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A marca da Besta

Postado por Inicio do Fim sexta-feira, 12 de agosto de 2011 0 comentários



Dentre todos os tópicos da Bíblia, talvez a marca da besta seja o que mais tem suscitado especulações e argumentações ridículas e bombásticas. Cristãos e não-cristãos debatem o significado de seu valor numérico. Mas o que diz, realmente, o texto bíblico?

O Número 666: Marca Registrada da Tribulação?
A questão central da Tribulação é: Quem tem o direito de governar, Deus ou Satanás? Deus vai provar que é Ele quem tem esse direito. Pela primeira e  vez na história, as pessoas terão uma data limite para aceitarem o Evangelho. Por enquanto, todos podem aceitar ou rejeitar essa mensagem em diferentes momentos da vida; alguns o fazem na infância, outros no início da fase adulta, outros na meia-idade, e alguns até na velhice. Mas, quando vier a Tribulação, as pessoas terão que tomar essa decisão de forma imediata ou compulsória por causa da marca da besta, de modo que toda a humanidade será deliberadamente dividida em dois segmentos. O elemento polarizador será precisamente a marca da besta.
A Bíblia ensina que o  da campanha em defesa da marca da besta será o falso profeta, que está ligado à falsa religião (Ap 13.11-18). Apocalipse 13.15 deixa claro que o ponto-chave em tudo isso é adorar "a  da besta". A marca da besta é simplesmente um meio de forçar as pessoas a declararem do lado de quem estão: do Anticristo ou de Jesus Cristo. Todos terão que escolher um dos lados. Será impossível manter uma posição neutra ou ficar indeciso com relação a esse assunto. A Escritura é muito clara ao afirmar que os que não aceitarem a marca serão mortos.
O falso profeta vai exigir uma "marca" em sinal de lealdade e devoção à besta, e essa marca será "sobre a mão direita"– não a esquerda – "ou sobre a fronte" (Ap 13.16).
Toda a humanidade será forçada a escolher um dos lados:"...todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos" (Ap 13.16). O Dr. Robert Thomas comenta que essa  retórica "abrange todas as pessoas, de todas as classes sociais, [...] ordenadas segundo sua condição financeira, [...] abrangendo todas as categorias culturais [...]. As três expressões são um recurso estilístico que traduz universalidade".[1] A Escritura é muito específica. O falso profeta vai exigir uma "marca" em sinal de lealdade e devoção à besta, e essa marca será "sobre a mão direita" – não a esquerda – "ou sobre a fronte" (Ap 13.16).
A palavra "marca" aparece em muitas passagens da Bíblia. Por exemplo, ela é usada várias vezes em Levítico, referindo-se a um sinal que torna o indivíduo cerimonialmente impuro, e está geralmente relacionada à lepra. É interessante notar que o modo como Ezequiel 9.4 usa a idéia de "marca" é semelhante ao de Apocalipse: "E lhe disse: Passa pelo meio da , pelo meio de Jerusalém, e marca com um sinal a testa dos homens que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela". Nessa passagem, o sinal serve para preservação, assim como o sangue espalhado nas ombreiras das portas livrou os hebreus durante a passagem do anjo da morte, como relata o Livro do Êxodo. Em Ezequiel, a marca é colocada na fronte, semelhantemente à do Apocalipse. Todas as sete ocorrências da palavra "marca" ou "sinal" (gr. charagma) no Novo Testamento em grego, encontram-se no Livro do Apocalipse, e todas se referem à "marca da besta" (Ap 13.16,17; 14.9,11; 16.2; 19.20; 20.4). O Dr. Thomas explica o significado desse termo na Antigüidade:
A marca deve ser algum tipo de tatuagem ou estigma, semelhante às que recebiam os soldados, escravos e devotos dos templos na época de João. Na Ásia Menor, os seguidores das religiões pagãs tinham prazer em exibir essas tatuagens para mostrar que serviam a um determinado deus. No Egito, Ptolomeu IV Filopátor (221-203 a.C.) marcava com o desenho de uma folha de trevo os judeus que se submetiam ao cadastramento, simbolizando a servidão ao deus Dionísio (cf. 3 Macabeus 2.29). Esse significado lembra a antiga prática de usar marcas para tornar pública a fé religiosa do seu portador (cf. Isaías 44.5), e também a prática de marcar os escravos a fogo com o nome ou símbolo de seu  (cf. Gl 6.17). O termo charagma ("marca") também era usado para designar as imagens ou nomes dos imperadores, cunhadas nas moedas romanas e, portanto, poderia muito bem aplicar-se ao emblema da besta colocado sobre as pessoas.[2]
Alguns se perguntam por que foi usado um termo tão específico para designar a marca do Anticristo. Essa marca parece ser uma paródia do plano de Deus, principalmente no que se refere aos 144.000 "selados" de Apocalipse 7. O selo de Deus sobre Suas testemunhas muito provavelmente é invisível e tem o propósito de protegê-las do Anticristo. Por outro lado, o Anticristo oferece proteção contra a ira de Deus – uma promessa que ele não tem condições de cumprir – e sua marca é visível e externa. Como os que receberem a marca da besta o farão voluntariamente, é de supor que as pessoas sentirão um certo orgulho de terem, em essência, a Satanás como seu dono. O Dr. Thomas afirma: "A marca será visível e identificará todos os que se sujeitarem à besta".[3]

