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Da ficção para a realidade: Minority Report - A Nova Lei

Postado por Inicio do Fim quarta-feira, 17 de agosto de 2011 0 comentários

Conheça as tecnologias apresentadas neste grande sucesso do  e saiba quais delas saíram da ficção para o nosso cotidiano.  


Prever o futuro e agir no presente, modificando em benefício próprio o rumo dos acontecimentos. Quem nunca se imaginou em uma situação como essa? Se na vida real o máximo que conseguimos foi conhecer um polvo capaz de acertar os resultados da Copa do Mundo, no  e na literatura exemplos como esses não faltam.

Dirigida por Steven Spielberg e estrelada por Tom Cruise a produção Minority Report – A Nova Lei, lançada em 2002, apresentou ao mundo dezenas de novas ideias e tecnologias que poderiam virar realidade no ano de 2054, período em Publicar postagemque se passa a história baseada em um conto do escritor Philip K. Dick.
Entendendo Minority Report
O ano é 2054. Dez anos antes pesquisadores descobriram um método, baseado em três seres cognitivos (Pré-Cogs) capazes de prever com quatro dias de antecedência um crime. Com isso foi criada uma polícia de “pré-crimes”, habilitada para localizar o evento e impedir que ele aconteça.
Minority Report - A Nova Lei
Durante seis anos o sistema se mostrou perfeito, sem que nenhum crime ocorresse na  norte-americana de Washington. Porém, uma possível falha humana - ou uma tentativa de enganar o sistema - coloca toda a tecnologia em xeque.
Para construir o futuro de Minority Report, Spielberg se reuniu com um grupo de especialistas de diversas áreas e tecnologias durante três dias para uma conferência. Das ideias de algumas das mentes mais brilhantes da saíram algumas projeções do mundo em que viveremos daqui a 50 anos. Como será que eles estão se saindo?
Computadores com interface baseada em gestos
Uma das cenas mais emblemáticas de Minority Report é a de John Anderton (Tom Cruise) acessando informações diante de uma enorme tela curva de computador apenas movimentando as mãos.
Como um maestro regendo uma orquestra, seus movimentos de “arrastar e soltar”, “zoom” e “slideshow” lembram muito os utilizados na  com as tecnologias touchscreen. No  o personagem utiliza uma espécie de luva, com pontos azuis (spots) na ponta dos dedos. Sobre a tela um sensor capta o movimento dos spots fazendo a “leitura” da ação.





Exemplo de interface gestual criada por pesquisadores espanhóis.
Felizmente não precisaremos esperar até 2054 por esta novidade. As interfaces baseadas em gestos estão se tornando cada vez mais comuns e já é possível dizer que esta é uma tendência para os próximos anos. Consoles como o Microsoft Kinect, Nintendo Wii ou mesmo o PlayStation 3, com o acessório Move, se utilizam da mesma concepção tecnológica.
Alguns celulares já são capazes também de reconhecer o movimento do usuário sem que ele precise tocar na tela. Ainda não temos uma tecnologia como essa para os computadores domésticos, mas sem dúvida é possível afirmar que trata-se apenas de uma questão de .
Holografia 3D
A principal proposta da tecnologia 3D é aproximar as imagens do espectador, fazendo com que ele viva de maneira mais intensa uma experiência visual. Em Minority Report John Anderton tem em sua casa uma grande tela que projeta imagens holográficas.
Nela, ele confere vídeos antigos de sua família e consegue ter a nítida sensação de que seu filho ou sua esposa estão “junto com ele” na sala de estar. Infelizmente, a holografia ainda não chegou a um ponto tão avançado assim, mas isso não significa que ela não tenha atingido um limiar interessante.






Primeira exibição holográfica utilizada pela CNN.
Durante a cobertura da última eleição para a presidência dos Estados Unidos, no segundo semestre de 2008, a rede de  norte-americana CNN apresentou o recurso de holografia para “materializar” uma repórter que estava em Chicago dentro dos estúdios da emissora em Nova York.
O resultado impressionou mais ainda por ter sido transmitido pela TV, mas na prática ainda é muito caro e difícil ter experiências com boa qualidade de. Se a tendência do 3D se confirmar junto ao consumidor, a holografia pode ser um passo futuro, ampliando as possibilidades do novo formato.
Detecção de identidade  íris
Em todos os lugares da , seja no shopping, no metrô ou no  de trabalho, em Minority Report o reconhecimento de identidade é feito através da leitura da íris. O sistema biométrico é a base principal de , garantindo que não exista uma pessoa com identificação igual a outra.
Os sensores biométricos ainda não estão em todos os lugares, mas já são mais do que uma realidade na . A técnica consiste em um scanner que quando acionado obtém uma  em alta resolução do objeto, neste caso a íris.






Sistema de identificação biométrica utilizado em  de Nova Jersey, nos EUA.
Depois de capturada a  é comparada com todas as outras disponíveis em um banco de dados. Embora exija equipamentos de alto custo para análise, a íris é uma característica muito confiável para identificar as pessoas. É imutável com o passar dos anos e quase impossível de ser clonada.
Ainda levará algum  para que cheguemos a um nível igual ao que é mostrado no , com leitura e reconhecimento em questão de poucos segundos e, em alguns casos, a distâncias de mais de 100 metros, mas essa é mais uma novidade que, de certa forma, aos poucos se integra em nosso dia a dia.
Publicidade personalizada
No mundo de Minority Report os outdoors, cartazes e displays de lojas são todos interativos. Munidos de sensores de leitura biométrica, eles captam e identificam quem é a pessoa que está passando diante deles e individualmente são capazes de oferecer um produto de acordo com o interesse do consumidor.
Tecnicamente estamos muito longe de chegar a uma situação como essa. No entanto, em termos conceituais, isso já acontece na prática. Em diversos pontos comerciais, como shoppings centers, por exemplo, é possível receber mensagens pelo celular  Bluetooth de maneira automática a partir de totens espalhados pelo local.





