados que você ajudou a eleger. Envie sua história para o representante da Mission Possible no Brasil (Beatriz Medina, diagrama@hotmail.com), que divulgará seu caso para a FDA e a sede da Mission Possible. Devolva os produtos com aspartame à loja que os vendeu... e exija seu dinheiro de volta. Faça uma cena se NÃO o reembolsarem! Conte a todos os seus amigos e à sua família... e se eles pararem de tomar aspartame e também melhorarem... traga-os para a briga!
O aspartame é um "adoçante aprovado" por causa de gente gananciosa e desonesta que coloca o lucro acima da vida e do bem-estar dos outros. Como a FDA e o Congresso americano também são culpados, só o público BEM-INFORMADO e ATIVO poderá afetar sua reclassificação de "aditivo alimentar" para "DROGA TÓXICA", a ser removida da cadeia alimentar humana.
Links para mais informações (em inglês):
http://www.dorway.com: Este site concentra a maior quantidade de informações sobre aspartame disponível na Internet!
http://www.dorway.com/possible.html: Arquivos da Mission Possible
http://www.dorway.com/asprlink.html Links para outros sites com informações
http://www.holisticmed.com/aspartame Informações mais aprofundadas
Links para livros (infelizmente ainda não traduzidos):

Retirado do site de Beatriz Medina






A Comissão brasileira de bio-tecnologia (CTNBio) corta etapas do processo de aprovação de transgênicos para rápida aprovação do frank-feijão e utiliza nome indevidamente da Associação Brasileira de Agroecologia. Adivinhem onde o presidente da CTNBio estudou? Rockefeller Foundation!

Na última terça-feira (17) foi realizada em Brasília audiência pública sobre o feijão geneticamente modificado. Desenvolvido pelaEmbrapa para ser resistente ao vírus do mosaico dourado, o produto está na pauta de liberação comercial da CTNBio.

A audiência foi realizada na sede da própria Embrapa, que é a proponente do pedido. O fato inédito suscitou dúvida se a CTNBio passará a adotar o procedimento de “consulta à sociedade” na sede das empresas requerentes, podendo uma próxima ser quem sabe na sede da Monsanto. O presidente daCTNBio Edílson Paiva disse que não haviam encontrado outro auditório disponível em Brasília e daí a escolha.

A representante da Terra de Direitos questionou a extensão do sigilo conferido a diversos trechos do relatório apresentado pela Embrapa.
A CTNBio manteve sob sigilo mais informações do que as 
solicitadas pela empresa, fato que dificulta as ações de monitoramento de impactos pós-comercialização do produto.
Houve um caso em que o acesso à íntegra dos dados foi negado até mesmo a um integrante da Comissão e relator do processo.

Os estudos de campo foram realizados em apenas três localidades e por dois anos, o que de forma generosa poderia significar que os impactos ambientais da tecnologia foram testados em no máximo dois biomas. A lei nacional exige estudos em todos os biomas onde a planta modificada poderá vir a ser cultivada. No caso do feijão transgênico, apesar da inexistência desses dados o pedido é para liberação do cultivo em todo o território sem restrições, como destacou a Terra de Direitos.

O representante do Consea enfatizou que o direito humano à alimentação saudável e adequada será atingido pela agroecologia e não pelo desenvolvimento de sementes geneticamente modificadas. Relatou que experimentos de 8 anos da Embrapa que mostram grande sucesso no controle do mosaico do feijoeiro, sem perda de produtividade, por meio do manejo orgânico.

No relatório apresentado pela Embrapa a Associação Brasileira de Agroecologia - ABA é citada como tendo endossado a tecnologia no contexto de uma oficina para avaliação de uma metodologia sobre análise de risco de transgênicos. O representante da ABA leu na audiência manifestação da entidade denunciando a forma anti-ética como a Associação foi citada, já que esse nunca foi seu posicionamento, como mostram os próprios relatórios da oficina. A ABA pediu retratação por parte da Embrapa pelo fato de seu nome ter sido usado com má-fé.

O representante da AS-PTA questionou a falta de dados sobre os potenciais impactos da modificação genética nas variedades de feijão consumidas no Brasil. Todos os testes foram feitos em um só tipo de feijão e não nos consumidos aqui diariamente. Por outro lado, diversas passagens do próprio texto da Embrapa informam que os resultados obtidos variam conforme o tipo de feijão que recebe a transgenia. Mesmo sem a realização desses testes, o pedido é para liberar o evento transgênico para sua posterior incorporação nos demais feijoeiros.