Uma Identificação Traiçoeira

Verificação da identidade pela leitura da íris. O Anticristo fará uso da moderna tecnologia.
Além de servir como indicador visível da devoção ao Anticristo, a marca será a identificação obrigatória em qualquer transação comercial na última metade da Tribulação (Ap 13.17). Este sempre foi o sonho de todos os tiranos da história – exercer um controle tão absoluto sobre seus vassalos a ponto de decidir quem pode comprar e quem pode vender. O historiador Sir William Ramsay comenta que Domiciano, imperador romano no primeiro século, "levou a teoria da divindade Imperial ao extremo e encorajou ao máximo a ‘delação’; [...] de modo que, de uma forma ou de outra, cada habitante das províncias da Ásia precisava demonstrar sua lealdade de modo claro e visível, ou então era imediatamente denunciado e ficava impossibilitado de participar da vida social e de exercer seu ofício".[4] No futuro, o Anticristo aperfeiçoará esse sistema com o auxílio da moderna tecnologia.
Ao longo da história, muitos têm tentado marcar certos grupos de pessoas para o extermínio, mas sempre houve alguns que conseguiram achar um meio de escapar. Porém, à medida que a tecnologia avança, parece haver uma possibilidade cada vez maior de bloquear praticamente todas as saídas. Essa hipótese é reforçada pelo emprego da palavra grega dunétai – "possa" (Ap 13.17), que é usada para transmitir a idéia do que "pode" ou "não pode" ser feito. O Anticristo não permitirá que alguém compre ou  se não tiver a marca, e o que possibilitará a implantação desta política será o fato da sociedade do futuro não usar mais o  vivo como meio de troca. O controle da , ao nível individual, através da marca, encaixa-se perfeitamente no que a Bíblia diz a respeito do controle do comércio global pelo Anticristo, delineado em Apocalipse 17 e 18.
A segunda metade de Apocalipse 13.17 descreve a marca como "o nome da besta ou o número do seu nome". Isso significa que "o número do nome da besta é absolutamente equivalente ao nome, [...]. Essa equivalência indica que, como nome, ele é escrito com letras; mas, como número, é o análogo do nome escrito com algarismos".[5] O nome do Anticristo será expresso numericamente como "666".
Calculando o Número
O Anticristo não permitirá que alguém compre ou  se não tiver a marca, e o que possibilitará a implantação desta política será o fato da sociedade do futuro não usar mais o  vivo como meio de troca.
Nesse ponto da profecia (Ap 13.18), o apóstolo João interrompe momentaneamente a narrativa da visão profética e passa a ensinar a seus leitores a maneira correta de interpretar o que havia dito. Uma leitura do Apocalipse demonstra claramente que os maus não entenderão o significado, porque rejeitaram a Jesus Cristo como Senhor e Salvador. Por outro lado, os demais que estiverem atravessando a Tribulação receberão sabedoria e entendimento para que possam discernir quem é o Anticristo e recusar a sua marca. A Bíblia deixa claro que aqueles que receberem a marca da besta não poderão ser salvos (Ap 14.9-11; 16.2; 19.20; 20.4) e passarão a eternidade no lago de fogo. O fato de João usar essa passagem crucial para transmitir sabedoria e entendimento aos crentes, com relação a um assunto de conseqüências eternas, mostra que Deus proverá o conhecimento necessário para que o Seu povo possa segui-lO fielmente.
Mas o que essa sabedoria e esse conhecimento permitem que os crentes façam? A passagem diz que podemos "calcular". Calcular o quê? Podemos calcular o número da besta.
O principal propósito de alertar os crentes sobre a marca é permitir que eles saibam que, quando em forma de número, o "nome" da besta será 666. Assim, os crentes que estiverem passando pela Tribulação, quando lhes for sugerido que recebam o número 666 na fronte ou na mão direita, deverão rejeitá-lo, mesmo que isso signifique a morte. Outra conclusão que podemos tirar é que qualquer marca ou dispositivo oferecido antes dessa época não é a marca da besta que deve ser evitada.
Portanto, não há motivo para os cristãos de hoje encararem o número 666 de forma supersticiosa. Se o nosso endereço, número de telefone ou código postal incluem esse número, não precisamos ter medo de que algum poder satânico ou místico nos atingirá. Por outro lado, temos que reconhecer que muitos ocultistas e satanistas são atraídos por esse número por sua conexão com a futura manifestação do mal. Porém, o número em si não tem poderes sobrenaturais. Quando um crente acredita nisso, já caiu na armadilha da superstição. A Bíblia ensina que não há nenhum motivo para atribuir poderes místicos ao número 666.

A Carroça na Frente dos Bois

Muitos têm tentado descobrir a identidade do Anticristo através de cálculos numéricos. Isso é pura perda de . A lista telefônica está cheia de nomes que poderiam ser a solução do enigma, mas a sabedoria para "calcular" o nome não é para ser aplicada , pois isso seria colocar a carroça adiante dos bois. Esse conhecimento é para ser usado pelos crentes durante a Tribulação.
Em 2 Tessalonicenses 2, Paulo ensina que, durante a presente era da Igreja, o Anticristo está sendo detido. Ele será "revelado somente em ocasião própria" (v.6). Ao escolher a palavra "revelado", o Espírito Santo quis indicar que a identidade do Anticristo estará oculta até a hora de sua revelação, que ocorrerá em algum momento após o Arrebatamento da Igreja. Portanto, não é possível saber quem é o Anticristo antes da "ocasião própria". O Apocalipse deixa bem claro que os crentes saberão na hora certa quem é o Anticristo.
Como apontamos acima, o Apocalipse não deixa dúvida de que durante a Tribulação todos os crentes saberão que receber a marca da besta será o mesmo que rejeitar a Cristo. Durante a Tribulação, todos os cristãos terão plena consciência disso onde quer que estejam. Nenhuma das hipóteses levantadas no passado, ou que venham a ser propostas antes da Tribulação, merece .
Apocalipse 13.17-18 diz claramente que o número 666 será a marca que as pessoas terão que usar na fronte ou na mão direita. Em toda a história, ninguém jamais propôs a utilização desse número em condições semelhantes às da Tribulação, de modo que todas as hipóteses já levantadas a respeito da identidade do Anticristo podem ser descartadas.
O mais importante nessa passagem é que podemos nos alegrar em saber que a identificação do futuro falso Cristo ainda não é possível, mas o será quando ele ascender ao trono. Com certeza, aquele a quem o número 666 se aplica é alguém que pertence a uma época posterior ao período em que João viveu, pois ele deixa claro que alguém iria reconhecer esse número. Se nem a geração de João nem a seguinte foi capaz de discerni-lo, isso significa que a geração que poderá identificar o Anticristo forçosamente estava (e ainda está) no futuro. No passado, houve várias figuras políticas que tipificaram características e ações desse futuro personagem, mas nenhum dos anticristos anteriores se encaixa perfeitamente no retrato e no contexto do Anticristo do final dos tempos.[6]

