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Assassinos Coroados

Postado por Inicio do Fim segunda-feira, 4 de outubro de 2010 0 comentários

A Toca do Coelho 


Conexão Nazista

Sacrificios Humanos

O Selo de Salomão - O Grimório Gotica


ESSE DOCUMENTÁRIO FOI PROIBIDO NO BRASIL, ASSISTA E VEJA O PORQUE....





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UNIDADE 731

Postado por Inicio do Fim 0 comentários


***A descoberta de corpos sob as ruas de Tóquio obrigou o Japão a admitir que seres humanos foram usados em experiências de armas biológicas. ***
"Cortei abrindo-o do peito ao estômago enquanto ele gritava terrivelmente. Para os cirurgiões, isto era o trabalho rotineiro" Legista anônimo, UNIDADE 731
Sob o asfalto das ruas de Tóquio existem um deposito de restos humanos. Os operários que trabalhavam em Shinjuku, um movimentado e famoso bairro de Tóquio, em plena urbanização, ficaram horrorizados. A noticia dessa descoberta, ocorrida em 1989, varreu toda a cidade de Tóquio, como uma grande onda. Incapaz de ocultar a verdade por mais tempo, o governo japonês viu-se obrigado a reconhecer o mais terrível segredo da Segunda Guerra Mundial. A poucos metros das obras, esteve localizado o laboratório do tenente-coronel Shirô Ishii, pai do programa de guerra biológica do Japão: a Unidade 731.
As cobaias humanas empregadas em suas experiências foram transferidas da base da Manchúria para seu laboratório. No termino da guerra, os restos mortais destas pessoas foram enterradas em uma fossa comum e lá permaneceram ate ser descoberta em 1989. Durante 40 anos, as atividades da Unidade 731 foram o segredo mais bem guardado do Japão.
Os trabalhos da unidade permaneceram inéditos ate a descoberta, em uma loja de livros usados, de anotações feitas por um oficial da Unidade 731. Os documentos descreviam detalhadamente as experiências biológicas e demostravam que as cobaias das experiências de Shiro Ishii e sua equipe eram seres humanos. jovem Ishii era um brilhante microbiólogo do exercito. Com sua carismática personalidade, logo atraiu a atenção dos oficiais veteranos e conseguiu uma rápida promoção de posto. Aliando-se com ultranacionalistas do Ministério de Guerra do Japão, Ishii fez uma forte pressão a favor do desenvolvimento de armas biológicas.
Quando o Japão invadiu a Manchúria, em 1931, Ishii vislumbrou sua oportunidade. Com uma grande verba anual e 300 homens, sua primeira missão recebeu o nome secreto de "Unidade Togo".
Conhecidas como "Campo de Prisão Zhong Ma", as instalações da Unidade 731 foram costruídas com mão-de-obra forçada chinesa. No centro, existia um edifício , o 'Castelo Zhong Ma', que mantenham os prisioneiros em um laboratório .
Os escolhidos para os testes humanos era chamados de 'marutas', que significa troncos. Numerados em ordem crescente ate o numero 500, os prisioneiros eram desde 'bandidos' e 'criminosos' ate 'pessoas suspeitas'. Eram bem alimentados e faziam exercícios regularmente, somente porque sua saúde era vital para a obtenção de bons resultados científicos.
Quando Ishii necessitava de um cérebro humano para uma experiência, ordenava que os guardas obtivessem o órgão. Enquanto o prisioneiro era pego por um dos guardas, que segurava seu rosto contra o chão, o outro quebrava-lhe o crânio com um machado. O órgão era retirado grosseiramente e levado rapidamente ao laboratório de Ishii. Os restos mortais do prisioneiro sacrificado eram lançados no crematório do campo.
As primeiras experiências centraram-se nas doenças contagiosas, como o antraz e a peste. Em um dos testes, guerrilheiros chineses foram infectados com bactérias da peste. Doze dias depois, os infectados contorciam-se com febres de 40 graus celsos. Um desses guerrilheiros conseguiu sobreviver por 19 dias antes que lhe fizessem uma autopsia enquanto ainda estava vivo.
Alguns prisioneiros foram envenenados com gás fosfina e em outros foi aplicado cianureto de potássio. Alguns prisioneiros foram submetidos a descargas elétricas de 20.000 volts. Os prisioneiros que sobreviveram ficavam à disposição para receberem injeções letais ou para serem dissecados vivos. Cada morte era registrada por membros da unidade.
A qualidade do trabalho, assim como sua personalidade, garantiram a Shirô Ishii um crescente poder. Em 1939, pôde mudar-se para instalações tão grandes quanto o campo de concentração de Auschwitz-Birkenau da Alemanha nazista. O novo quartel general da unidade 731 situava-se em Pingfan, Manchúria.
O complexo de Pingfan possuía 6 km2 e abrigava edifícios administrativos, laboratórios, galpões, uma prisão para indivíduos submetidos aos teste, um edifício de autópsias e dissecação e três fornos crematórios. Um campo localizado em Mukden, detinha os prisioneiros de guerra americanos, britânicos e australianos, que também eram usados nas experiências.
As baixas temperaturas diminuíram o rendimento militar durante os rigorosos invernos da Manchúria. Por esse motivo, as experiências sobre o congelamento foram especialmente desenvolvidas. Alguns prisioneiros eram deixados nus, ficando submetidos a temperaturas abaixo de zero e seus membros eram golpeados com paus até que se produzissem sons secos e metálicos indicando que o processo de congelamento estava terminado. Em seguida, os corpos eram "descongelados" através de técnicas experimentais.
Em seu livro Factories of Death (Fábricas da Morte), Sheldon Harris, professor de história da universidade da Califórnia, descreve outras experiências, como a suspensão de indivíduos de cabeça para baixo, para determinar quando morreriam asfixiados. É quase indescritível a prática de injetar ar nos prisioneiros para acompanhar a evolução das embolias. Em outros indivíduos, era injetada urina de cavalo em seus rins.
Sem nenhum sentimento de culpa, Ishii redigia regularmente documentos nos quais descrevia os resultados de suas experiências. Nestes relatórios, dizia que os teste eram realizados em macacos. O uso de seres humanos como cobaias era mantido em segredo.
Até o fim da segunda guerra mundial, Ishii, então tenente-coronel, fez um pacto de juramento com seus subordinados para manter as experiências em segredo. Pingfan e outros lugares foram destruídos, e Ishii e seus homens regressaram para casa no anonimato. As atividades da unidade 731 permaneceram ocultas.
Porém, nada passa despercebido pelos serviços de inteligência. Apesar das precauções de Ishii, os aliados possuíam inúmeros dossiês sobre os principais microbiólogos japoneses. Os estrategistas dos Estados Unidos apreciavam as vantagens táticas da guerra biológica, pois os agentes biológicos podem ser introduzidos inadvertidamente nos campos de guerra, e sabiam que Ishii havia realizado tais práticas em diversas ocasiões na China e em outros lugares.
Os aliados estavam ansiosos para obter detalhes das experiências e das técnicas utilizadas por Ishii. Em particular, procuravam os relatórios das experiências com seres humanos, aos quais atribuíam um grande valor. No final da guerra, os cientistas de Fort Detrick, Maryland onde ficavam as instalações de guerra biológica dos Estados Unidos , iniciaram uma série de entrevistas com os técnicos japoneses, nenhum deles chegou a considerar as implicações éticas que o assunto envolvia.
Uma vez constatados os fatos, um cabo informou ao Departamento de Guerra de Washington que "informações posteriores reforçavam a conclusão de que o grupo dirigido por Ishii violou as normas de guerra". O relatório informava ainda: "esta opinião não é recomendação para que o grupo seja acusado".
Desejando impedir que os soviéticos obtivessem as informações de Ishii, os Estados Unidos fizeram um pacto com o próprio. Porém, era necessário vencer um importante obstáculo. As experiências deviam ser ocultadas, deveriam ser o "maior dos segredos", o mais obscuro deles. Os prisioneiros de guerra que regressavam, davam terríveis depoimentos sobres as experiências que foram realizadas neles. Se estes depoimentos se tornassem conhecidos, a opinião pública ficaria indignada e exigiria medidas drásticas. Portanto, havia apenas uma saída: o encobrimento dos fatos.
Os procuradores do tribunal de crimes de guerra de Tóquio foram orientados para que investigassem superficialmente os fatos. Os prisioneiros de guerra foram coagidos a guardar segredos. Foi oferecida imunidade a todos os membros da unidade de Ishii, em troca de informações e cooperação. Iniciava-se o maior encobrimento dos fatos de guerra. Com a descoberta, em 1989, dos corpos enterrados nos subterrâneos de Tóquio, a história veio a tona e os ex-combatentes começaram a relatar suas experiências.
"Que me mantêm se não a verdade, pois jamais esquecerei", declarou furiosamente Joseph Gozzo, antigo engenheiro de aviação, que atualmente vive em San José, Califórnia. Enquanto esteve preso, foi usado em experiências onde teve bastões de vidro introduzidos no seu reto. "não posso acreditar que o nosso governo os tenha deixado livres", disse.
Em 1986, o ex-prisioneiro de guerra Frank James relatou suas lembranças a um comitê do congresso dos Estados Unidos. "Éramos apenas pequenas peças de um jogo, sempre soubemos que existia um encobrimento", disse James.
Outro ex-prisioneiro, Max McClain, lembra que junto com seu companheiro de cela, George Hayes, eram colocados em filas para receberem injeções. Dois dias depois, Hayes lamentava-se: "Mac, não sei o que esses desgraçados me deram, mas sinto-me muito mal". Naquela mesma noite, dissecaram Hayes.
A audiência durou apenas metade de um dia e somente um dos 200 sobreviventes foi convocado. O responsável pelos arquivos do exército declarou que os documentos obtidos de Ishii haviam sido devolvidos ao Japão, ainda na década de cinqüenta. Surpreendentemente, não havia se preocupado em fazer foto copias dos documentos.
Na intenção de ocultar a verdade, os governos dos Estados Unidos e Japão, negaram que tais atrocidades tivessem ocorrido, apesar disso, uma serie de relatórios oficiais tornaram-se públicos. Em um arquivo do quartel general de McArthur, costa que a investigação da Unidade 731, foi realizada sob ordens da junta de Chefes do Estado Maior e "é essencial guardar segredo absoluto na intenção de proteger os interesses dos Estados Unidos e salva-los do escândalo". Finalmente, em 1993, o segredo oficial tornou-se publico com a abertura dos relatórios das experiências biológicas da Segunda Guerra Mundial.
Depois da guerra, muitos dos responsáveis pelas experiências japonesas tiveram muita sorte. Vários deles graduaram-se em medicina e um deles chegou a dirigir uma companhia farmacêutica japonesa. Outros ocuparam cargos que foram desde a presidência da Associação Medica japonesa ate a vice-presidência da Green Red Cross Corporatino. Um membro da equipe de congelamento chegou a tornar-se um importante empresário da industria frigorifica japonesa. Shirô Ishii morreu em 1959 sem mostrar nenhum sinal de arrependimento.