Sequência de Minority Report com anúncios interativos.
A personalização das ofertas, baseada no histórico de comportamento do usuário, na prática já existe em diversos sites de e-commerce. O que ainda não existe é a abordagem direta,  áudio ou vídeo, durante um passeio pelas da cidade.
Outras implicações de ordem ética devem impedir que um sistema como esse venham a se tornar realidade tão cedo. Se por um lado parece uma boa ideia receber ofertas personalizadas ao entrar em uma loja, por outro isso significa abrir mão completamente de sua privacidade, consequência com que muitos ainda não estão dispostos a arcar.
Jetpacks
Uma das maneiras apresentadas para locomoção em 2054 é a utilização de Jetpacks. Experiências com eles já existem há muitas décadas, mas até então nenhuma tecnologia tornou possível voar livremente pelos céus de maneira segura e confiável. Até então.
Uma empresa da Nova Zelândia desenvolveu um Jetpack comercializável que, ao que tudo indica, chega às lojas neste ano. O Martin Jetpack, no entanto, ainda tem um preço proibitivo, cerca de US$ 250 mil por unidade.
Jetpacks podem ser o futuro do transporte?
Imagem: Martin Jetpack/Divulgação.
Nos Estados Unidos ainda estão em estudo leis de regulamentação do tráfego aéreo de veículos e a expectativa é que elas sejam aprovadas somente daqui a dez anos. Esse período será utilizado para identificar as necessidades e apontar como serão constituídas as aerovias para veículos de usuários civis.
Outro item em que o produto ainda deixa a desejar é o consumo de combustível. Dezoito litros de gasolina garantem uma autonomia de voo de apenas 30 minutos. Já para os gordinhos outra má notícia: o limite de peso para utilizar o aparelho é de 108 quilos.
Pré-crime
Toda a trama de Minority Report se desenvolve em função do sistema de pré-crime, uma tecnologia baseada nos Pré-Cogs, seres dotados de alta capacidade cognitiva e capazes de prever um crime antes mesmo que ele aconteça. Na vida real a chance de que algo do gênero exista um dia é remotíssima.
No entanto, isso não significa que não seja possível prevenir crimes ou mesmo surtos de doenças, combatendo suas causas e minimizando o impacto deles junto à população. Nesse quesito algumas ferramentas colaborativas surgidas na internet podem ajudar a evitar tragédias anunciadas.
WikiCrimes
Um desses sistemas é a WikiCrimes. Trata-se de uma plataforma colaborativa baseada no sistema Google Maps. Qualquer usuário pode acessá-la e registrar a ocorrência de um crime em qualquer ponto do mundo. O sistema cruza os dados e aponta quais são as áreas do mapa com maiores índices de criminalidade, assim você pode evitá-las ou solicitar aos órgãos públicos um reforço no policiamento do local.
Outra utilização inteligente de dados para prever situações é o Google Flu. Trata-se de um mecanismo que cruza os dados de busca referentes à gripe e identifica de quais  eles estão vindo. Um surto de gripe em determinada região, por exemplo, provoca um aumento nas buscas por termos relacionados naquela localidade. De posse desses dados fica mais fácil tomar medidas imediatas de combate à proliferação do vírus.
Veículos movidos a levitação magnética
Um dos maiores sonhos de consumo dos espectadores de Minority Report são os carros apresentados no filme. Eles são capazes de se deslocar velozmente de maneira horizontal e vertical, sem que seja preciso dirigi-los. Esse fenômeno exibido na produção é possível graças a uma tecnologia chamada levitação magnética.
Na prática ela existe e é conhecida como Maglev (Magnetic Levitation Transport) e está em testes em linhas de trem de Xangai, na China. Os veículos andam sobre trilhos especiais elevados e ganham propulsão por meio de forças atrativas e repulsivas do magnetismo.




Vídeo de apresentação do trem MagLev Transrapid.
Esses trens conseguem atingir alta velocidade (220 km/h), com relativo baixo consumo de energia e pouco ruído. No entanto, devido ao alto custo de produção, atualmente existe apenas uma linha comercial do gênero no mundo. O Transrapid de Xangai faz um percurso de 30 km em apenas 8 minutos.
Se o custo é alto para trens, imagine então para autovias e veículos individuais. Por mais incrível que pareça, a tecnologia apresentada no filme já é uma realidade, mas infelizmente ainda está longe de se tornar comum no dia a dia das grandes cidades. Quem sabe em 50 anos a situação não mude de figura e você possa estacionar o seu carro na sacada do prédio?
Construindo 2060
Como será o futuro?
Cena de Minority Report. Imagem: 20th  Fox/Divulgação.
Que tal fazer o mesmo exercício que grandes cientistas fizeram para o filme Minority Report em 2002 e imaginar quais serão as tecnologias de ponta utilizadas daqui a 50 anos? Será que o que vemos nos dias de hoje nos  se tornará realidade?