A Relação entre Tecnologia e a Marca da Besta

Muitos têm feito as mais variadas hipóteses sobre a marca da besta. Alguns dizem que ela será como o código de barras utilizado para identificação  de produtos. Outros imaginam que seja um chip implantado sob a pele, ou uma marca invisível que possa ser lida por um scanner. Contudo, essas conjeturas não estão de acordo com o que a Bíblia diz.
A marca da besta – 666 – não é a tecnologia do  virtual nem um dispositivo de biometria. A Bíblia afirma de forma precisa que ela será:
  • a marca do Anticristo, identificada com sua pessoa
  • o número 666, não uma representação
  • uma marca, como uma tatuagem
  • visível a olho nu
  • sobre a pele, e não dentro da pele
  • facilmente reconhecível, e não duvidosa
  • recebida de forma voluntária; portanto, as pessoas não serão ludibriadas para recebê-la involuntariamente
  • usada após o Arrebatamento, e não antes
  • usada na segunda metade da Tribulação
  • necessária para comprar e vender
  • recebida universalmente por todos os não-cristãos, mas rejeitada pelos cristãos
  • uma demonstração de adoração e lealdade ao Anticristo
  • promovida pelo falso profeta
  • uma opção que selará o destino de todos os que a receberem, levando-os ao castigo eterno no lago de fogo.
A marca da besta é uma opção que selará o destino de todos os que a receberem, levando-os ao castigo eterno no lago de fogo.
Talvez na história ou na Bíblia nenhum outro número tenha atraído tanto a atenção de cristãos e não-cristãos quanto o "666". Até mesmo os que ignoram totalmente os planos de Deus para o futuro, conforme a revelação bíblica, sabem que esse número tem um significado importante. Escritores religiosos ou seculares, cineastas, artistas e críticos de arte fazem menção, exibem ou discorrem a respeito dele. Ele tem sido usado e abusado por evangélicos e por membros de todos os credos, tendo sido objeto de muita especulação inútil. Freqüentemente, pessoas que se dedicam com sinceridade ao estudo da profecia bíblica associam esse número à tecnologia disponível em sua época, com o intuito de demonstrar a relevância de sua interpretação. Mas, fazer isso é colocar "a carroça na frente dos bois", pois a profecia e a Bíblia não ganham credibilidade ou legitimidade em função da cultura ou da tecnologia.
Conclusão
O fato da sociedade do futuro não utilizar mais o  vivo será usado pelo Anticristo. Entretanto, seja qual for o meio de troca substituto, ele não será a marca do 666. A tecnologia disponível na época da ascensão do Anticristo será aplicada com propósitos malignos. Ela será empregada, juntamente com a marca, para controlar o comércio (como afirma Apocalipse 13.17). Sendo assim, é possível que se usem implantes de chips, tecnologias de escaneamento de imagens e biometria para implementar a sociedade amonetária do Anticristo, como um meio de implantar a política que impedirá qualquer pessoa de comprar ou vender se não tiver a marca da besta. O  da tecnologia é mais um dos aspectos que mostram que o cenário para a ascensão do Anticristo está sendo preparado. Maranata! 
  1. Robert L. Thomas, Revelation 8-22: An Exegetical Commentary (Chicago: Moody Press, 1995), pp. 179-80.
  2. Thomas, Revelation 8-22, p. 181.
  3. Thomas, Revelation 8-22, p. 181.
  4. Sir William Ramsay, The Letters to the Seven Churches (New York: A. C. Armstrong & Son, 1904), p. 107.
  5. Thomas, Revelation 8-22, p. 182.
  6. Thomas, Revelation 8-22, p. 185.



Tradução e Comentários: Blog A Nova Ordem Mundial

As ações da VeriChip Corp (CHIP.O) triplicaram (173%) após a companhia declarar que havia ganho a concessão de uma licença exclusiva para duas de suas patentes, o que deverá ajudá-la a desenvolver sistemas de detecção de vírus implantáveis em seres humanos.

As patentes, de propriedade da parceira VeriChip Receptores LLC, são a respeito de bio-sensores capazes de detectar o H1N1 e outros vírus, e ameaças biológicas, tais como Staphylococcus resistente a antibióticos, disse a VeriChip disse em um comunicado.

A tecnologia vai ser combinada com dispositivos implantáveis de identificação por rádio freqüência da VeriChip para desenvolver sistemas de triagem de detecção de vírus.

O sistema de triagem irá fornecer vários níveis de identificação - o primeiro vai identificar o agente vírus ou não, o segundo nível irá classificar o vírus e alertar o utilizador para a presença ameaça de vírus pandemicos e o terceiro nível vai identificar o agente patogênico, VeriChip declarou em um documento publicado 7 de maio de 2009.

As ações da VeriChip tiveram uma alta de 186 porcento a $3,28 no final da tarde desta segunda-feira na Nasdaq. Eles atingiram a alta anual de 3,43 dólares no início da sessão.

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Um adendo altamente especulativo nos níveis de triagem (dica do Aldemar):

Quarto nível: Após detectar uma ameaça pandemica no organismo do usuário, o chip libera uma descarga de 50.000v de corrente contínua, associada a uma dose letal de cianureto, o que levara o cidadão a morte, evitando, desta forma que a ameaça se espalhe, uma vez que o chip também emite um aviso ao CCD da contaminação e recebe então as instruções das providencias a serem tomadas.

Vimos a menos de um mês atrás a declaração da VeriChip de que estariam trabalhando em um chip implantável para detectar se o seu portador teria o H1N1 ou outros vírus, e também um sistema de implantes para catalogar corpos (e com GPS) em caso de uma catástrofe natural ou não. No fim tudo parace tudo estar se combinando, a gripe suína aparecendo "do nada", as vacinas sendo descobertas no dia seguinte depois do aumento para nível 6 e as ações das respectivas empresas disparando no mesmo dia, enquanto nos EUA agora se confirma algumas histórias de uso de braceletes com chips para registrar quem já tiver tomado a vacina. Porém, as autoridades ao mesmo tempo declaram que o H1N1 até agora não sofreu uma mutação para alguma coisa mais séria e que o H1N1 e a gripe comum tem taxas de mortalidade similares. Não sei, mas para mim alguma coisa não bate bem nisto tudo.

Fontes:

Próximo passo no pânico da gripe suína: Microchips Implantáveis para Detectar o H1N1 
Reuters: VeriChip shares jump after H1N1 patent license win

Microchip - Contrato assinado

Postado por Inicio do Fim quarta-feira, 3 de agosto de 2011 0 comentários

Talvez as histórias de ficção científica devessem ser ensinadas nas escolas. E o futuro está chegando, com uma empresa privada marcando você como gado, controlando seus passos, controlando seu comportamento e sabendo mais sobre sua vida do que você mesmo. E que governo não gostaria de controlar estes dados? Mas será que o governo brasileiro vai permitir isso?
A empresa VeriChip Corp assinou, há dois dias, um contrato sigiloso de distribuição exclusiva no Brasil do VeriChip RFID, para a implantação de milhares de chips localizadores subcutâneos modelo Solusat. Mais de 800 unidades já estão sendo preparadas para chegar ao país.