Antes de cessar suas atividades, Ishii ainda iria influenciar mais profundamente os aliados. A aceitação de seu trabalho significou que havia sido ignorado o termo que impedia a utilização de seres humanos como cobaias de experiências cientificas, estabelecido no acordo de 1925, na Convenção de Genebra. Os cidadãos dos Estados Unidos e do Reino Unido serviram de cobaias, desta vez nas cínicas mãos de seus próprios governos.
   GUERRA
***Durante mais de 40 anos, os governos do Reino Unido e dos Estados Unidos testaram armas biológicas em cidadãos desavisados. ***
As armas químicas e biológicas são os mais terríveis instrumentos de destruição em massa. Com baixo custo e de fácil produção, são capazes de dizimar o inimigo, envenenar colheitas, e deixar gerações doentes e deformadas entre os que conseguem sobreviver. Tudo isto, a um custo infinitamente menor que o armamento nuclear e sem a necessidade de grandes desdobramentos de tropas.
No final de 1947, os serviços de inteligência dos EUA estavam prestes a conseguir estas armas apocalípticas. Através de acordos secretos com Shirô Ishii, chefe da unidade 731 - a equipe responsável pela guerra biológica japonesa -, tomaram conhecimento em primeira mão dos efeitos que numerosos agentes causaram nos seres humanos.
As horríveis histórias que os sobreviventes contaram foram encobertas para evitar "incômodos" a Ishii e seus colaboradores, e os governos ocidentais concederam imunidade a todos os membros da unidade 731 para poderem ter acesso às suas descobertas. Como expõe friamente um relatório do Pentágono de dezembro de 1947: "Tais informações não poderiam ser obtidas em nossos laboratórios em razão dos problemas morais inerentes às experiências com humanos. Estes dados foram obtidos com um investimento de 250.000 dólares, muito barato...".
Por este pequeno preço os governos britânicos e norte-americano, obtiveram exaustivos detalhes dos efeitos da guerra biológica nos seres humanos. Receberam também, relatórios de autopsia ao vivo, dissecações em fetos e bebes, além de um meticuloso estudo sobre sintomas da peste, do tifo, doenças veneras, varíola, gangrena, salmonelíase, escarlatina, tétano, coqueluche e inúmeras doenças atrozes. O fato do Ocidente ter permitido que Ishii ficasse impune, constitui um dos segredos mais obscuros da segunda guerra mundial, e permaneceu arquivado como informação secreta durante mais de 30 anos.
Sabendo que as doenças podiam ser os agentes biológicos ideais, os governos ocidentais começaram um programa nas bases de ataques "suave" em algumas de suas cidades mais importantes, para determinar os métodos mais eficazes de comunicação em massa.
Quando a guerra fria se iniciou, o pentágono começou a temer que um submarino soviético pudesse entrar em suas águas, liberando uma nuvem de bactérias e desaparecendo antes que a população percebesse que tinha sido contaminada. Dessa forma, em setembro de 1950, dois patrulheiros da marinha, na baía de San Francisco, lançaram uma nuvem de Serratia marcescens, uma bactéria relativamente benigna desenvolvido nos laboratórios de Port Down no Reino Unido.
Depois de seis destes ataques "suaves" percebeu-se que 300km2 de área de São Francisco tinham sido infectadas e quase toda a população havia inspirado a bactéria. Essa experiência provava que uma importante cidade era totalmente incapaz de defender-se de uma contaminação em massa, provocada por uma bactéria difundida através do ar.
No final dos anos 50, o exercito dos EUA tinha realizado experiências em Savannah 99Georgia) a Avon Park (Florida). Grandes quantidades de mosquitos foram lançadas por aviões em zonas residenciais, uma técnica da unidade 731. Muitos residentes ficaram doentes, outros morreram. Em seguida, militares, disfarçados de funcionários da saúde publica, realizaram testes médicos nos infectados. Ainda que os detalhes dessa experiência continuem sendo secretos, acredita-se que os mosquitos eram portadores da febre amarela, um vírus que provocava febres altas e vômitos e causa a morte de um em cada três infectados.
Outros testes realizados para comprovar a vulnerabilidade das cidades aos ataques biológicos foram realizados no Reino unido, Canada e EUA culminando com um ataque à cidade de Nova Iorque em 1966. Agentes da Chemical Corps Special Operation Division, borrifaram através das grades de ventilação das estações de metro, a bactéria Bacillus nas horas de maior movimento. As turbulências criadas pela passagem dos vagões, demostrou que esse era um meio para propagar bactéria por toda a cidade.
O ataque infectou quase um milhão de pessoas e mais uma vez, foi comprovado que não há forma de defender-se de um ataque inimigo. Tomando conhecimento disto, os EUA deram um passo adiante e dedicaram-se a pesquisa de aplicações militares: a possibilidade de sobreviver a um ataque inimigo ou pelo menos a mutua descrição através de infecções em massa teriam que estar garantidas.
Os conhecimentos adquiridos não foram utilizados para fins militares ate a guerra da Coréia. Em uma noite, os habitantes do povoado de Min-Chung ouviram um avião sobrevoar seus telhados. Quando acordaram descobriram um grande numero de ratos do mato, a maioria deles mortos e muitos com a pata fraturada. Aterrorizados os homens da aldeia queimaram os roedores, exeto quatro deles. Teste confirmaram que estavam infectados pela peste bulbonica.
Uma comissão internacional investigou este e outros incidentes semelhantes, publicando suas conclusões no relatório da comissão cientifica internacional sobre as acoes relativas a guerra bacteriológica na Coréia e na china. Em relação ao incidente de Mim-Chung, o relatório informa: "não há duvida de que um grande numero de ratos do mato infectados com a peste bulbonica foram lançados no distrito de Kan0Nan, durante a madrugada de 5 de abril de 1952, desde o avião que os habitantes ouviram. O avião foi identificado como sendo um F-82, um caça noturno de dupla fuselagem norte-americano". O governo dos EUA negou as acusações.
A guerra biológica apareceu novamente na guerra do Vietnã. O exercito dos EUA utilizou desfolhantes para assolar as selvas nas quais os viet congs se refugiaram. Destruiu plantacoes para desmoralizar os inimigos e seus simpatizantes. Pesquisaram-se aproximadamente 26.000 variações de herbicidas e desfolhantes para serem utilizados do sudeste asiático. Destas substancias foram escolhidas seis para devastar a selva. Foram chamadas de agente purpura, verde, azul, branco, laranja, rosa, dependendo da cor de seus componentes. De todas elas, o agente laranja era o mais poderoso e foi utilizado para devastar a área cuja vegetação era mais densa. O produto era composto do desfolhante 245-T, desenvolvido na Inglaterra e uma pequena contidade de dioxina; a combinação acelerava o crescimento de arvores e arbustos de forma que o próprio peso as destruía. Também produzia efeitos terríveis sobre os humanos.
A operação "Ranch Land" constituiu em espalhar agente laranja em uma área de 50.000 km2 no final da guerra havia sido lançado no vietna mais de 110 kg da dioxina que fazia parte da composição do agente laranja (85g da letal toxina depositado no abastecimento de água de Washington seriam suficientes para matar seus habitantes). Nos recém-nascidos apareceram terríveis deformações, triplicaram os casos de bebes com lábio leporino e espinha bifita e o numero de bebes nascidos mortos duplicou.
Em resposta as denuncias feitas pelos médicos de Saigon, o pentágono insistiu que a utilização de produtos químicos para destruir a vegetação da selva não violava nenhum tratado internacional. Apesar dessa atitude, era obvio que os efeitos de desfolhação foram mais longe que a mera devastação da selva, e os norte-americanos que se opunham a guerra do vietna, pressionaram a proibição do agente laranja. Em 1977, o governo cedeu e foi publicada a convenção de armas biológicas, na qual ficava proibida a guerra biológica considerando que era "incompatível com a consciência da humanidade". As experiências, no entanto, continuaram secretamente.
Encaradas como "a bomba atômica do pobre" as armas biológicas são uma opção atrativa e barata. Durante a guerra o golfo as forcas aliadas foram muito cautelosas com os possíveis ataques já que a combinação da alta temperatura com a pele suada tornava os soldados muitos vulneráveis aos agentes biológicos. Antes da invasão do Kuwait, sabia-se que o Iraque tinha armazenado inúmeras armas biológicas. O arsenal incluía 28 mísseis SCUD carregados com gás sarim, 800 bombas de gás nervoso, 60 toneladas de gás nervoso tabun e 250 toneladas de gás mostarda, e não foi destruído pelo bombardeio em massa do aliado. Depois dos ataques com armas biológicas no setor curto do iraque, no final dos anos 80, suspeita-se que Saddan Hussein pode ter feito experiências com estas armas contra forcas aliadas.
Se o uso de armas biológicas em um contexto militar é alarmante, pensar que grupos terrorista podem ter acesso a elas e usa-las em populosos centros urbanos, inspirava pavor. Um recente incidente dessa natureza alarmou o mundo inteiro. Em de 1995 o atentado com gás sarin no metro de Tóquio, cometidos por membros da seita Aum Shinriyko, provocou 12 mortes. Se a mistura química e o sistema de difusão tivessem sido um pouco diferente, o numero de mortes teria sido muito maior.
Agora se sabe que a seita Aum Shinriyko pregava a destruição do ocidente, e as armas biológicas teriam sido facilitadas pela Rússia desejando conseguir ajuda financeira do Japão. Acredita-se que a seita, auxiliada pelos serviços secretos russos, pode ter tido acesso as industrias química russas.
Por causa da expansão do crime organizado na Rússia, as potências ocidentais temem que as armas possam ser adquiridas no mercado negro. É muito fácil transportar e esconder os mesmos elementos necessários para realizar o atentado de Tóquio. Dois produtos químicos inofensivos podem ser misturados para tornarem-se agentes mortais, o que significa que em teoria, estão ao alcance de qualquer organização decidida a obte-los.
Parece absurdo pensar que a Inglaterra e os EUA, quando decidiram manter em segredo as atividades da unidade 731, podiam prever estas ameaças da guerra biológica moderna. Contudo fazer experiências com armas potencialmente tão destrutivas, poucos anos depois das devastadoras explosões de Hiroshima e Nagasaki, é um fato que desafia a lógica. Enquanto construía os fundamentos da terceira guerra mundial, o ocidente lançava sobre o mundo uma nova e terrível forma de morte.  