Prepare-se para conhecer algumas tecnologias atuais que lembram um pouco do que vemos durante esse  futurista. Hasta la vista baby!
Supercomputadores, inteligência artificial avançada, robôs e muitas tecnologias nos aguardam no futuro. Ao menos é o que a série de  do Exterminador vem mostrando desde 1984 – ano em que foi lançado o primeiro longa-metragem.
O Exterminador do Futuro é possivelmente uma das séries de maior sucesso de todos os tempos, sendo que ficou muito conhecida por trazer o ator Arnold Schwarzenegger às telonas. Em nosso artigo de hoje não vamos abordar todos os , pois nosso objetivo é focar tem tecnologia.
Pensando assim, optamos por analisar o quarto , que por sinal é o único que realmente se passa no futuro. Com direção de McG e contando com Christian Bale e Sam Worthington no elenco, o longa-metragem lançado em 2009 rendeu 372 milhões de dólares!
Terminator Salvation
E assim começa o futuro...
No início do século XXI a central da Skynet tornou-se autossuficiente e, vendo na humanidade uma ameaça à sua existência, ela agiu primeiro. Os sobreviventes do inferno atômico chamaram o evento como “O  final” e encararam um novo pesadelo: a guerra contra as máquinas!
Para erradicar os humanos, a Skynet construiu exterminadores. Com isso a guerra ficou mais acirrada e o desespero tomou conta dos líderes da resistência humana. Alguns acreditam que um homem é a salvação, outros o julgam um falso profeta. Seu nome é John Connor. O ano é 2018.





Em “O Exterminador do Futuro: A Salvação” visualizamos um planeta Terra sem grandes esperanças de vida, onde os humanos são cercados por alta tecnologia, a qual ameaça a existência de qualquer um que se oponha ao regime da Skynet. Apesar de o  ter um foco afastado da tecnologia, podemos aproveitar as maravilhosas cenas para conhecer possíveis recursos que teremos no futuro e alguns que já temos no presente.
Equipamentos avançados para comunicação!
Logo no começo do  há uma aparição de John Connor (Christian Bale) utilizando um headset avançado para manter contato com sua base. Até aí nada demais, até porque nós também temos telefones que contam com fones do tipo Bluetooth, os quais são tão pequenos quanto os que aparecem no . Contudo, a grande diferença entre nossa tecnologia e a do  está na qualidade e capacidade de transmissão dos aparelhos.
Connor está explorando uma caverna subterrânea localizada a mais de dez metros de profundidade no meio do nada e ainda assim ele consegue manter contato com seus soldados. Além disso, na mesma cena um dos soldados utiliza um computador e conecta-se à base da resistência.
Tecnologia de alta potência para transmissão de áudio
Considerando que vivemos em um país onde há regiões que nem mesmo a ADSL está disponível, a tecnologia mostrada no  surpreende muito aos espectadores. Todavia, na  já contamos com diversas experiências e protótipos de rede WiMAX. Redes deste tipo prometem velocidades de até 1 Gbps conectando computadores que estejam a 50 Km de distância um do outro.
Possivelmente as redes WiMAX não sejam tão eficientes quando atrapalhadas por barreiras, porém uma evolução desse padrão vai permitir que consigamos um alcance tão impressionante quanto os que são exibidos no .
Inteligência artificial avançada
Não há como negar, computadores são máquinas fantásticas. Contudo, eles dependem muito dos seres humanos para realizar as tarefas, fator que limita quase todas as máquinas do mundo. Por mais que haja investimento em tecnologia, dificilmente é divulgado algum resultado expressivo na área da Inteligência Artificial.
Em “O Exterminador do Futuro: A Salvação” nos deparamos com máquinas capazes de analisar todo tipo de atividade. Reconhecimento de sons (a longa distância), visão altamente precisa e desenvolvida (capaz de analisar dados biológicos de um ser humano) e locomoção independente são apenas algumas das capacidades que vemos nos robôs do .
Na vida real o progresso da tecnologia nesse sentido é crescente e já existem alguns protótipos de robôs capazes de realizar tarefas básicas. Um exemplo da capacidade das máquinas atuais é o robô Twenty One, o qual é consegue manusear objetos com cuidado, comunicar-se (ouvir e responder) com humanos e interagir (ele obedece comandos específicos) com seu dono. Surpreenda-se com o robô no vídeo abaixo:




Obviamente o Twenty One é bem limitado e não tem personalidade, fator que obriga o robô a aguardar boa parte dos comandos. De qualquer maneira, podemos considerar o desenvolvimento desta máquina japonesa um grande progresso, visto que ele pode ser o início de uma nova era em tecnologia.
Os exterminadores
Os mais temíveis inimigos no  são os exterminadores, sendo que existem diferentes modelos para cada tarefa. Entre os mais famosos estão o T600 (robôs bem básicos sem revestimento), o T800 (com aparência humana) e o T1000 (transmorfos e construídos de metal líquido).
Os exterminadores são programados para matar e para isso contam com alta tecnologia de , programação e armamento. Capazes de agir por conta própria, com reconhecimento visual, sonoro e inteligência avançada para encurralar suas presas, os exterminadores mostram-se impiedosos e cruéis.
O inimigo é muito perigoso
Felizmente não temos nada parecido com os exterminadores na vida real e torçamos para que nunca tenhamos robôs tão perigosos quanto eles. No entanto, novamente os japoneses inovaram e desenvolveram “uma robô humanoide” capaz de desfilar — sim, ela é top model —, sorrir e deixar muita gente impressionada.
A HRP-4C tem aparência semelhante à de uma mulher: um metro e meio de altura, tem 43 Kg de  e apresenta um rostinho bem simpático. Exibida em 2009 ao , a HRP-4C promete ser um marco na robótica e com certeza deve ser o princípio da alta tecnologia que vai auxiliar seres humanos no futuro. 