Por meio deste chip, inicialmente instalado somente em gatos, cachorros e corpos de soldados americanos no campo de batalha, qualquer pessoa pode ser localizada em qualquer lugar do planeta, a qualquer hora, por meio de scanners localizadores especiais. Quando o scanner é aproximado da pessoa, o chip "liga", enviando um número de registro com todas as informações do usuário diretamente para os computadores de controle.

A empresa já anunciou que brevemente a localização será feita diretamente por satélites. Nos Estados Unidos a FDA (Food & Drug Administration) está proibindo a venda casada com informações sobre os cidadãos americanos, por isso a empresa se voltou para a América do Sul e alguns países europeus.
Há discussões, nos Estados Unidos, para exigir que viajantes que entrem no país, no futuro, usem obrigatoriamente o chip -- informação negada, naturalmente. A informação foi dada pela revista Business Wire que garante que mais de 5000 chips localizadores já foram encomendados pelo Brasil e México. A empresa Metro Risk Management Group, LCC, é o distribuidor exclusivo do sistema no Brasil.
A empresa controladora da VeriChip é a Applied Digital Solutions, Inc., e em um artigo publicado em janeiro de 2002 na EETimes a empresa controladora informou que este é um mercado que pode gerar "70 bilhões de dólares por ano", sim, bilhões. Isso, se a sociedade permitir que as populações sejam numeradas como gado. O QUE É O CHIP -- e seus perigos O VeriChip é um microchip transmissor, implantado sob a pele, que emite um sinal localizador de rádio (radio frequency identification, RFID) que, segundo a empresa, pode ser usado para uma "variedade de situações de segurança, análise financeira, identificação de emergência e outras aplicações".
Especialistas em liberdades individuais dos Estados Unidos destacam as "outras aplicações" e o risco de que, no futuro, todas as pessoas sejam forçadas a ter implantes identificadores no corpo, tornando os governos totalmente informados sobre quem é você, onde você vai (durante toda a vida), o que você faz, o que você compra, com quem você fica.... e uma infinidade de outros perigos. Use a sua imaginação para saber que tipo de dados estarão nas mãos de algumas poucas pessoas e empresas... Uma população totalmente controlada seria um prato perfeito para uma nova ditadura mundial.
A própria empresa informa que os chips podem ser usados para "defesa nacional" e quem tem dois neurônios sabe o que isso significa realmente para a oposição de qualquer país, qualquer que seja a época. O que a empresa objetiva é que cada pessoa tenha um chip verificador para entrar em instalações do governo (usinas nucleares, laboratórios nacionais de pesquisa, prisões e outro lugares "sensíveis") e aeroportos, navios e estações rodoviárias, "para facilitar o trânsito das pessoas e acelerar a administração dos transportes." O sonho de ditadores está nascendo. E, por incrível que pareça, agora o Brasil é o país do "futuro". TUDO SOBRE VOCÊ A empresa acabou de divulgar que, brevemente, estará no mercado o VeriPass e o VeriTag, que permitirão associar o número da pessoa a sua bagagem (antes e depois da viagem), aos bancos de dados das companhias aéreas e aos serviços de segurança policial.
Em um país como o Brasil, no qual criminosos se elegem para se protegerem da justiça e em que a polícia tem parte de sua corporação dominada por "funcionários" de criminosos, não vai sobrar nenhuma testemunha para mais nada, já que qualquer testemunha terá seus passos registrados. Cada passo. Naturalmente, haverá uma montanha de garantias de que a privacidade das pessoas será mantida e que ninguém mais saberá quando você foi até a igreja, comeu pizza ou fechou um negócio internacional. Mas todas essas garantias, como sempre, serão esquecidas e superadas pelos criminosos e pelos futuros ditadores que assumirem este ou qualquer outro país.

São garantias falsas. Ponto final. A mentirosa explicação de que os celulares pré-pagos precisavam ser registrados para evitar que fossem usados pelo crime organizado serviu apenas para criar bancos de dados milionários para as empresas de telecomunicações e para redes internacionais de controle. Basta dar o nome completo de um brasileiro para algumas empresas americanas e pagar 450 dólares para ter o número de celular desta pessoa, seus dados pessoais, as informações do banco de dados da Serasa (sim, aquela que garante que isso não acontece) e até o movimento bancário dessa pessoa. Ilegal, perigoso e controlado por grupos privados não-brasileiros. Receita para o desastre.
O LADO BOM O chip também tem um lado bom. Usuários de marca-passos e outras pessoas que precisam ser identificadas rapidamente, com seu histórico médico, podem ser salvas pelo sistema. Na verdade, a empresa usa este "marketing" para conseguir dar os primeiros passos no mercado. Em um país cheio de seqüestros, como o Brasil, o sistema também ajuda um pouco, mas logo os satélites americanos já estarão aptos a registrar a posição dos usuários em tempo real em qualquer lugar do planeta e então os seqüestradores serão detectados rapidamente. Isso até que comecem a cortar braços e pernas dos seqüestrados, para que digam se estão usando um localizador... O ACORDO COM O BRASIL Segundo as informações divulgadas pela empresa, 800 chips estão sendo enviados para o Brasil, além de 24 scanners de detecção.
O acordo para distribuição no país tem duração prevista de 5 anos nos quais 75 mil chips de identificação devem ser implantados em cidadão brasileiros, além de haver previsão de 3.800 scanners de detecção.