VENENO NA TORNEIRA

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Provavelmente você ficaria muito alarmado se lhe dissessem que, sem o seu conhecimento, administram regularmente medicamentos com uma substancia mais venenosa que o chumbo, que pode causar fragilidade óssea e câncer, entre uma serie de outras doenças e, que é o componente principal das drogas que alteram o cérebro. Isso é o que alguns médicos qualificados e conselheiros de saúde dizem que ocorre a milhões de pessoas no mundo inteiro. Que substância agressiva é essa? O flúor na água potável.
A maioria de nos conhece o flúor como preventivo das cáries. Por isso foi acrescentado à maioria dentifrícios, supostamente para reduzir as visitas ao dentista das crianças. Contudo, na historia do uso do flúor há um aspecto muito ameaçador.
Foi provado que o flúor pode endurecer a superfície dos dentes, porém, também trata-se de um elemento altamente tóxico relacionado com um grande número de doenças físicas e mentais. Estudos publicados recentemente demonstram que a metade do flúor (ácido hexafluorsilícico) que se acrescenta na água potável do Reino Unido pode produzir danos genéticos.
Desde a Segunda Guerra Mundial não se realizou nenhuma pesquisa sobre os efeitos potencialmente letais do flúor. Contudo vários cientistas, entre eles o Dr. Hans Moolenburg, um dos principais ativistas da campanha anti-flúor dos Países Baixos, estão convencidos de que em muitos países da Europa Ocidental se está reforçando um perigoso e sinistro esquema de medicação massificada que foi usado na Alemanha nazista.
Nos piores dias da Segunda Guerra Mundial, centenas de inocentes foram exterminados nos campos de concentração alemães. A morte por doenças, inanição e extrema brutalidade era algo cotidiano e isso era complementado com o emprego de drogas e produtos químicos. Os cientistas nazistas, desejando manter um clima de temor tinham encontrado um método simples de controlar o comportamento dos prisioneiros dos campos.
  