Naves de alta tecnologia
A Cyberdyne Systems é uma empresa de alta tecnologia, motivo pelo qual possui tantos aparatos tecnológicos. Para impressionar um pouco mais, a equipe que fez o quarto  introduziu naves que conseguem planar e voar com alta velocidade. Apesar de elas não viajaram para outros planetas, são ideais para os propósitos malignos da empresa.
No mundo real estamos bem distantes de algo do tipo, sendo que até o momento existem apenas projetos, conceitos e poucos protótipos. Para falar a verdade, tudo o que está em desenvolvimento está mais voltado aos automóveis voadores, pois naves seriam evoluções dos veículos menores. Veja um vídeo que mostra o "carro" (mais parece um avião em miniatura) voador da atualidade:





Motocicletas robôs
O quarto  do Exterminador do Futuro tenta nos surpreender de todas as formas. Em alguns momentos do longa-metragem aparecem algumas motos que impressionam o  com a velocidade e o design arrojado. Além disso, por se tratar de uma época futura, as motos já contam com sistema inteligente, fator que permitem a elas serem máquinas de extermínio e perseguição.
Claro que não temos nada parecido em termos de armamento e inteligência, porém alguns modelos de motos atuais deixam todos boquiabertos com visuais tão belos quanto os do . Entre tantos modelos estão: a Yamaha GenRyu, a Victory Vision 800 e a Dodge Tomahawk. As duas primeiras são apenas protótipos, já a moto da Dodge impressiona em design e em velocidade. Confira um vídeo que demonstra o potencial e a beleza desta máquina:





Rede de dados mundial conecta todas as máquinas
Internet? Não, não estamos falando da nossa rede atual de comunicação, mas de uma rede muito maior e totalmente conectada. No  “Exterminador do Futuro: A Salvação” somos apresentados a uma rede complexa e altamente tecnológica. A Cyberdyne Systems criou uma rede complexa na qual todas as máquinas informam tudo o que acontece ao redor a um computador principal.
Uma rede tão avançada seria como pensar num mundo totalmente vigiado. E felizmente não temos nada do tipo atualmente, o mundo ainda é um lugar livre, onde a tecnologia ajuda um pouco no combate ao crime, mas não chega a ser uma vilã. Talvez uma rede melhor desenvolvida do que nossa internet atual não faria mal algum, contudo jamais teríamos motivo para desejar uma rede como a da Cyberdyne.
Projeção de  em vidro
Enquanto estamos aproveitando a era dos televisores LCD e Plasma, o quarto do Exterminador nos introduz uma tecnologia curiosa. Através de um vidro (aparentemente comum) seria possível transmitir imagens sem a necessidade de um projetor e com direito a alta qualidade.
Atualmente já temos algumas tecnologias tão impressionantes quanto às do . Entre elas estão as telas OLED da Samsung, as quais possuem opacidade razoável e permitem ao espectador visualizar o outro lado. Em um evento que ocorreu este ano foram exibidos monitores com tal tecnologia e até notebooks. Veja uma demonstração no vídeo abaixo:





O supercomputador domina tudo!
Claro que não esqueceríamos o pior vilão do filme: a Skynet. O supercomputador desenvolvido pela Cyberdyne tem capacidade para gerenciar todas as informações do mundo e ser uma máquina autossuficiente. Obviamente estamos falando de algo fictício e por isso não há especificações sobre a máquina que seria a Skynet.
Todavia, na vida real existe um computador que equivale por milhares de computadores comuns. O IBM Roadrunner é a máquina mais rápida do mundo e conta com 6.562 processadores de núcleo duplo da linha AMD Opteron conectados a 12.240 processadores IBM Cell QS22 (processadores que foram desenvolvidos anteriormente para o Playstation 3).





Além disso, a supermáquina possui incríveis 98 TB (TeraBytes) de memória RAM. A capacidade? Este computador conseguiu quebrar a barreira dos petaflops! Peta o quê? Petaflop significa mil trilhões de cálculos por segundo! Algo inimaginável e que existe para ajudar a humanidade. Não dá para saber quem vence a batalha, mas apostamos no Roadrunner, que com quase toda certeza deixaria o Skynet para trás.
O Sonhador do Futuro
Enfim, basicamente essas são algumas das tecnologias apresentadas no . Claro que existem muitas outras coisas que não citamos aqui e deixamos a oportunidade para você rever (ou assistir pela primeira vez) o filme. Toda a série do Exterminador do Futuro trata de destruição e de um futuro caótico, mas será mesmo que a humanidade está fadada ao declínio? Queremos saber como você imagina o ano 2018.