PREVINA-SE DA MARCA

Postado por Inicio do Fim domingo, 24 de julho de 2011 1 comentários

previna-se da marca

PREVINA-SE DA MARCA

Nas vésperas do último aniversário da cidade, Rio Claro amanheceu repleta de outdoors com a mensagem “Previna-se da Marca”, numa referência clara à “marca da besta” mencionada no livro do Apocalipse. Trata-se de um “microchip” cilíndrico, do tamanho de um grão de arroz, que, hoje, discreta e lentamente, vem sendo implantado em nossa civilização e já pode ser encontrado sob a pele de certas pessoas ricas ou famosas, que preferem ser os primeiros portadores deste minúsculo aparelho, pois se tornando, com ele, “rastreáveis” por satélite, não sejam alvos de seqüestros. Em países como os Estados Unidos também estão sendo implantados em prisioneiros sob liberdade condicional, para localizá-los em caso de fugas. Até mesmo aqui, em Rio Claro, já faz aproximadamente dois anos, que este dispositivo vem sendo aplicado por veterinários em animais de estimação, para que, estes, possam ser encontrados por satélite, em caso de se perderem. Criadores de bovinos têm, atualmente, marcado seu gado com este sinalizador, obtendo, com isso, não apenas a localização e identificação dos seus rebanhos, mas disponibilizando, também, uma ficha veterinária digital, que pode ser acessada em qualquer parte, através de um simples microcomputador. Para verificação da sua procedência, a vigilância sanitária da União Européia não admite que ingresse em seus territórios qualquer tipo de rebanho que não tenha sido “chipado”. De fato, nos dias em que os tais outdoors foram colocados, o jornal cidade recebeu inúmeras ligações telefônicas apoiando a divulgação dessa informação e, também algumas, pedindo maiores esclarecimentos sobre o assunto, demonstrando a necessidade de maiores explicações sobre o assunto veiculado tanto nas ruas como nas páginas deste jornal. À esquerda do observador, os outdoors exibiam a figura de uma pirâmide, em cujo ápice havia um triângulo com um olho dentro. Em torno deste símbolo, estavam escritos, em latim, os dizeres: “Anuit Coeptis Novus Ordo Seculorum”, cujo significado é: “Anunciando a criação de uma Nova Ordem Mundial”. Este símbolo esotérico encontra-se num selo que pode ser observado em todas as notas de um dólar, desde 1933, quando sua inserção foi decretada pelo presidente Franklin Delano Roosevelt, um “grau 32”, da maçonaria norte-americana. A assim chamada, “Nova Ordem Mundial” é a implantação de um sistema global de governo, em substituição da atual ordem mundial vigente, que para isso, precisa ser destruída.
previna-se da marca
O aniquilamento desta, vem sendo progressivamente obtido pela ação de certas sociedades secretas através da instalação de um “caos controlado” que tem deteriorado as mais fundamentais instituições de nossa civilização, como o matrimônio, a família, o cristianismo, o patriotismo, a moral e os bons costumes. Elas vêm realizando essa progressiva e proposital degradação cultural através da divulgação, a nível global, de certas convicções nocivas à nossa cultura, mas que se tornam bem aceitas ao serem apresentadas como “novas idéias”. Estas são armas muito poderosas, cuja função é abalar e minar os pilares sobre a qual nossa sociedade se alicerça, tais como, a hierarquia e a união conjugal e familiar, a religião genuinamente cristã com seus mandamentos, bem como, a autoridade da estrutura governamental e o todo e qualquer respeito por ela. Escalando pessoas corruptas para a vida política, a Nova Ordem Mundial faz com que ocorram vários escândalos, em todos os níveis administrativos, e isso tem sucedido nas mais diferentes nações. Ao serem devidamente divulgados pela mídia sensacionalista, estes fatos lamentáveis, criados propositadamente, suscitam grandes decepções e desilusões entre as massas populares, que lhes rouba toda a esperança e destrói toda a confiança nas suas instituições. Fazendo isso, estas organizações estão criando em toda a humanidade uma grande avidez por um governo único mundial que a livre deste desencanto e alienando-a, para que não faça qualquer resistência ao golpe de estado universal que estão preparando para implantar este domínio. Agem também, através da divulgação, dentro e fora das igrejas, de diversas heresias e conceitos pagãos, que vêm sendo apresentados como verdades cientificas. Por meio desta estratégia, a Nova Ordem Mundial, através de seu movimento espiritual, a “Nova Era”, aos poucos, esta conseguindo perverter o cristianismo bíblico e substituí-lo por uma espiritualidade apóstata, pseudocientífica e pseudocristã. Como resultado, muitas denominações vêm idolatrando o “poder do pensamento positivo” e, principalmente, o “poder das palavras” como se estas técnicas de feitiçaria fossem dádivas provenientes do verdadeiro Deus. Através dessas “novas idéias”, a Nova Ordem tem estimulado, por várias décadas, o divórcio e o conflito de gerações, abalando, por meio deles, a instituição da família (que é a “célula-máter” da sociedade). Este movimento espera com isso, substituir, um dia, a família pela “moderna” estrutura conjugal do “casal transpessoal”, uma espécie de “casamento aberto”, idealizado e pregado pelo movimento Nova Era, um novo tipo de costume de natureza “religiosa” que admite que seus cônjuges tenham múltiplos parceiros, participem de orgias ou façam qualquer outra libertinagem, até mesmo o homossexualismo. A disseminação desta prática entre a população, interessa ao vindouro governo mundial, pois, uma vez generalizada, funcionará como uma grotesca forma de controle de natalidade. Em outras palavras, quando esta conspiração está pregando e anunciando a criação uma “Nova Ordem Mundial”, não se refere apenas às mudanças que vêm se processando no âmbito político ou econômico, mas, também ao abandono do uso natural do sexo oposto, por um outro, contrário à natureza. Planejam mudar a ordem normal de todas as coisas, inclusive a atual ordem biológica reprodutiva. O conjunto de princípios sobre os quais este movimento se baseia, ou seja, a doutrina cabalística, ensina que estamos às portas de um novo tempo para a humanidade, chamado “era do reino” ou “milênio”. Segundo este ensinamento este período produzirá modificações tão profundas no universo, que o “mais sublime” cumprimento da lei divina será a desobediência dela, inclusive no tocante aos hábitos sexuais, o que justifica, em termos religiosos, a mudança na ordem normal da reprodução humana. Este conceito pagão também está sendo progressivamente incutido na população, pela religião única mundial, que está em formação no âmbito da ONU. A Organização das Religiões Unidas prega a adoção do homossexualismo como um terceiro sexo, que, sendo considerado normal por todos os povos, colaborará com a diretriz política de controlar o crescimento populacional através da prática do ato sexual com pessoas do mesmo sexo. Segundo o “dialeto” neocomunista da “Nova Ordem Mundial” artifícios como estes são ações “imprescindíveis” para garantir um “crescimento sustentável” à humanidade. O fato é que a “religião”, a “política”, a “ciência” e a “filosofia” estão se unificando em favor da implantação de uma ditadura marxista global, que paradoxalmente, será governada pelos líderes da Nova Ordem: os banqueiros internacionais ocultistas.