Mais relevante ainda é saber que foram gerados 22 eventos para resistência ao mosaico, mas que apenas 2 destes funcionaram. O processo informa que não se sabe por que estes geraram os resultados esperados e os demais 20 não. E conclui que mais estudos são necessários para se entender o transgene em questão. Ou seja, na dúvida, libera. Esse descarte do Princípio da Precaução foi ressaltado na audiência pela AS-PTA.

O Princípio da Precaução foi lembrado também pelo Secretário Carlos Nobre, do Ministério de Ciência e Tecnologia, que abriu a plenária da CTNBio no dia seguinte. Nobre destacou a importância do trabalho da Comissão e da avaliação de riscos com base no Princípio da Precaução, para desgosto de muitos que o ouviam.

Regimento interno

Assim que o Secretário deixou a plenária, o presidente da CTNBio anunciou que iria colocar em votação as alterações no regimento interno do órgão. Mas logo diante do primeiro questionamento já disparou que tinha que andar logo com os trabalhos e evitar o “princípio da obstrução”.

O regimento tinha que ser alterado naquela ocasião por determinação judicial que obrigou a CTNBio a criar procedimentos de transparência e acesso às informações que lá tramitam, excluindo-se as de sigilo industrial.

Utilizando o procedimento que no Congresso é chamado de “contrabando legislativo”, os membros da Comissão aproveitaram a retificação ao texto do regimento para mudar o rito de tramitação dos processos. Encurtaram os prazos de análise, fazendo na prática com que as liberações sejam ainda mais aceleradas, reforçando o aspecto cartorial do órgão que nunca negou um pedido de liberação comercial.

A cada reunião da CTNBio as empresas informam sobre a desistência da realização de diversos experimentos de campo, que em tese serviriam para avaliar impactos ambientais. O representante do Ministério do Desenvolvimento Agrário solicitou à presidência da Comissão que neste item da pauta constasse não apenas o número do processo que foi cancelado, mas também uma ementa do objetivo do experimento que seria realizado. O presidente repassou a questão aos assessores do órgão, que disseram que isso daria muito trabalho e que o membro interessado poderia entrar na página da Comissão e consultar caso a caso.

O pedido é relevante se lembrarmos que raríssimos são os experimentos sobre impacto ambiental, sendo sua maioria para testes de eficiência agronômica que interessam apenas à empresa. Alguns estudos com objetivo de avaliações ambientais são, contudo, pedidos, e o que queria o MDA é saber se são esses que estão sendo cancelados. A Comissão que avalia biossegurança não achou pertinente essa checagem, que demandaria um “corta e cola” a mais no momento de redação das pautas, e assim ficou.

Em pouco tempo será votada a liberação do feijão 

Original no site do MST
-------------------------

Vamos ver o que foi dito sobre Edilson Paiva, o presidente da CTNBio : "Com relação à postura denominada de pró-transgênicos, utilizada por colegas pesquisadores, Edilson disse que nunca se posicionou desta forma".

Ligação com Fundação Rockefeller

E olhe só o que achei no currículo do presidente da CTNBio, Edilson Paiva:

Bolsista de Pós-Doutorado da Rockefeller Foundation "Biotecnology Carreer Fellowship RF 89057, Allocation 115" de 1986 a 1992... Foi Chefe Adjunto Técnico da EMBRAPA Milho e Sorgo de 1990 a 1995.

A Rockefeller Foundation é cria de David Rockefeller, financeiro globalista que está por trás dos principais órgãos e sociedades globalistas e que perseguem a implantação da Nova Ordem Mundial, como o Council for Foreign Relations (CFR), a Comissão Tri-lateral e o Grupo Bilderberg. Neste artigo do global research (em inglês) mostra o comprometimento da fundação em defender de forma ferrenha o uso de organismos geneticamente modificados, além da farsa do aquecimento global. Nesta outra página é apresentada a história da Rockefeller Foundation e seu envolvimento com a sociedade esotérica Luci's Trust (antiga Lucifer Trust).

Fica também caracterizado conflito de interesses, pois ele trabalhou durante muitos anos na própriaEMBRAPA, que agora ele beneficia ao facilitar o processo de aprovação de transgênicos.

Veja também um trecho de sua entrevista ao site AgroAnalisys quando foi eleito presidente da CTNBio, que mostra claramente sua posição altamente favorável aos transgênicos, que foi claramente moldada na Fundação Rockefeller:

Para Paiva, a sociedade precisa ter a mente e o coração abertos para saber aproveitar as vantagens da biotecnologia. “Somos a primeira geração a entender a molécula da vida, o DNA, e capaz de manipulá-lo. Podemos criar formas de vida. Temos que ter mente aberta para mudar vários conceitos arraigados, éticos, políticos e religiosos. Hoje, nós temos tecnologia para clonar um ser humano.”