Eu, robô
Fonte: Divulgação/Fox
Foi entre as décadas de 40 e de 50 que Isaac Asimov escreveu a história de “I, Robot” (Eu, robô). Justamente nesta obra, o autor apresentou ao  quais seriam as três leis fundamentais que a robótica deveria seguir.
Apesar de os contos de Asimov fazerem parte de uma obra de ficção, Hollywood aceitou muitas ideias do autor e criou diversas adaptações com base nas leis da robótica. Finalmente em 2004, sob a direção de Alex Proyas (o mesmo de “Presságio”), o estúdio da  lançou o  “Eu, robô”.

E ASSIM COMEÇA O FUTURO...

Ambientado em 2035, o longa tem como base a história de um detetive do FBI que investiga um suicídio. A princípio um caso desse tipo não teria nada a ser investigado, visto que na cena do crime não havia outra pessoa além do Dr. Alfred Lanning.
Eis o grande mistério do caso, porque o Dr. Lanning era o criador das três leis da robótica (uma interpretação de Isaac Asimov dentro do filme) e não havia motivos para tal atitude. De fato, o caso não seria investigado, mas graças à tecnologia do futuro, Alfred pôde programar um dispositivo que chamaria o detetive Del Spooner (Will Smith) para a cena do crime.
Ao vasculhar o local onde o Dr. Lanning trabalhava, Spooner encontra um robô que repentinamente se levanta e ameaça o detetive. Não demora muito até que outros acontecimentos induzam o policial a acreditar que os robôs são inimigos poderosos e podem infringir as leis da robótica.

Hologramas em todos os lugares

Logo no início do  vemos que as pessoas possuem dispositivos portáteis capazes de projetar hologramas. Na cena em que vemos o Dr. Leanning falando com o detetive Spooner, nota-se que a potência e a qualidade dos hologramas no futuro serão surpreendentes.
Em nossa realidade vemos uma tecnologia bem inferior, porém já existe algo que possa dar esperanças de uma evolução que resulte em algo semelhante ao que o longa mostra. A tecnologia que a Sony exibiu durante uma apresentação em alto-mar mostra um dragão de proporções fantásticas.
A ideia da Sony era divulgar o  “Meu monstro de estimação” e independente da arrecadação do , tivemos o prazer de conhecer uma forma de holograma impressionante. Para 2035 é possível que exista algo parecido com o dispositivo do “Eu, robô”, talvez a própria Sony evolua sua tecnologia, ou quem sabe, outras empresas invistam no ramo.


Tudo obedece a sua voz

Se o futuro é totalmente facilitado por máquinas, não existem motivos para deixar os eletrônicos sem um mínimo de praticidade. Em “Eu, robô” vemos que a cientista Susan Calvin tem dificuldade para utilizar o aparelho de som do detetive Spooner.
Em 2035, as pessoas estarão habituadas aos comandos de voz, sendo muito fácil apenas dizer “Ligar”, “Tocar” ou “Reproduzir” para que um mini system execute as músicas de uma mídia. Apesar de no  não ser mostrado, presume-se que outros aparelhos também funcionem de maneira semelhante.
Na  temos coisas parecidas, sendo que até mesmo o sistema operacional Windows pode ser comandado por voz. Claro que estamos um pouco longe de alcançar uma perfeição como a do , pois ao usar o comando por voz no Windows é necessário estar com o computador ligado e usar um microfone para que ele capte somente a voz do .


No futuro as vantagens vão um pouco além, sendo desnecessário ligar o aparelho para então ordenar comandos. Seria como se o aparelho pudesse manter um mínimo de energia e processamento para ser ativado totalmente quando reconhecesse a voz de um humano.

AUTOMÓVEL INVEJÁVEL

Para se locomover de um local a outro em busca da verdade, o detetive Spooner dirige um veículo bem futurista. Criado especialmente para o , o Audi RSQ tem tudo o que alguém pode imaginar em design e funcionalidade.
Com motor posicionado na parte traseira, rodas esféricas (você não leu errado), portas que abrem para cima e um interior impressionante, o RSQ deixa qualquer um babando. A Audi criou este carro-conceito somente para as filmagens de “Eu, robô”, porém o sucesso do carro foi grande e ele foi exposto em diversas feiras.
Infelizmente, não houve meios de comercializar o automóvel, pois muitas funcionalidades foram criadas com base em ideias fictícias, fator que não impulsionou a Audi a investir na fabricação de um veículo semelhante. Abaixo você pode conferir uma galeria de fotos oficiais:


Visual perfeito do Audi RSQ
Design impecável e futurista
 
 
Em teoria, o Audi RSQ pode ter piloto automático (com regulagem de velocidade e direção), computador de bordo com mapas e comandos de voz, possibilidade de rotação (o carro pode andar girando, algo que é mostrado no filme) em alta velocidade e muito mais.
Audi RSQ - A ficção na palma das suas mãos

A MÁQUINA PERFEITA

O Audi RSQ realmente é legal, mas para quem gosta de informática, nada mais interessante do que ver uma máquina que consegue imitar os humanos com extrema perfeição. O robô Sonny tem a capacidade de sentir emoções, sonhar e tomar atitudes diversas sem necessitar de ordens de um .
O sistema operacional usado por uma máquina desse porte tem proporções absurdas. Tantas instruções em um mesmo software seria uma tarefa complicada de gerenciar e ainda mais difícil de criar. Até mesmo uma equipe de desenvolvedores altamente capacitada se perderia em meio aos diversos dados que passariam pelos componentes de hardware de um robô como os NS5 (modelo do robô Sonny).
Falando especificamente do sistema operacional, é provável que não tenhamos nada tão avançado, pois nossos computadores apenas obedecem a ordens, sendo impossível que um sistema tenha instruções inteligentes que levem ao nível de trabalho automático.
Já quanto à robótica, temos algum progresso. O projeto de maior destaque nesse sentido inclui dois robôs com aparência de mulher. As androides japonesas já conseguem realizar algumas tarefas que imitam a comunicação humana. A fala não é perfeita, todavia os desenvolvedores vêm investindo pesado no aperfeiçoamento da robô.