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Estes financistas da cabala, preconizando a globalização como um processo inevitável de modernidade, estão induzindo, até mesmo as empresas multinacionais, a se fundirem umas às outras, para que formem gigantescos monopólios sob seu controle. Quando toda a infra-estrutura do globo terrestre se encontrar em suas mãos, aplicarão um golpe de estado universal e assumirão o poder em todos os países, ao mesmo tempo. Nessa ocasião, será oficialmente implantado um governo único mundial cuja liberdade de culto se limitará à religião única mundial, cuja participação na economia somente será possível por meio do “dinheiro digital” que será adotado quando todas as cédulas de papel forem retiradas de circulação.
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Quando aqueles outdoors exibiram uma placa de sinalização proibitiva sobre o símbolo da Nova Ordem Mundial estavam repudiando este plano diabólico, que, apesar de ter uma aparência benéfica, na verdade, tem como único objetivo assumir o controle total sobre a civilização para transformá-la numa sociedade escravagista. Inicialmente esta globalização política se apresentará como um socialismo democrático que rapidamente irá se convertendo num comunismo soviético global, sob a direção dos banqueiros internacionais. O estado totalitário que resultará disso ficará em condições de dominar mais de sete bilhões de pessoas equipando seu serviço de inteligência com o rastreamento por satélite. Isso será obtido através da conversão de todos os cartões de débito em “microchips financeiros”, a serem injetados sob a pele de cada cidadão, na mão ou na testa. A inoculação deste minúsculo aparelho, além de se converter num mecanismo de repressão a qualquer resistência política, funcionará, também, como uma espécie de “batismo”, um tipo de “cerimônia de iniciação”, que estará introduzindo todos os cidadãos que quiserem participar da economia em membros da religião mundial da Nova Era. A conexão entre esta nova espiritualidade global e a moeda única digital será feita através do Código Internacional de Produtos, conhecido como “código de barras”, hoje amplamente utilizado nos sistemas informatizados de todo o mundo. Entre as inúmeras barras de cada um desses códigos de barras, existem três barras mais longas, e iguais, chamadas “barras de guarda”. Elas têm como função abrir, encerrar e dividir a leitura deste número codificado, identificando assim, cada produto a nível internacional. O formato destas três barras, comuns a todos os códigos de barras, corresponde, na “linguagem” do leitor óptico, ao número SEIS. Portanto, em cada código de barras existe o número 666 que, biblicamente, é conhecido como o número da besta, que é o Anticristo, ou o falso messias de Israel que, como líder mundial, procurará se colocar no lugar de Jesus, como um “novo cristo”.
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O fato é que, de forma imperceptível, a “marca da besta” já está sendo implantada e os out-doors alertaram para isso. Por esta razão exibiam à direita uma outra placa de sinalização proibitiva, desenhada sobre um código de barras, para lembrar que Deus proíbe que se receba este número sob a pele, mesmo que esteja em código. A Bíblia afirma claramente que os que aceitarem a inoculação deste microchip em seus corpos serão lançados do lago de fogo. Por outro lado, ela avisa que os que não o receberem estarão excluídos da economia e, por isso, sem qualquer meio de subsistência, pois ficarão privados de comprar ou vender, conforme a profecia do livro de Apocalipse. (capítulo 13) A boa notícia é que existem maneiras de sobreviver a esta situação sem ser obrigado a submeter-se à tal “ iniciação luciferiana em massa ”. É possível prescindir do “vil-metal” para viver através de uma estrutura que possibilite a obtenção de alimentos sem a necessidade de dinheiro, que pode ser obtida criando-se comunidades cristãs agrícolas e exercendo o antigo sistema de trocas. Por este motivo, a Nova Ordem Mundial tem usado escritores conferencistas e líderes religiosos “cristãos” que são suas “marionetes” para impedir que evangélicos e pentecostais compreendam a necessidade urgente de se adotar medidas preventivas para não serem obrigados a receber a marca da besta.
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Os “manipuladores” deste grande exército de “fantoches” são os grandes capitalistas internacionais e as “cordas”, que controlam todos eles, são as “convicções”, idéias que os meios de comunicação incutem habilmente na mentalidade popular, atendendo aos interesses dos dominadores, e que os povos passam a considerar como verdades irrefutáveis. Como o pensamento religioso sempre foi um fator de controle sobre os povos, os “chefões” da Nova Ordem Mundial têm investido incalculáveis somas e arregimentando um verdadeiro batalhão de teólogos impostores, destinados à fundar inúmeras religiões pseudocristãs , cujo como dogma principal é a concepção mitológica de que a igreja deverá ser retirada da terra antes da “ Grande Tribulação ”, período em que o Anticristo estará governando todo o mundo. Por pregar um retorno de Cristo antes da “tribulação” esta doutrina antibíblica ficou sendo conhecida como “arrebatamento pré-tribulacionista”. Para induzir os crentes a aceitar este engodo, os falsos profetas precisaram distorcer interpretar erroneamente várias passagens da Bíblia, pois tais ensinamentos não constam em parte alguma das Escrituras.