Jovens sobreviventes do campo de concentração de Auschwitz, esperando pela libertação. Os nazistas "ministraram" flúor na água dos campos de extermínio, que agiu como sedativo, apaziguando os prisioneiros. Apesar desse precedente, o uso da água fluorada ainda é promovido em diversos países. O flúor também é empregado como componente ativo de poderosos tranqüilizantes.
Descobriu-se que repetidas doses em quantidades muito pequenas de flúor afetam o cérebro, envenenando e narcotizando lentamente as pessoas e tornando-as submissas. Ansiosos em explorar o efeito do flúor, os comandantes dos campos alemães o acrescentaram ao abastecimento d'água.
Os efeitos da água fluorada impressionaram fortemente os serviços de inteligência. Consideraram que a água fluorada era o meio ideal para controlar as populações depois de seus países terem sido invadidos. Antecipando-se à vitória, a fábrica alemã de produtos químicos I. G. Farben, instalada em Frankfurt, foi a encarregada da produção massificada de flúor destinado aos campos de extermínio e a outros futuros usos possíveis.
No final da Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos encarregaram Charles Eliot Perkins, um pesquisador especializado em química, patologia e fisiologia, de estudar a técnica de controle da mente de I. G. Farben. Em sua pesquisa na Alemanha, Perkins obteve várias conclusões assustadoras. Informou que "quando os nazistas, sob as ordens de Hitler, decidiram atacar a Polônia, ao estados maiores alemão e russo intercambiaram idéias, planos, cientistas e militares. Os russos adotaram o esquema de controle de massa através da medicação, porque adaptava-se perfeitamente aos seus planos de domínio do mundo..."
Perkins não envolveu a inteligência aliada nessa pesquisa sobre o controle mundial de mente dos russos, porem, uma investigação mais detalhada da I. G. Farben e suas relações industriais, revela algumas conexões suspeitas.
A I. G. Farben expandiu-se durante os anos vinte e estabeleceu laços através de Wall Street com a companhia de automóveis de Henry Ford, com a General Motors de J. P. Morgan e com a Standard Oil, propriedade da família Rockfeller.
Nos anos trinta, milhões de dólares foram investidos nesses acordos e a relação continuou durante a Segunda Guerra Mundial. É interessante observar que nenhuma das fábricas e edifícios da I. G. Farben foram bombardeados, sabotados ou danificados pelos aliados durante a guerra. O pesquisador Ian E. Stephens disse que os comandantes das missões de bombardeio tinham instruções, procedentes provavelmente dos altos escalões do governo dos Estados Unidos, para evitarem esses edifícios. Porém, por qual motivo?
Desde a depressão dos anos vinte, as organizações como a fundação Rockefeller e a família Ford tinham incentivado publicamente as políticas de controle de população a longo prazo. Também sabe-se que certo numero de pessoas influentes do comércio e da industria tinham investido grandes somas de dinheiro nos projetos da I. G. Farben antes e durante a guerra. Entre elas a família Mellon.
Essa família fundou a Mellon Institute em 1913 como uma organização independente para patrocinar avanços na ciência e na industria. O instituto também participou da "descoberta" do flúor como "um maravilhoso preventivo das cáries dentárias".
A família Mellon também fundou a Aluminium Company of America (ALCOOA). O flúor é um subproduto altamente tóxico da fabricação do alumínio e a ALCOOA foi processada com freqüência por envenenar gado, colheitas e correntes de água. As medidas de segurança eram caras. Por tanto, o que se podia fazer para eliminar esses custos e, talvez, até tornar os materiais residuais rentáveis?
Segundo o Pesquisador de Flúor Ian E. Stephen, a primeira ministra Thatcher triplicou o orçamento para o tratamento da água com flúor da Irlanda do Norte em meados dos anos oitenta. Stephen suspeita que isso não foi motivado por uma preocupação com a saúde dentária e sim, por uma tentativa de pacificar a região.
A ALCOOA e outras indústrias produtoras de flúor financiaram a pesquisa que parecia indicar que pequenas quantidades desse elemento não eram perigosas para os seres humanos. Inclusive a pesquisa sugeria que o flúor protegia contra as cáries dentárias. Os incentivadores concentraram-se no que eles viam como vantagens para a saúde, ignorando por completo os desconhecidos e adversos efeitos cumulativos dessa substância tão tóxica.
Os cientistas que trabalham para a American Dental Association ( ADA) sob o patrocínio da ALCOOA continuaram promovendo o flúor, apesar do uso que os fizeram dele. Ainda que dezenas de cientistas e organizações de pressão questionassem as manifestações do grupo partidário do flúor, a opinião pública aceitou rapidamente as supostas qualidades do novo protetor dental.
Diante da inquietação de muitos cientistas que questionaram os seus benefícios para a saúde, a ADA lançou uma campanha promovendo o uso do flúor. A aprovação do United Stades Public Health Service ( USPHS ) reforçou a confiança na nova "droga maravilhosa" e, em meados dos anos quarenta, várias cidades dos Estados Unidos começaram a adicionar o flúor em seus abastecimentos de água. Os propagandistas obtiveram "aprovações" de instituições que recebiam protestos aos quais não davam resposta e foi dado sinal verde para uma campanha a favor do uso do flúor em escala nacional.
Desde o final dos anos cinqüenta, o USPHS canalizou milhos de dólares dos contribuintes dos EUA para promovem o uso do flúor em outros países e muitas nações aderiram ao projeto. Porém, a maioria dos países europeus deixaram-no de lado e outros que tentaram implantá-lo, logo o abandonaram devido aos seus efeitos adversos contra a saúde e à sua ineficácia geral.
A crença comum é a de que o tratamento com flúor é efetivo por toda a vida, porém, pesquisas demonstram que a sua proteção desaparece antes da pessoa completar 20 anos. De fato, muitos especialistas afirmam que não existem provas de que o flúor seja benéfico para o dentes.
Causando grande perturbação no US National Institute of Dental Research (NIDR), as análises independentes de um relatório do próprio NIDR de 1988 sobre o dados odontológicos de 39.107 crianças dos Estados Unidos, demonstraram que praticamente não havia nenhuma diferença no número de cáries entre as crianças que viviam em regiões onde esse tratamento não era aplicado.
A pesquisa sobre os outros usos do flúor é reveladora. Os tranqüilizantes, que vão desde os sedativos suaves prescritos para a depressão, até os poderosos medicamentos que alteram a mente, transformaram-se em uma indústria multimilionária.
Mais de 60 tranqüilizantes do mercado contêm flúor, aumentando profundamente a potência dos outros componentes desses medicamentos. O acréscimo de flúor no tranqüilizante Diazepam (Valium) produz um tranqüilizante mais forte, o Rohypnol. Ambos são fabricados pela Roche Products, uma filial da I.G.Farben, juntos com outros medicamentos semelhantes. O potente tranqüilizante fluorado Stelazine é empregado profusamente em asilos e instituições para doentes mentais em todo o mundo.
À medida que revela-se mais informação sobre o acréscimo de flúor na água a ansiedade do público aumenta. Seus defensores dedicam centenas de estudos que provam a efetividade do flúor na prevenção contra as cáries dentárias, porem, a união de cientistas profissionais da US Environmental Protection Agency indicam a existência de encobrimentos deliberados dos graves riscos para as populações assim como a difamação e até a demissão dos cientista que se atrevem a falar da verdade.
Para a maioria dos dentistas, o uso do flúor é um "medicamento maravilhoso" que oferece resistência a má higiene bucal e aos problemas de dieta. Para outros, trata-se de um método desleal e cínico para modificar nosso comportamento e de um meio que permite a industria rentabilizar um perigoso produto residual. Muitos encaram o uso do flúor nos abastecimentos de água como um medicamento massificado forçado. A negação dos riscos para a saúde por parte dos organismos oficiais fazem com que alguns pensem que o uso do flúor serve como uma forma de controle social. Apontam a história do uso do flúor e seus vínculos documentados como sendo, talvez, um dos mais perversos regimes desse século.
TESTEMUNHA
Dennis Edmonson usou o medicamento "Exspansyl spansule" entre 1970 e 1976, para combater a asma provocada por sua exposição a produtos químicos clorados quando trabalhou no King's Royal Rifles, durante a segunda guerra mundial. O Exspansyl contem stelazine, um componente fluorado com grandes efeitos tranqüilizantes. Perguntaram-lhe como sua vida foi afetada com o uso desse produto:
"Terrivelmente. O flúor em minha medicação aumentou sua potência em 25 vezes e, diariamente, tomei equivalente a 100 miligramas de flúor durante seis anos. Posteriormente foi diagnosticado que eu sofria de hipondilose, osteoporose, cifose, escoliose, espondilosem astefilose, coração grande, candidiase, glaucoma, em um dos olhos e próstata calcificada. Também fiquei impotente sexualmente desde que comecei a tomar a medicação em 1970 e tive que abandonar meu trabalho como jardineiro em 1980 devido às dores na coluna e nas articulações."
Quais foram as medidas oficias que o senhor tomou para esse problema ao conhecimento do publico?
"Estive em luta com a junta de pensões da guerra desde 1977, alegando que minha situação era resultado do medicamento que me havia sido prescrito. Até agora concederam-me um acréscimo de 10% na minha pensão por minha invalidez provocada pela candidiase e pelo glaucoma. Também estou exigindo uma indenização da companhia farmacêutica. Porem, além da minha penosa situação, perdi aproximadamente 7,5cm de altura. Como poderei remediar isso?
   DESAFIANDO O PARLAMENTO
Peter Robinson
Apesar da generalizada oposição. Em 1973, estabeleceram-se na Irlanda do Norte dois programas de uso do flúor, porem, não foi guardado nenhum relatório de suas avaliações. O ministério de saúde admitiu que "não havia sido realizadas nenhuma pesquisa definitiva para avaliar os benefícios de cada um dos programas de uso do flúor aplicadas na Irlanda do Norte".
Com a ajuda da National Pure Water Association. Pediram ao deputado Peter Robinson que questionasse o Parlamento sobre o acréscimo de flúor na água da Irlanda do Norte. O deputado fez as seguintes perguntas: A câmara sabe que não há nenhuma pesquisa que prove a efetividade e a inoculidade do uso do flúor na água? A câmara sabe que existe um relatório que prova a periculosidade e a ineficácia da água fluorada? Até agora não se recebeu nenhuma resposta.
RECONHECIMENTO OFICIAL
Em novembro de 1996, Kevin Isaacs, de dez anos, obteve um indenização de 1.000 libras do fabricante de dentifrícios Colgate-Palmolive.
Foi diagnosticado fluorose dental em Kevin, um sinal evidente de uma superexposição ao flúor. Os dentes fluoríticos ficaram "furados" e manchados e podem cariar-se além de ficarem quebradiços. Durante os últimos cinco anos, mais de trezentas famílias processaram os fabricantes de produtos fluorados.
Apesar das angustiantes provas, a British Medical Association (BMA) mostra-se inflexível em relação a idéia de que a adição de flúor na água e nos produtos dentários não é nociva. A BMA também pressiona o governo para que convença mais companhias de água do Reino Unido a acrescentar o flúor em seus abastecimentos. Essa política contrasta com a polêmica entre os médicos, que continuam divididos sobre os benefícios do uso do flúor na água potável.
REALIDADES DO FLÚOR
· O flúor é mais tóxico que o chumbo, cuja quantidade na água potável não deve superar 0,5 partes por milhão (ppm). O nível do flúor na água potável costuma ser da ordem de 1,5 ppm.
· Em um relatório da Universidade da Flórida é dito: "Uma solução de 0,45 ppm de fluoreto de sódio é suficiente para fazer com que as reações sensoriais e mentais fiquem mais lentas".
· Na Sicília foi achada uma relação entre as regiões de alta concentração de flúor na água com a ocorrência graves doenças dentárias.
· No Reino Unido, aproximadamente 5,5 milhões de pessoas bebem água fluorada artificialmente.
· A US Food and Drug Admistration considera que o flúor é um medicamento não aprovado, para o qual não existem provas de inocuidade e de efetividade. Não o consideram como um nutriente essencial nas dietas.