Até o momento os robôs conseguem se expressar através de falas pré-programadas. A respiração já existe (apesar de não haver necessidade) e até mesmo o piscar de olhos já foi incluso nos robôs. Não foi informado o quanto os robôs entendem do que os humanos falam ou se eles realmente enxergam, mas os movimentos e algumas reações levam a crer que a programação deles já esteja em estágio avançado.

Cérebro robótico

Tudo bem, o sistema operacional e as peças que dão vida ao Sonny são impressionantes, mas e o hardware? Se você pensa que um robô tem um processador, está mais do que correto. No entanto, um robô com tanta tecnologia teria uma CPU tão avançada, que nem imaginamos o quão rápida ela seria.
Para termos uma ideia, os computadores mais rápidos da  não conseguem nem imitar a visão e a audição humana com perfeição. Em “Eu, robô” vemos uma evolução tão fantástica, a qual vai além da fala, visão, audição, locomoção e processamento de informações.
Sonny é um caso único entre os robôs, sendo o privilegiado a ter sonhos e sentimentos (ou ao menos uma prévia disso tudo). Claro que o fantástico não é exatamente as atividades que ele realiza, mas toda a tecnologia por trás dele. Um processador minúsculo e com uma infinidade de núcleos seria a  forma de ter um robô tão avançado.
Sonny, o robô
Fonte: IMDB
Nesse aspecto temos uma grande barreira, pois nenhum processador atual consegue simular as atividades humanas. Considerando o tamanho de um robô e ainda a infinidade de peças que deve ser conectada ao sistema principal, podemos entender que essa realidade está bem distante.
O mais próximo que poderíamos usar para criar um robô tão inteligente seriam os processadores voltados ao segmento dos servidores. Por se tratarem de CPUs com múltiplos núcleos, talvez em uma adaptação bem avançada tivéssemos tal possibilidade.

Revolução das máquinas

Felizmente, o  “Eu, robô” trata de um mundo fictício, o qual talvez seria muito divertido, no entanto a revolução das máquinas exibida no  seria uma grande preocupação, que algumas pessoas até cogitam que possa ocorrer no futuro.
Independente de qualquer coisa, temos de ficar contentes por haver uma busca constante por novos conhecimentos, afinal, o objetivo da tecnologia é facilitar e melhorar nossas vidas (ainda que às vezes pareçamos escravos dela) e avanços são sempre bem-vindos.
Nosso artigo “Da ficção para a realidade” fica por aqui. Esperamos que você tenha boas memórias desse  fantástico e reassista quantas vezes quiser. Você conhece outra tecnologia do  que exista na vida real? Participe com seu comentário.

O ano é 2015. Carros voam pelos céus das cidades, enquanto as crianças se divertem nas  com seus brinquedos flutuantes. Enormes hologramas são projetados de todas as partes para chamar a atenção de quem passa e divulgar uma série de produtos. Nas , as pessoas assistem a diversos programas ao mesmo em suas enormes .
Esse é o mundo contemplado pelo  Emmet Brown e o jovem Marty McFly ao viajarem no  a bordo de um Delorean no  De Volta para o Futuro. Vindos do ano de 1985, os dois se deparam com um mundo totalmente transformado pela tecnologia e se assombram com a evolução que ocorreu em apenas 30 anos.
Quando a vida imita a arte
Apesar de ser assombrosa para quem viveu na década de 80, a tecnologia do século XXI apresentada no  não nos parece mais ter saído de um  de ficção científica. Tanto que muitas das invenções apresentadas em De Volta para o Futuro estão sendo utilizadas como inspiração para elementos na realidade.

Pôster do filme
Divulgação/Universal Pictures
Isso não é de se estranhar. Como você já viu aqui no Baixaki, a ficção sempre foi uma das maiores fonte de ideias para a criação de novas tecnologias. Se os super-heróis já tiveram seu espaço, com o  não poderia ser diferente.
Apesar de muita coisa vista na previsão feita por De Volta para o Futuro parecer inverossímil e até mesmo absurda, boa parte delas está sendo recriada com sucesso fora das telonas. Acredite: o mundo visto por  Brown e McFly há mais de 20 anos está muito mais próximo de virar realidade do que pensamos.
Prancha voadora
Quem nasceu no início da década de 80 e assistiu ao  nos  certamente sonhou em ter um Hoverboard, o skate voador utilizado por McFly para escapar de uma gangue no segundo filme. Conforme o que é apresentado no longa-metragem, o brinquedo é a tendência entre as crianças, que o utilizam para passear pela .
Prancha voadora
Divulgação/Nils Guadagnin 
Apesar de ainda não termos nada parecido sendo utilizado nas ruas, isso não impede que protótipos de pranchas voadoras sejam desenvolvidos. Um exemplo é a réplica criada pelo artista francês Nils Guadagnin, que além de esteticamente idêntica do apresentado no filme, também flutua de maneira parecida.
A Hoverboard real possui um sistema eletromagnético na parte inferior do skate, para mantê-la suspensa no ar, e um conjunto de lasers para fazer com que a estrutura fique estável. O único problema é que ainda não é possível utilizá-la para passeios, já que o magnetismo não é forte o suficiente para suportar o peso de uma pessoa.
Cadarços automáticos
Outro recurso utilizado por McFly e que se tornou o sonho de consumo de muita gente nos anos 80 eram os tênis que se amarravam automaticamente. Em vez de perder tempo com nós e laços, o calçado tinha um dispositivo que ajustava o tamanho do tênis no pé da pessoa.