PRECONCEITO EM MASSA

Apesar de atribuírem sentidos claramente absurdos aos trechos bíblicos, os pregadores prétribulacionistas têm obtido grande aceitação para esta doutrina, por transmiti-la com o auxílio de poderosas técnicas de lavagem cerebral, como a repetição exaustiva de passagens mal interpretadas e o uso abusivo de palavras-chave, bem como, de frases-jargão. Agindo como verdadeiros hipnotizadores profissionais, estes líderes religiosos aprenderam como colocar suas congregações em estado alfa, o que faz suas ovelhas se tornarem vinte e cinco vezes mais sugestionáveis do que no estado normal. Uma das formas usadas para isso é o “novo” costume de posicionar, perante a igreja, algumas jovens trajando vestes esvoaçantes dançando e movimentando fitas coloridas de forma constante e monótona, ao som de cânticos com ritmo semelhante às batidas de um coração. Por ser hipnótica, esta simples atividade repetitiva tem o poder de tornar os participantes muito mais receptivos ás palavras do pregador. Desenvolvidos cientificamente para manipular as mentes dos cristãos, tais métodos cuja origem se encontra no ocultismo, estão sendo abusivamente usados por certos pastores que estão induzindo a igreja a aceitar ensinamentos sem nenhum respaldo bíblico como a idéia de que a igreja não pode passar pela grande tribulação. O objetivo é induzir os cristãos a não se prevenirem contra a obrigatoriedade da inoculação da marca da besta, convencendo-os que o Anticristo somente se manifestará depois do arrebatamento da igreja.
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A doutrina do arrebatamento antes da tribulação, tem, na realidade, a função de persuadir as igrejas a não preparar uma estrutura que lhes forneça alimentos sem a necessidade de dinheiro, e que poderia livrá-los do microchip financeiro com o número 666 no código de barras, sem precisar morrer de fome. Através de lavagem cerebral, os ministros cabalistas estão criando uma espécie de “preconceito em massa” que transforma os cristãos em “crentes bravos”, condicionados a receber com “ressentimento amargo” e ira “santa” qualquer crença fora do “padrão de interpretação pré-tribulacionista” considerando essa posição uma falta de fé “imperdoável”. Processos semelhantes a estes, estão infiltrando, também, em todas as denominações, um outro ensinamento chamado “doutrina do milênio”, que é a falsa crença na implantação de um reinado terrestre de Cristo em Israel, com a duração de mil anos, após sua segunda vinda. Fazendo com que os povos confundam a volta de Jesus, que brilhará nos céus como um relâmpago, com uma nova vinda messiânica, na qual o “Cristo” viria para a terra nas dimensões de um simples ser humano, para implantar seu reinado milenar. Através desta outra modalidade de “preconceito coletivo” os “reis da terra” têm usado seus “fantoches” teológicos para induzir os povos a se engajarem na construção da Nova Ordem Mundial, pois os cristãos que acreditarem neste engano serão induzidos a pensar que este falso messias de Israel seria o próprio Jesus Cristo, em sua segunda vinda. Um delírio coletivo semelhante a este foi observado na Alemanha durante a segunda guerra mundial, quando os nazistas usaram este tipo de técnica de lavagem cerebral em massa para convencer os alemães que seu país se encontrava destinado a governar o mundo num “Reich” de mil anos. Este milenarismo nazista postulava que um “paraíso” terrestre seria implantado em nosso planeta naqueles dias, assim que o terceiro Reich dominasse o mundo. Este tipo de convicção propagada por Hitler para motivar os alemães é a mesma crença que, hoje, tem sido semeada nas igrejas pelos detentores do poder. Cabalistas e maçons têm sido usados pela Nova Ordem Mundial para difundir estas duas heresias infiltrando-se, como mestres e teólogos evangélicos, nos seminários e institutos bíblicos do protestantismo. Apesar de serem apresentadas como doutrinas bíblicas, ambas foram criadas a partir do judaísmo talmúdico cabalista, uma crença voltada para um nacionalismo étnico religioso, de natureza até mais racista que o próprio nazismo. Além disso, o judaísmo talmúdico cabalista, que teve origem na Babilônia, consiste-se numa modalidade de gnose, que é o conjunto de sistemas filosóficos e religiosos que oferecem a salvação por meio da aquisição de conhecimentos secretos adquiridos através da “iluminação” mística, ou seja, por meio de práticas de ocultismo. A gnose postula que em Deus, existiriam, ao mesmo tempo, duas naturezas opostas, mas em igualdade, que fariam dele um ser impessoal formado pela união dos dois princípios geradores da vida, o masculino e o feminino. Segundo este doutrina, a divindade teria se manifestado no âmbito físico através da bipolaridade existente em todo universo: luz e as trevas, “bem” e “mal”, positivo e negativo. No entanto, além deste conceito ilógico, de que Deus seria, ao mesmo tempo, bom e mau, a gnose sustenta, também, em sua vertente maniqueísta, que estes seus dois aspectos freqüentemente se encontrariam invertidos e que não haveria diferença substancial entre eles. Em outras palavras, o gnosticismo maniqueísta afirma que o bem é o mal e o mal é o bem, uma concepção característica dos sistemas filosóficos satanistas, cuja visão do mundo se encontra “às avessas”, tratando-se, portanto, de uma modalidade de satanismo. Por traz destas heresias que, furtivamente, se infiltraram nas igrejas, encontra-se o movimento Nova Era, que tem promovido, pelo mundo todo, a globalização religiosa para estabelecer uma progressiva fusão de todas as religiões numa espiritualidade padronizada de natureza gnóstica. As sementes deste movimento político-religioso foram plantadas em 1865, por Helena Blavatski, quando esta fundou a Sociedade Teosófica, que, pela primeira vez, passou a divulgar publicamente a gnose, na forma de um sistema filosófico denominado teosofia, que se consiste numa mistura entre a filosofia oriental e o misticismo hindu. Ao se tornar o esoterismo judaico, a teosofia passou a ser conhecida como cabala, o esoterismo judaico.
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Apesar de ser uma forma de gnose maniqueísta, por meio dos rabinos, a cabala, assumiu o controle total sobre o judaísmo desde o século dezesseis. A partir do século dezenove, os evangélicos pentecostais, convencidos por sua vez, pelos falsos mestres enviados pelas sociedades secretas, aproximaram-se do judaísmo, e assimilaram a espiritualidade “luciferiana” contida na cabala, pensando que estavam recebendo ensinos desconhecidos sobre o Velho Testamento. Foi assim que muitos ensinamentos do judaísmo talmúdico cabalista disseminaram-se entre as igrejas, embutidos nas doutrinas que pregam um arrebatamento dos crentes antes da tribulação, e um reinado milenar terrestre de Cristo depois da sua segunda vinda. Por meio de engenhosos enganos, além de introduzirem uma esperança judaizante no cristianismo, estes falsos profetas também transmitiram, no seu âmbito, os ensinos gnósticos da Nova Era, apresentando-os disfarçados nas alianças do judaísmo acopladas à divisão cabalística das idades (na forma de sete eras que denominaram “ dispensações ”). Esta decomposição esotérica da história humana, repartida, sem qualquer respaldo bíblico, em diversas fases com base nas tradições orais judaicas (cabala), tornou-se o fundamento das heresias milenarista e pretribulacionista . Apesar de repudiarmos qualquer tipo de discriminação racial ou religiosa, por serem contrárias aos ensinamentos de Jesus, a veemente necessidade do momento tem nos obrigando a apontar, para o benefício da igreja, as origens dessas crenças que, apesar de serem pagãs, estão sendo amplamente aceitas no seio do cristianismo. (disfarçadas nas pregações a respeito de um arrebatamento dos crentes antes da tribulação e de um futuro reinado milenar terrestre de Cristo depois de sua segunda vinda)

Ainda que, para alguns, tais revelações possam parecer ofensivas, não há qualquer intenção de divulgá-las para ferir, quem quer que seja, em sua dignidade de ser humano, pois a missão do cristão é justamente o oposto disso, ou seja, prestar um serviço ao próximo, informando a cada um sobre a verdade em seu próprio benefício. Todos têm o direito de saber a realidade dos fatos e os que são afetados por eles, mais ainda. A despeito de ser uma atitude desagradável, esta denúncia é absolutamente necessária para a defesa da fé cristã, pois somente avisando os cristãos a respeito desta infiltração esotérica em suas igrejas, será possível, para eles, libertar-se dos fortes laços que aprisionam suas mentes aos mitos babilônicos e cabalísticos das doutrinas pretribulacionista e milenarista, e assim possam permanecer fiéis à fé que professam, a qual deveria basear-se unicamente na Palavra de Deus. De fato, a Nova Era tem invadido as igrejas protestantes, por meio dessas “fabulas judaicas”, pois estas “idéias”, são provenientes do judaísmo, uma religião que vem sendo dominada pela cabala há séculos. Estes conceitos fantasiosos funcionam como “cordas” que transformam os que pastoreiam os rebanhos de Deus em “fantoches” a serviço dos bancos internacionais que, por sua vez, pertencem ao judaísmo talmúdico cabalista.