AGROANALYSIS O consumidor ainda vê com desconfiança os alimentos transgênicos?


PAIVA Os grupos contrários à tecnologia continuam bastante ativos. Eles não têm interesse em agregar informações ou melhorar a segurança. A ação deles é fomentar o medo e a incerteza. Como nós estamos trabalhando na fronteira do conhecimento, é muito fácil assustar as pessoas. Esses grupos são bastante eficientes em assustar os formadores de opinião, os juízes e os políticos.


AGROANALYSIS Outro argumento utilizado pelos ambientalistas contrários aos OGMs é que eles não trazem benefícios aos consumidores, só aos agricultores.


PAIVA Estamos entrando na segunda geração dos OGMs. .... Além disso, temos no Brasil 11 vacinas transgênicas para doenças de animais. Temos vacinas transgênicas sendo utilizadas na saúde humana, para HPV e hepatite D.
AGROANALYSIS Nos EUA, praticamente não há oposição à biotecnologia.
PAIVA É uma sociedade mais avançada, que criou instituições e confia nelas. Lá, há o Food and Drug Administration, que conta com o respeito da população americana. Se alguma coisa der errado, eles são os responsáveis. No Brasil, criamos a CTNBio, e a população tem de acreditar nela. O órgão tem uma equipe experiente, bem treinada, que entende do assunto.


AGROANALYSIS Por que a Europa ainda é avessa aos OGMs?


PAIVA Um dos motivos é que as grandes companhias de defensivos agrícolas são europeias.Quem é que fomenta esses grupos contrários à biotecnologia? De onde vem o orçamento para isso? É difícil entender o que está por trás disso. Toda essa retórica tem a ver com a briga pelo poder. Vale tudo: desinformar, mentir, fomentar o medo, porque os interesses econômicos são grandes.
Sera que ficou bem claro de que lado que ele está?

Em 2009 eu havia escrito como o ex-advogado da Monsanto havia se tornado presidente da CNTBio e mais tarde Advogado da União. A política de misturar o regulador e as reguladas caracteriza total conflito de interesses, assim como acontece o tempo inteiro no FDA americano, um órgão que Edilson Paiva tanto aprecia. De lá para cá as coisas parecem apenas terem piorado, com uma cria da Fundação Rockfeller agora na presidência do nosso órgão regulador. Seria interessante também pesquisar ligações da Fundação Rockfeller com os responsáveis pelos OGM (organismos geneticamente modificados) da Embrapa, agradeço antecipadamente por quaisquer informações adicionais.

Fontes:
MST: CTNBio mantem sob sigilo processo para autorização do feijão transgênico
ASPTA: Brazilian commission changes its internal statutes to speed up approval of GM crops and hasten the release of modified beans
Entrevista AgroAnalysis


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o veneno esta na mesa
Você sabia que o brasileiro é o povo que mais ingere agrotóxicos e pesticidas em todo o mundo? Isto equivale a mais de 5 quilos por cidadão por ano. Isto é o que revela o filme "O Veneno Está na Mesa", produzido por Sílvio Tendler. Realizado com o apoio da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, da Fiocruz, o filme recupera as origens da revolução verde para apresentar a lógica insustentável do modelo agrícola que deu ao país esse título difícil de ostentar. Aqui o destaque vai para grandes multinacionais da química, que viram na agricultura o mercado perfeito para substituir o uso bélico do agente laranja, napalm e outros.

A atualidade urgente do tema é retratada a partir de um recorte de reportagens exibidas recentemente em emissoras nacionais e regionais de TV e de rádio. Do Rio Grande do Sul ao Ceará, passando pelo Mato Grosso e Espírito Santo, o que se vê é que o discurso das safras recordes ou da sustentação da balança comercial não mais dá conta de esconder seu lado nefasto. Os principais especialistas em saúde ambiental e toxicologia trazem casos e dados dos prejuízos causados por um modelo de agricultura que não cresce sem agrotóxicos, e que hoje, em claros sinais de saturação, usa mais agrotóxicos do que cresce. Contudo, está no ar uma nova investida de marketing que diz que é esse “o Brasil que cresce forte e saudável”.