A americana Blake Beven decidiu criar um aparelho que simula o efeito de maneira semelhante ao mostrado no filme. Apesar de ser menos prático do que apresentado em De Volta para o Futuro II, o resultado final realmente é um tênis com cadarços automáticos.
Para isso, a jovem instalou um sensor dentro do calçado que capta a pressão do pé e ativa um dispositivo. Isso faz com que os cadarços sejam puxados até que o tênis fique firme no pé do usuário. Para retirá-lo, o mesmo aparelho faz a função contrária, ou seja, utiliza o sensor para soltar os cadarços.
Carros voadores
“Para o local que a gente vai, não precisamos de estradas”. Logo no final do primeiro filme, doutor Brown explica para Marty McFly que no futuro as pistas foram substituídas por vias aéreas, já que todos os veículos em 2015 voam.
Protótipo da SkyRider X2R
Divulgação/Macro Industries
Essa é uma previsão bastante comum do futuro. Além de De Volta para o Futuro, outros  e desenhos já mostravam nossos céus como ruas, a exemplo do filme O Quinto Elemento e o desenho Os Jetsons.
Ainda estamos um pouco longe de vivermos em um mundo assim, mas isso não significa que não estejamos tentando   e diversos protótipos de automóveis voadores foram desenvolvidos, como o Moller Skycar;
Moller Skycar
Divulgação/Moller
Outros já saíram do papel e estão prontos para ir às ruas (ou aos céus). É o caso do Transition, da empresa americana Terrafugia, que obteve autorização do  dos Estados Unidos para poder ser fabricado e deve chegar às lojas no fim do ano. Estima-se que o preço do veículo seja de US$ 194 mil.
Ele é uma espécie de mistura entre carro e avião: em vias terrestres é controlado como um automóvel normal, mas basta abrir suas asas para que possa levantar voo. O Transition é movido a gasolina e é capaz de alcançar uma velocidade de até 185 km/h.

Transition, o carro voador
Divulgação/Terrafugia
A aparência híbrida não é exclusividade do modelo da Terrafugia. Basicamente todos os demais projetos também utilizam elementos da aviação para que o veículo voe. Turbinas, hélices frontais ou superiores fazem com que a visão de 2015, com automóveis idênticos aos nossos, mas com propulsão a jato, ainda esteja um pouco distante. Porém, o primeiro passo (ou voo) já foi dado.  falta adicionarem uma máquina do tempo.
Video game sem controle
Em uma das cenas de De Volta para o Futuro II, Marty visita uma lanchonete com o tema anos 80 e decide mostrar para algumas crianças como se utilizava uma máquina de fliperama. Ao demonstrar sua habilidade com a pequena pistola de plástico, um dos pequenos exprime seu desprezo pelo video game que ainda utiliza controles.
Kinect: profetizado no filme
Divulgação/Microsoft
Com 20 anos de antecedência, o filme previu com exatidão o  do Kinect: um acessório que dispensa a utilização de joysticks. Antes chamado de Projeto Natal, ele nem sequer foi lançado, mas já é uma das grandes promessas tecnológicas da Microsoft para o Xbox 360.
Anunciado oficialmente na Electronic Entertainment Expo (E3) deste ano, não é exagero imaginar que, em 2015, todos os outros video games deixem de utilizar controles para movimentar os personagens.
Videoconferência
Outro acerto que De Volta para o Futuro II  foi em relação às videoconferências. Quando o Marty McFly do futuro recebe uma ligação de seu chefe para ser demitido, o rosto do patrão é exibido em uma tela, por onde os dois conversam.
Videoconferência via iPhone
Divulgação/Apple
Apesar de a tecnologia não ter substituído o telefone, como é visto no ano de 2015 do filme, o conceito é exatamente o mesmo daquele com que já estamos acostumados a utilizar. Além disso, comparadas com as imagens feitas em 1989 (ano em que o segundo filme foi rodado), nossa resolução e definição de  é muito melhor.
TVs LCD e multiprogramação
Mesmo não tendo sido citadas nos filmes, é evidente que as TVs LCD são uma realidade no futuro apresentado no filme. Na cena em que é exibida a rotina dos McFlys é possível ver uma  grande e fina fixada na parede, exatamente igual aos modelos que temos em nossas casas.
TVs LCD
Como ela não possui muito destaque na trama, não é especificado se a tela é de LCD, LED ou de outro material, entretanto o conceito é exatamente o mesmo que utilizamos na realidade. Além disso, essas TVs possuem um sistema de multiprogramação que permite ao usuário assistir a vários  simultaneamente.
Esse tipo de tecnologia também já não é mais exclusividade do cinema. Redistribuidores de sinal já oferecem a possibilidade de dividir a tela de sua TV em vários quadrados para que diversas emissoras sejam exibidas ao mesmo tempo, quase como um mosaico.
Além disso, alguns aparelhos também possuem o chamado sistema “Picture in Picture”, que adiciona um ou mais quadros na tela para que haja transmissão de múltiplos canais simultaneamente.
Óculos com vídeo
Outra tecnologia utilizada pelos McFlys do futuro são os óculos com vídeo. Com eles, as pessoas de 2015 podiam assistir a  a qualquer hora e em qualquer lugar e eram utilizados normalmente no cotidiano das famílias do futuro.
Óculos com vídeo da Vuzix