Por meio do seu alto teor de ocultismo (gnose), estas doutrinas estão fazendo com que os evangélicos confundam a verdadeira esperança cristã que é a volta de Jesus como um relâmpago cingindo os ares, com a equivocada expectativa judaica da chegada de um novo messias à terra (que, sendo uma outra vinda messiânica, trata-se do próprio Anticristo).

Para transfigurar a cabala numa doutrina cristã, alguns agentes cabalísticos maçons foram enviados aos seminários teológicos e institutos bíblicos, para ensinar, tanto nestes centros de formação ministerial, como em igrejas e encontros, a doutrina do gnosticismo maniqueísta, apresentando-o por meio de uma terminologia pseudocristã e com o apoio de versículos bíblicos mal aplicados, os quais foram associados à poderosas técnicas de lavagem cerebral , hipnose e manipulação mental de massas.

Estes verdadeiros “profetas de Baal”, transfigurados em ”ministros do evangelho”, tornando-se teólogos, líderes religiosos e pastores propagaram o esoterismo judaico entre os protestantes, disfarçando-o nas doutrinas do arrebatamento secreto (pretribulacionista) e do milênio , obtendo, para a cabala, através destes enganos, grande aceitação entre os pentecostais. Esta fantasia mítica sobre um retorno secreto para arrebatar secretamente a igreja , traz em si um traço tão furtivo que também é conhecida como “ teoria do rapto secreto. Este perfil doutrinário tem como intuito reproduzir na teologia cristã, a atitude privada e dissimulada, das religiões de mistério da Babilônia e do esoterismo praticado pelas sociedades secretas. Estes aspectos, aliados à sua faceta particular, oculta privada e misteriosa, comprova a origem esotérica , do mesmo, o que demonstra que o arrebatamento secreto é um ENGANO COMPLETO. Apesar disso, ele vem sendo ensinado, em vastas porções do mundo evangélico, e sendo divulgada até mesmo através de grandes “best-sellers” e filmes holywoodianos, como o longa-metragem “Deixados para traz”, que tem sido custeados pelos poderosos financistas praticantes do judaísmo talmúdico cabalista, está se expandindo de forma espantosa. Diante desse alerta, cabe ao cristão, que “nasceu de novo”, empreender uma séria investigação bíblica, onde, certamente poderá constatar que nem a doutrina pré-tribulacionista, nem a milenarista, têm qualquer base nas Escrituras Sagradas. Elas, na verdade, foram criadas a partir de uma religião não cristã, o judaísmo talmúdico cabalista , que além de ser uma modalidade de gnosticismo maniqueísta apoiada num exacerbado nacionalismo étnico religioso, de natureza até mais racista que o nazismo.

AS “FABULAS JUDAICAS” REFLETEM

A DUPLICIDADE DO DEUS CABALÍSTICO-BABILÔNICO

Sabendo as origens destes ensinos, é mais fácil perceber que esta visão profética não passa de um engodo teológico com a finalidade política de convencer os cristãos a não ser estruturarem para evitar a inoculação do microchip financeiro, que seria a inoculação da marca da besta em seus corpos, preparando uma estrutura que lhes forneça alimentos sem a necessidade de dinheiro. Confiar em palavras falsas sobre um arrebatamento antes da tribulação pode comprometer a salvação de muitos, pois leva os cristãos a não se prepararem para escapar à dependência do minúsculo dispositivo com o código de barras e o número 666, que será injetado na mão ou na testa de cada cidadão.
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Os organizadores da Nova Ordem Mundial, não escondem que este processo visa a realização de uma iniciação luciferiana em massa, o que significa que a inserção do microchip sob a pele é um pacto com o diabo. O único meio de evitar esta morte espiritual, é assumir a atitude das cinco virgens prudentes, da parábola das dez virgens, que providenciaram “óleo de reserva” para esperar pelo “noivo”, ao contrário das “cinco virgens loucas”, que não se preveniram e, por isso, ficaram fora das Bodas do Cordeiro. Quando Noé começou a construir, em pleno deserto, uma gigantesca embarcação, num mundo em que não havia chuva, a maioria das pessoas o considerou louco. Quando, porém, os céus começaram a despejar imensas quantidades de água, aqueles que assim pensaram, percebendo que o dilúvio destruiria tudo, procuraram encontrar alguma embarcação para se salvarem, mas já era tarde. Ao verem tais mudanças e, depois, até as mais elevadas montanhas serem cobertas pelo mar enquanto a sólida arca subia sobre a superfície da água, os que foram destruídos pelo dilúvio prefiguraram a situação dos que, surpreendidos pela chegada do Anticristo, retirando todo o dinheiro e os cartões de circulação, sem que ninguém tivesse sido arrebatado, os cristãos que não tiverem preparado uma estrutura para obter alimentos sem a necessidade de dinheiro, ao ficarem impossibilitados de comprar ou vender, por recusar o microchip buscarão, da mesma forma que os contemporâneos de Noé, alguma forma para sobreviver na grande tribulação sem receber a marca da besta e ir para o lago de fogo. Neste momento, contudo, já não haverá mais possibilidade para isso. Ao se passarem dias ou semanas a maioria dos que não se prevenirem por não conseguir qualquer alimento e ver seus familiares morrendo de fome, vão ceder à pressão da Nova Ordem Mundial e aceitarão a marca, submetendo-se à iniciação luciferiana. Sabendo que lhes restará pouco tempo de vida, por terem condenado a si mesmos a ficarem no fim do mundo, verão os santos de Jesus subindo com o Senhor da mesma forma que os mortos pelo dilúvio viram a família de Noé sendo salva através da arca que subia em meio às ondas.
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