Mas a agricultura orgânica não daria conta de alimentar a população, dizem. Se a agricultura orgânica for entendida como aquela em que se tira a química e pronto, isto é fato, conforme resume Ana Maria Primavesi, referência mundial em manejo ecológico dos solos. Porém, se o solo for vivo e alimentado para sustentar grande diversidade de organismos, este produzirá plantas saudáveis, em quantidade, ao mesmo tempo que dispensará os agrotóxicos. A conclusão de Primavesi, que também é produtora, é confirmada na prática pelo depoimento do agricultor do interior paulista que tira 15 toneladas de alimentos por ano de cada um dos 20 hectares que cultiva sem venenos e adubos químicos. Do Rio Grande do Sul vem o exemplo do produtor familiar que recriou sua própria semente de milho crioulo após ter perdido as variedades tradicionais que cultivava, substituídas pelas híbridas.

Esse caminho cada vez mais confirma sua viabilidade. Faltam agora as políticas certas que farão crescer a agricultura que vai tirar o veneno da mesa.

Veja o filme na íntegra abaixo:


Abaixo você pode assistir uma reportagem da Telesur Notícias sobre o filme:


--------------------------------

Já assisti uma boa parte deste filme e recomendo muitíssimo. O estado em que se encontra a desinformação a respeito da agricultura e indústria de alimentos no Brasil é pior do que jamais eu teria imaginado. O descaso pela saúde da população é repugnante, onde os interesses comerciais das multinacionais, que usam o seu fortíssimo lobby para evitarem ser reguladas, é mais importante do que os efeitos nocivos destes elementos químicos na saúde dos habitantes de nosso país. Gostei muito do Adonai, o agricultor do interior gaúcho que luta para preservar a agricultura sem transgênicos. O filme diz  "Tudo que lhe apresentam como verdade, Adonai questiona". Esta qualidade de Adonai, que resume a atitude anti-nom, é o que mais precisamos nos dias de hoje, onde as pessoas engolem qualquer informação que seja passada por alguém em posição de autoridade.

Fontes:
Tele Sur: Brasil é o primeiro consumidor de agrotóxicos do mundo

McDonalds: MCLanche Feliz Resiste um Ano Inteiro sem Apodrecer

Postado por Inicio do Fim quinta-feira, 11 de agosto de 2011 0 comentários




Uma nutricionista americana fez uma experiência com um ‘Happy Meal’ da cadeia de fast food McDonald’s, fotografando-o em 2009 e guardando-o, para comprovar o poder dos conservantes. Um ano depois o hambúrguer e as batatas continuavam quase iguais, sem qualquer tipo de odor ou outros sinais de decomposição.

O 'Happy Meal' é uma refeição que se destina a crianças e a nutricionista Joann Bruso defendeu, em declarações ao diário britânico 'Daily Mail', que o fato de não apresentar indícios de decomposição passado tanto tempo demonstra que essa comida não é saudável.

No decurso deste período, Bruso também afirma que nem moscas nem outros insetos foram atraídos pela refeição da cadeia McDonald's.

A americana afirma ainda que ‘se as moscas ignoram um ‘Happy Meal' e os micróbios não o decompõem, então o corpo de uma criança também não poderá metabolizá-lo convenientemente.

Ao longo dos anos, a cadeia de fast food americana McDonald's tem-se esforçardo para provar que os seus alimentos são de qualidade, contrariando mitos criados acerca dos mesmos.

No entanto, estudos recentes indicam que cada produto contém, em média, sete aditivos alimentares. O pão tem conservantes como cálcio e propionato de sódio, a fatia de pickle contém benzoato de sódio e nas batatas fritas são detectáveis ácido cítrico e pirofosfato ácido de sódio, que mantêm a sua cor.
A McDonald's ainda não reagiu à experiência da nutricionista mas alguns críticos chamam a atenção para o facto de Joann Bruso viver em Denver, no estado do Colorado, onde as temperaturas são particularmente baixas. Isso poderá desacelerar o processo de decomposição da comida.

  • Super Size Me
O vídeo abaixo, trecho do filme "Super Size Me" no Brasil "Super Size Me - A dieta do palhaço", mostra o estado de diversos produtos do Mc Donalds comparados com equivalentes de restaurantes. Diferente da experiência acima, os sanduíches se deterioraram após algumas semanas. As batatas-fritas, no entanto, se mantiveram intactas até o fim de um mês, quando foram jogadas fora por engano.




Fontes:

Mail-Online: Fast food, frighteningly slow decay: Mother keeps McDonald's Happy Meal for a whole year... and it STILL hasn't gone off 
Correio da Manha: 'Happy Meal' resiste um ano inteiro 
Via: Blog A Verdade da Mentira

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