O inventor do RPG "INWO - Illuminati: A Nova Ordem Mundial", lançado em 1995, conhecia de antemão os acontecimentos que envolveriam os ataques de 11/9/2001 e os efeitos resultantes. Nove cartas do jogo apresentam detalhes de uma forma precisa demais para ser apenas uma coincidência. O jogo também revela os eventos planejados envolvendo o bioterrorismo, desastres combinados e a anarquia provocada nas grandes cidades, como forma de derrubar a velha ordem estabelecida. Se você alguma vez duvidou da existência de uma conspiração global, não pode duvidar mais.
Em 1990, Steve Jackson, inventor de RPGs, estava planejando seu mais novo jogo, que chamaria de "Illuminati: A Nova Ordem Mundial", ou "INWO", da abreviação em inglês. Jackson estava criando um jogo que iria reproduzir muito de perto o verdadeiro plano dos Illuminati de encaminhar o mundo para a Nova Ordem Mundial - também conhecido como o Reino do Anticristo. Conforme mostraremos, Jackson lançou um jogo de cartas, três das quais predizem os eventos de 11 de setembro, outras três predizem corretamente os acontecimentos que estão adiante de nós no futuro, e duas mostram exatamente os dois últimos acontecimentos que a Bíblia afirma que acontecerão durante as últimas dores de parto que produzirão o Anticristo!
Como Steve Jackson conhecia o plano dos Illuminati tão precisamente? De fato, ele conhecia o plano tão bem que recebeu uma visita de surpresa do Serviço Secreto, que tentou fazer de tudo para tirá-lo de circulação e impedi-lo de lançar o jogo. Como vocês verão nos excertos do relato de Jackson sobre a batida, os agentes federais estavam muito interessados nos seus arquivos intitulados "Illuminist BBS". Leia os relatos de Jackson sobre a batida em http://www.sjgames.com/SS/:
"Na manhã do dia primeiro de março, [1990] sem aviso prévio, uma força dos agentes do Serviço Secreto - acompanhados pela polícia de Austin e por pelo menos um 'perito' civil da companhia telefônica - ocuparam os escritórios da Steve Jackson Games e começaram a examinar os computadores. A residência... do autor de GURPS Cyberpunk, também foi invadida. Muitos equipamentos foram apreendidos, incluindo quatro computadores, duas impressoras a laser, alguns disquetes soltos e considerável quantidade de hardware de computador. Um dos computadores era o que armazenava e rodava o Illuminati BBS."
A empresa, S. J. Games, foi à Justiça e ganhou a ação, mas quase quebrou financeiramente. A investigação se concentrou em uma fraude supostamente cometida pela empresa por causa das atividades de hackers (invasores de sistemas de informática) e o fato de que a empresa promovia um boletim informativo destinado a hackers, intitulado "Prack". Entretanto, tudo isso é tão fraco que não faz o menor sentido; de fato, a acusação fazia tão pouco sentido que o juiz concedeu à Steve Jackson Games 50 mil dólares de indenização, mais 250 mil dólares de honorários advocatícios. Isso é muito dinheiro do contribuinte para pagar por um caso estúpido e sem sentido algum!
No entanto, isso enfatiza o fato que o governo iluminista dos EUA, e o Serviço Secreto, chefiado na época por George Bush (pai) estava preocupado com alguma coisa que a S. J. Games estava prestes a fazer, e formulou um motivo para invadir os escritórios da empresa e apreender seus equipamentos. Depois que você analisar este material, acreditará, assim como nós, que a verdadeira razão pela qual o Serviço Secreto invadiu a S. J. Games foi para tirá-los de circulação, de modo que não lançassem o jogo "Illuminati - A Nova Ordem Mundial" (INWO), já que revelava muito do plano que ainda estava onze anos adiante no tempo. Seja você o juiz.
O Jogo INWO - "Illuminati: A Nova Ordem Mundial"
O ocultista praticante de magia branca David Icke (illuminaticards.jpg), tirou as cartas mais relevantes dentre as cem cartas que esse jogo contém; Icke selecionou essas cartas por que contam com um significado muito grande a história dos Illuminati para produzir as guerras, o pânico e as epidemias necessárias para produzir o Anticristo. Esse jogo estava em seu estágio inicial em 1990 e foi finalmente lançado em 1995, obtendo um grande sucesso de vendas. Como o próprio Steve Jackson diz em seu site: "Em 1994, ele adaptou o antigo Illuminati para ingressar no negócio da troca de cartas. INWO (Illuminati: New World Order) tornou-se o maior sucesso da empresa, e rendeu-lhe seu primerio milhão de dólares." Na verdade, o INWO ganhou o Prêmio Origins de 1995 como o Melhor Jogo de Cartas.
Com essas datas em mente, vamos agora colocar algumas cartas pertinentes em ordem, para avaliá-las, demonstrando como contam perfeita e meticulosamente o plano dos Illuminati para produzir o Anticristo. Você verá agora diversos fatores:
  • Os Illuminati produziram um plano que cumpre exatamente a profecia Bíblica.
  • As duas últimas cartas mostradas estão em sua sequência corrreta, ou seja, na sequência em que David Icke as apresentou. 