Divulgação/Vuzix
Se você acha que isso é algo que só vamos encontrar daqui a alguns anos, saiba que esses óculos com vídeos já são realidade. A empresa Vuzix, por exemplo, possui diversos modelos de lentes que exibem filmes como se fossem pequenas televisões portáteis. Além disso, eles podem ser acoplados a dispositivos móveis, como iPhone, e reproduzir filmes com efeito 3D.
Comida reidratada
Adicione águaQuem nunca quis uma máquina que transformasse uma pequena bola de  em uma enorme e deliciosa pizza, como a utilizada pelos McFlys do futuro em 2015? Apesar de ainda não termos aparelhos que funcionem dessa maneira, já existem alimentos desidratados, que se transformam quando adicionamos água.
Os astronautas, por exemplo, utilizam esse tipo de comida para que ela dure mais no espaço. Antes de sair do planeta, boa parte do alimento é desidratada. Na hora de comer, basta adiciona água para que ele se transforme naquilo que estamos habituados a comer na Terra.
Outro tipo de alimento que segue o mesmo conceito é o popular macarrão instantâneo. Basta adicionar água quente ao pequeno conteúdo do pacote para que ele se transforme em uma rápida refeição. Em alguns casos, há até mesmo acompanhamento desidratado, como ervilha, milho e carne. Falta apenas a máquina que faça isso automaticamente.
Roupa autolimpante
Se você sempre invejou a jaqueta que McFly utiliza devido às suas capacidades autolimpantes, comece a comemorar: a Força Aérea Americana desenvolveu tecidos especiais que, com o auxílio da nanotecnologia, removem a sujeira.
Jaqueta autolimpante de McFly
Divulgação/Universal Pictures
Desenvolvida com nanopartículas de fibra com a adição de alguns elementos químicos, esse material impede que suor, bactérias e até mesmo líquidos fixem na roupa. Dessa forma, qualquer tipo de sujeira seja eliminado automaticamente, de maneira semelhante ao que é visto no filme.
Entretanto, esse tecido especial não dispensa a boa e velha lavada, apenas faz com que ela seja menos necessária. O que esse tipo de material consegue é permitir que a mesma peça seja usada por muito mais tempo sem que fique com o aspecto e cheiro de suja. Essa  seria perfeita para a utilização militar, em que os soldados precisam ficar vários dias em o mesmo vestuário.
Leitor biométrico
No ano de 2015 imaginado pelos roteiristas de De Volta para o Futuro, todas as fechaduras tradicionais foram substituídas por um leitor biométrico, que identifica a impressão digital do usuário com a do dono da casa. Além disso, vários outros serviços passaram a utilizar o mesmo sistema.
Igual ao filme
Apesar de não utilizarmos essa tecnologia da mesma maneira que no filme, já é possível dizer que os leitores biométricos são uma realidade. Empresas utilizam a impressão digital dos funcionários para marcar a entrada e saída no escritório, assim como outras áreas utilizam os dedos como forma segura de comprovar a identidade do usuário.
Contudo, isso não significa que o que vimos nas telas do cinema é irreal. Algumas empresas de  utilizam o conceito do filme para criar fechaduras baseadas na leitura da impressão digital. Assim, caso essa tecnologia popularize-se, você pode abandonar as chaves em casa e nunca mais sofrer por tê-las esquecido em cima da mesa.
Hologramas
Se Marty McFly assustou-se com a propaganda holográfica do filme Tubarão 19, o que ele acharia de ver o lendário Monstro do Lago Ness sendo projetado na baía de Tóquio, no Japão?


O pequeno  que a Sony em homenagem à “Nessie” foi para divulgar o longa-metragem Meu Monstro de Estimação. Apesar de a qualidade das projeções ser bem diferente, a proposta vista na realidade e na ficção é exatamente a mesma: a holografia utilizada na publicidade para divulgar uma obra cinematográfica.
Por outro lado, ainda não temos a mesma capacidade de utilizar esse recurso em larga escala em vários anúncios no ano de 2015. O que vemos em De Volta para o Futuro é a holografia sendo usada em um cinema no meio da , enquanto a ação da Sony foi muito mais isolada. Mas não custa nada imaginar que logo ela será utilizada da mesma maneira, não é mesmo?
Entre 2010 e 2015
Não é preciso um Delorean transformado em máquina do tempo para imaginarmos o que realmente nos espera em 2015. Apesar de não termos ideia de quais produtos e tecnologias serão criadas dentro de cinco anos, podemos imaginar tendências e caminhos para os quais os recursos atuais vão evoluir.
Porém, e daqui a 30 anos? Da mesma forma que imaginaram um futuro totalmente avançado em 1985, as previsões para 2040 também seriam vagas e com vários pontos que talvez nunca se concretizassem. Aí sim realmente precisaríamos da ajuda de uma máquina do tempo.

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