"Carta Reescrevendo a História" - Jesus Cristo predisse que haveria uma tremenda enganação no fim dos tempos. Ele advertiu:
  • "Acautelai-vos, que ninguém vos engane." [Mateus 24:4]
  • "E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos." [Mateus 24:11]
  • "Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos." [Mateus 24:24]
Os Illuminati perceberam que teriam de enganar a população inteira se tivessem esperança de atingir a tão desejada Nova Ordem Mundial. Eles então observaram que as Escolas Públicas estavam formando alunos que liam e que sabiam se expressar muito bem. Esses alunos geralmente desconfiavam do Grande Governo e da autoridade governamental. Estava claro que os Illuminati tinham de obter o controle do sistema da Escola Pública desde de seu alicerce até o topo, para que pudessem ter alguma esperança de instituir um governo unificado que servisse ao Cristo Maçônico da Nova Era.
Já em 1911, os Illuminati começaram a adquirir as editoras que publicavam os livros didáticos, até serem os donos de tudo depois da Primeira Guerra Mundial. Uma vez que obtiveram o controle dos livros didáticos, gradualmente começaram a "imbecilizar" o currículo e a reescrever a história. Desde o fim da Segunda Guerra Mundial, os alunos das Escolas Públicas, recebem uma educação de qualidade cada vez menor. Hoje, academicamente falando, o nível da população é inferior; politicamente, é um rebanho de carneiros, e religiosamente, é ignorante sobre a verdade de Jesus Cristo. (poucos conhecem a Palavra de Deus)
David Icke está correto em selecionar essa carta e mostrá-la em primeiro lugar. Reescrever a história foi o primeiro passo para alcançar a Nova Ordem Mundial.
"Carta Ataque Terrorista" - Esta carta é uma das mais chocantes de todas, especialmente à luz do fato que esse jogo chegou às lojas especializadas em 1995! Como Steve Jackson podia saber que as Torres Gêmeas do World Trade Center seriam atacadas? De fato, a carta reproduz precisamente o ataque ao World Trade Center em grande detalhe. Essa carta reproduz vários fatos de 11/9/2001 - uma carta criada em 1995! A gravura mostra claramente:
  • Que uma torre seria destruída primeiro; a gravura reproduz exatamente o momento entre o ataque à primeira e à segunda torre.
  • A carta reproduz exatamente que o local do impacto é uma certa distância do topo das Torres Gêmeas. O avião atingiu a primeira torre nessa mesma área, aproximadamente. Como Steve Jackson podia saber isso?
  • A carta reproduz com exatidão a liderança dos Illuminati, mostrando um dos seus símbolos, pois no lado esquerdo da figura aparece uma pirâmide com o olho-que-tudo-vê no centro.
  • A legenda no alto corretamente identifica os perpetradores do ataque como "terroristas".


"Carta Pentágono" - Quando vi esta carta, imediatamente depois de ter visto a figura das Torres Gêmeas, meu sangue gelou! A menos que alguém tivesse conhecimento prévio do plano dos Illuminati, não haveria nenhuma hipótese de poder criar gravuras em 1995 que reproduzem precisamente o desdobrar dos acontecimentos de 11/9/2001! O Pentágono aparece em chamas; sabemos que, segundo se alega, um avião caiu em uma das alas do Pentágono, que foi quase completamente destruída pelas chamas. Todavia, o restante do Pentágono ficou fora de perigo e suas funções e atividades continuaram sem nenhuma interrupção.
Não é a mesma situação reproduzida na figura? A carta mostra que o fogo está queimando com toda força no centro do jardim interno do Pentágono, mas o restante do prédio está a salvo o suficiente para que suas atividades continuem sem interrupção!
Assim, essas duas cartas mostram literalmente os dois choques de 11 de setembro: contra as Torres Gêmeas primeiro, e contra o Pentágono.
Esse tipo de precisão seis anos antes dos ataques só é possível se alguém conhecesse o Plano dos Illuminati com grande detalhe.




* Durante a filmagem que mostrava as Torres Gêmeas em chamas, várias câmeras captaram o que parecia ser a cara de um demônio na fumaça. Embora muitas pessoas não levaram isso em conta, dizendo ser mera coincidência, dois ex-satanistas declararam que essas imagens mostradas na televisão, que aquelas caras pareciam-se exatamente com os demônios que eles viam nos rituais em que demônios se manifestavam materialmente nesta dimensão. Cisco Wheeler disse que alguns dos demônios mais poderosos no reino de Satanás eram conhecidos como Demônios do Fogo; eram para esses demônios que os povos antigos - incluindo os israelitas apóstatas - sacrificavam seus filhos a Moloque. O aparecimento da cara desses demônios pode ser a prova daquilo que tenho dito - o ataque às Torre Gêmeas do World Trade Center foi um Ritual de Sacrifício de Fogo perpetrado pelos Illuminati.
* Esse ataque às Torres Gêmeas foi também um perfeito Sacrifício Satânico Pelo Fogo. Várias fotos das torres em chamas mostram a cara de demônios. Esse fenômeno não foi uma coincidência acidental.
* O fato de essa carta mostrar a cara de um demônio formado na fumaça das Torres Gêmeas em 1995 demonstra que os Illuminati planejaram fazer das Torres Gêmeas um Sacrifício de Fogo que iria invocar os Demônios do Fogo. Essa carta predisse isso, e os demônios se manifestaram no meio do fogo. Assim como Waco e Oklahoma City foram sacrifícios de fogo, assim também ocorreu com as Torres Gêmeas.
* Esta carta retrata uma conexão simbólica entre o ataque às Torres Gêmeas de New York com o plano global dos Illuminati para efetuar uma mudança dramática na população! Qual possível conexão poderia haver? Essa carta pode estar nos dizendo que os ataques de 11/9/2001 às Torres Gêmeas foi o golpe inicial na campanha de reduzir dramaticamente a população global. Já sabemos que os ataques de 11/9/2001 foi o golpe de partida para iniciar as "dores de parto" finais no estágio que permitirá o aparecimento do Anticristo na cena mundial, quando ele surgirá no meio da fumaça, da poeira e das ruínas da Terceira Guerra Mundial. Bem, essa carta parece dizer que os ataques de 11/9 foram a salva de abertura no estágio final da redução populacional. Já que o objetivo é reduzir a população de forma dramática em quatro bilhões de pessoas, exatamente o nível predito no Apocalipse, não devemos ficar muito surpresos em saber que os julgamentos previstos no Quarto Selo estão agora no horizonte, nas notícias do dia a dia. Quais são esses julgamentos? Apocalipse 6:8:


Carta Desastres Combinados


  • Espada - Guerra, Terceira Guerra Mundial
  • Fome - claramente a caminho
  • Mortandade - literalmente, pode significar pragas, pestilências
  • Feras da terra - literalmente significa "criaturas vivas". Isso pode se referir aos vários agentes patogênicos que estão prestes a serem espalhados pelo mundo, como aconteceu com o virus da AIDS.
"Homens desmaiando de terror, na expectação das coisas que sobrevirão ao mundo..." Lucas 21:26
Que tipo dos planejados desastres os Illuminati têm planejado em combinação?
Os ataques terroristas contra os Estados Unidos seriam o início dos terrores planejados para acompanhar a Terceira Guerra Mundial?
Guerras - A Terceira Guerra Mundial consistirá de três guerras:
1) Com o ataque dos Estados Unidos ao Iraque, o Oriente Médio caminha em direção à guerra total.
2) Na Península Coreana, a Coréia do Norte atacará a Coréia do Sul com armas não-convencionais e a China lhe dará apoio, causando uma situação similar à Crise dos Mísseis Cubanos.
3) Ataque Chinês para Conquistar Taiwan.
Se os Estados Unidos atacou o Iraque sem se preocupar com a ONU, porque outros países não poderão fazer a mesma coisa? (a justificação é válida)
A Coréia do Norte está se preparando para a guerra, embora negocie a paz.
A Coréia do Norte já mobilizou seu exército de mais de um milhão de soldados e que 70% dele está nas proximidades da Zona Desmilitarizada! O segundo pavio da Terceira Guerra Mundial poderá ser aceso em bem pouco tempo!
As intenções da China contra Taiwan dispensam comentários. (a China parece aguardar o momento certo para começar a guerra e tomar Taiwan definitivamente)
"A Terceira Guerra Mundial vai acontecer, gostemos ou não...onze de setembro foi apenas o começo..." (Declaração do Assessor do primeiro-ministro israelense Ariel Sharon, em 27/4/2002)
Igualmente neste período deverão acontecer os desastres combinados:
1)
Ataques Terroristas Maciços Contra as Cidades do Mundo.
2) Colapso Econômico Mundial (bancos e bolsa de valores)
3) Aumento de doenças contagiosas. (que surgem misteriosamente)
O autor de Nova Era Bill Cooper resume toda essa ameaça de um modo claro e sucinto:
"Você pode imaginar o que acontecerá se Los Angeles for atingida por um terremoto de 9.0 graus na escala Richter, Nova York for destruída por uma bomba atômica plantada por terroristas, a Terceira Guerra Mundial explodir no Oriente Médio, os bancos e as Bolsas de Valores entrarem em colapso, a comida desaparecer dos supermercados, um falso messias se apresentar ao mundo, e tudo isso em um período muito curto? Você pode imaginar? A estrutura de poder mundial pode, e irá, se necessário, fazer algumas ou todas essas coisas acontecerem, como forma de trazer à tona Nova Ordem Mundial." (Behold a Pale Horse, pg 177-8)
Esse jogo "Illuminati: A Nova Ordem Mundial", ou "INWO" é a prova fumegante de que o plano dos Illuminati para produzir o Anticristo era muito bem conhecido em certos círculos já em 1995, quando o jogo foi lançado. Muitos detalhes são apresentados por essas cartas de uma forma precisa demais para ser apenas uma coincidência. O jogo apresenta os eventos de 11/9/2001 com grande acuidade e também revela os eventos planejados do bioterrorismo que estão nos noticiários diariamente.
Se você alguma vez duvidou da existência de uma conspiração global, não pode mais duvidar. Esse jogo demonstra tanto a existência de uma conspiração como seus principais pormenores.


O Império Carlyle

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por Eric Leser [*]
O maior investidor privado do mundo, bem implantado no setor do armamento, é um grupo discreto, que cultiva relações com homens influentes, entre os quais os Bush, pai e filho.

Há um ano, a 1 de Maio de 2003, George Bush pousava, envergando uma indumentária de piloto de caça, no porta-aviões USS Abraham-Lincoln , ao largo da Califórnia. A imagem tornou-se célebre. Sob uma faixa que proclamava "Missão cumprida" ("Mission accomplished"), o presidente anunciava prematuramente o fim das operações militares no Iraque e a sua vitória. No dia seguinte, de regresso a terra firme, ele pronunciava um outro discurso marcial, não longe de San Diego, numa fábrica de armamento da United Defense Industries.

Esta empresa é um dos principais fornecedores do Pentágono. Fabrica, entre outras coisas, mísseis, veículos de transporte e, na Califórnia, o blindado ligeiro Bradley. O seu principal accionista é o maior investidor privado do mundo. Um grupo discreto, baptizado Carlyle.

Não está cotado na Bolsa e não presta contas senão aos seus 550 investidores – multimilionários e fundos de pensão. O Carlyle gere hoje 18 mil milhões de dólares, colocados nos sectores da defesa e da alta tecnologia (biologia, principalmente), na indústrial espacial, na informática ligada à segurança, nas nanotecnologias, nas telecomunicações. As empresas que controla apresentam como característica comum terem por clientes principais governos e administrações. Como esta sociedade descreveu-se numa brochura: “ Investimos nas oportunidades criadas nas indústrias fortemente afectadas pelas mudanças de política governamental ”.

O Carlyle é um modelo construído à escala planetária com base no capitalismo de relações ou “ capitalismo de acesso ”, para usar a expressão da revista americana New Republic , em 1993. O grupo encarna hoje, apesar das suas negativas, o “complexo militar-industrial” contra o qual o presidente americano Dwight Eisenhower alertava o povo americano, ao deixar as suas funções em 1961.

Isto não impediu George Bush, pai, de ocupar durante dez anos, até Outubro de 2003, um posto de conselheiro da Carlyle. Era a primeira vez na história dos Estados Unidos que um antigo presidente trabalhava para um fornecedor do Pentágono. O filho, George W. Bush, conhece igualmente muito bem a Carlyle. O grupo deu-lhe um emprego em Fevereiro de 1990, quando o pai ocupava a Casa Branca: administrador da Caterair, uma sociedade texana especializada na restauração aérea. O episódio já não figura na biografia oficial de presidente. Quando George W. Bush deixa a Caterair, em 1994, antes de se tornar governador do Texas, a empresa está em apuros financeiros.

“Não é possível estar mais próximo da administração do que está a Carlyle”, afirma Charles Lewis, director do Centro para a Integridade Pública, uma organização não partidária de Washington. “George Bush, pai, ganhou dinheiro proveniente de interesses privados que trabalham para o governo do qual o filho é presidente. Poder-se-á mesmo dizer que o presidente virá um dia a beneficiar financeiramente, por via dos investimentos do pai, das decisões políticas que tomou”, acrescenta.

A colecção de personagens influentes que trabalham, trabalharam ou investiram no grupo deixariam de boca aberta os adeptos mais convencidos da teoria da conspiração. Encontram-se nele, entre outros: John Major, antigo primeiro-ministro britânico, Fidel Ramos, antigo presidente filipino, Park Tae Joon, antigo primeiro-ministro da Coreia do Sul, o príncipe saudita Al-Walid, Colin Powel, actual secretário de Estado, James Baker III, antigo secretário de Estado, Caspar Weinberger, antigo secretário para a Defesa, Richard Darman, antigo director do Orçamento da Casa Branca, o multimilionário George Soros e, mesmo, membros da família Ben Laden. A esta lista podem acrescentar-se Alice Albright, filha de Madeleine Albright, antiga secretária de Estado, Arthur Lewitt, antigo presidente da SEC (o polícia da Wall Street), William Kennard, ex-patrão da autoridade para as telecomunicações (FCC). Finalmente, é preciso juntar, entre os europeus, Karl Otto Pöhl, antigo presidente do Bundesbank, o falecido Henri Martre, que foi presidente da Aerospatiale, e Etienne Davignon, antigo presidente da Générale na Bélgica.

A Carlyle não é apenas uma colecção de homens de poder. Possui participações em perto de 200 sociedades e, sobretudo, a rentabilidade anual dos seus fundos ultrapassa os 30% de há uma década para cá. “Relativamente às 500 pessoas que empregamos no mundo, o número de antigos homens de Estado é muito diminuto, uma dezena quando muito”, explica Christopher Ullmann, vice-presidente da Carlyle, responsável pela comunicação. “Acusam-nos de todos os males, mas nunca ninguém apresentou uma prova de qualquer malversação. Nunca nenhum processo judicial foi apresentado contra nós. Somos um alvo cómodo para quem quer atacar o governo americano e o presidente”

A Carlyle foi criada em 1987 com 5 milhões de dólares, nos salões do palácio nova-iorquino do mesmo nome. Os seus fundadores, quatro juristas, um dos quais, David Rubenstein, antigo conselheiro de Jimmy Carter, tinham como ambição – limitada – aproveitar uma falha na legislação fiscal, que autorizava as sociedades no Alaska pertencentes a esquimós a ceder as suas perdas a empresas rentáveis que, deste modo, pagariam menos impostos. O grupo vegeta até Janeiro de 1989, quando chega à sua direcção o homem que inventará o sistema Carlyle, Frank Carlucci. Antigo director-adjunto da CIA, conselheiro para a segurança nacional, depois secretário para a Defesa de Ronald Reagan, o sr. Carlucci tem peso em Washington. É um dos amigos mais chegados de Donald Rumsfeld, o actual ministro da Defesa. Os dois partilharam um quarto quando estudantes em Princeton. Cruzaram-se depois em numerosas administrações e, durante um certo tempo, trabalharam para a mesma empresa, a Sears Roebuck. Seis dias após ter deixado oficialmente o Pentágono, a 6 de janeiro de 1989, Frank Carlucci tornou-se director-geral da Carlyle e levou consigo homens de confiança, antigos funcionários da CIA, do Departamento de Estado e do Ministério da Defesa. Apelidado “M. Clean” (“o Sr. Limpo”), Frank Carlucci tem uma reputação demoníaca.

Este diplomata esteve colocado, nos anos de 1970, em países como a África do Sul, o Congo, a Tanzânia, o Brasil e Portugal, onde os Estados Unidos e a CIA tiveram um papel político duvidoso. Ele era o número dois da embaixada americana no Congo belga, em 1961, e foi suspeito de estar implicado no assassinato de Patrice Lumumba, o que sempre desmentiu firmemente. A imprensa americana acusou-o também de estar implicado em vários tráficos de armas nos anos de 1980, mas nunca foi processado. Dirigiu durante um certo tempo a Wackenhut, uma sociedade de segurança de reputação detestável, implicada num dos maiores escândalos de espionagem, o desvio do logicial Promis. Frank Carlucci teve por missão compor as coisas na administração Reagan no momento do caso Irão-Contra e sucedeu então a John Pointdexter no posto de conselheiro para a segurança nacional. Quando entrou em funções, tinha nomeado como adjunto um jovem general... Colin Powel.

Com o seu nome, Frank Carlucci atrai capitais para a Carlyle. Em Outubro de 1990, o grupo apodera-se da BDM International, que participa no programa da “guerra das estrelas”, e faz disso a sua ponta de lança. Em 1992, Frank Carlucci alia-se ao grupo francês Thomson-CSF para apanhar a divisão aerospacial da LTV. A operação fracassa, o Congresso opõe-se à venda a um grupo estrangeiro. A Carlyle encontra outros associados, a Lorale Northrop, e deita a mão à LTV Aerospace, rapidamente rebaptizada Vought Aircraft, que participa na fabricação dos bombardeiros B1 e B2.

Nessa mesma altura, o fundo multiplica as aquisições estratégicas, tais como a Magnavox Electronic Systems, pioneira em matéria de imagens por radar, e a DGE que detém a tecnologia dos mapas em relevo electrónicos para mísseis de cruzeiro. Seguem-se três sociedades especializadas em descontaminação nuclear, química e bacteriológica (Magnetek, IT Group e EG & G Technical Services). Depois, por intermédio da BDM International, uma firma ligada à CIA, a Vinnell, que está entre as primeiras como fornecedora de contratados privados ao exército americano e seus aliados, isto é, de mercenários. Os da Vinnell enquadram as forças armadas sauditas e protegem o rei Fahd, tendo combatido na primeira guerra do Golfo ao lado das tropas sauditas. Em 1997, a Carlyle revende a BDM e a Vinnell, que era particularmente perigosa. O grupo já não precisa delas pois tornara-se o 11º fornecedor do Pentágono, quando se apoderou, nesse mesmo ano, da United Defense Industries.

A Carlyle sai obrigatoriamente da sombra com o 11 de setembro de 2001. Nesse dia, o grupo organiza no Ritz Carlton de Washington uma reunião com 500 dos seus mais importantes investidores. Frank Carlucci e James Baker III têm o papel de mestres de cerimónia. George Bush, pai, faz uma passagem-relâmpago por lá, ao princípio do dia. A apresentação é rapidamente interrompida, mas há um pormenor que não escapa a ninguém. Um dos convidados ostenta na sua identificação o nome de Ben Laden. Trata-se de Shafiq Ben Laden, um dos numerosos meio-irmãos de Oussama. Os meios de comunicação americanos descobrem a Carlyle. Um jornalista, Dan Briody, escreve um livro sobre a face oculta do grupo, The Iron Triangle , e interessa-se particularmente pelas relações estreitas entre o clã Bush e os dirigentes sauditas.

Algumas pessoas interrogam-se sobre a influência de George Bush, pai, na política externa americana. Em Janeiro de 2001, quando George Bush, filho, rompe as negociações com a Coreia do Norte relativamente aos mísseis, os coreanos do Sul, consternados, intervêm junto do pai. A Carlyle tem interesses importantes em Seul. Em Junho de 2001, Washington retoma as discussões com Pyongyang.

Outro exemplo, em Julho de 2001, segundo o New York Times : George Bush, pai, telefona ao prícipe saudita Abdallah que se mostrava descontente com as tomadas de posição do presidente quanto ao conflito israelo-palestiniano. George Bush, pai, assegura então ao príncipe que o filho “está a fazer coisas boas” e que “o coração dele está do bom lado”. Larry Klayman, director da Judicial Watch, uma organização resolutamente conservadora, pede ao “pai do presidente que se demita da Carlyle. O grupo tem conflitos de interesses que podem criar problemas à política externa americana”. Por fim, em Outubro de 2003, George Bush, pai, deixa a Carlyle. O pretexto oficial é o de que ronda os 80 anos.

Embora a Carlyle tenha posto fim a qualquer relação com a família Ben Laden, em Outubro de 2001, o mal já estava feito. O grupo torna-se com a Halliburton o alvo dos opositores à administração Bush. “A Carlyle substitui a Comissão Trilateral nas teorias da conspiração”, reconhecia David Rubenstein, em 2003, numa entrevista ao Washington Post . Pela primeira vez, o grupo nomeia um responsável para a comunicação e muda de patrão. Frank Carlucci torna-se presidente honorário e Lou Gerstner, dirigente respeitado que salvou a IBM, toma oficialmente as rédeas. A operação parece ser sobretudo cosmética. O sr. Gerstner não passa muito tempo no seu gabinete. Mas a Carlyle quer tornar-se respeitável.

O grupo cria um sítio na Internet. Abre certos fundos a investidores, contribuindo “somente” com 250 mil dólares (210 mil euros). Afirma ter reduzido a sua participação na United Defense Industries e que a Defesa e a Força Aérea não representam mais de 15% dos seus investimentos. Mas a Carlyle continua a fazer uso intensivo dos paraísos fiscais e é difícil conhecer o seu perímetro e o nome das sociedades que controla.

A Carlyle multiplica também os seus esforços na Europa. Em Setembro de 2000, passa a controlar o grupo sueco de armamento Bofors por meio da United Defense. Tenta em seguida, sem sucesso, deitar a mão à Thales Information Systems e, em princípios de 2003, às participações da France Telecom na Eutelsat, que tem um papel importante no sistema europeu de posicionamento por satélite, concorrente do GPS americano. De 1999 a 2002, gere uma participação no Le Figaro . Em Itália, abre caminho, apanhando a filial aeronáutica da Fiat, a Fiat Avio. Esta sociedade fornece a Arianespace e permite à Carlyle entrar no Conselho da nave espacial europeia. Outro golpe: em Dezembro de 2002, a Carlyle compra um terço da Qinetic, filial privada do Centro de Investigações e Desenvolvimento Militar britânico. A Qinetic ocupa uma posição única como conselheira do governo britânico.

“Anteciparmo-nos às tecnologias do futuro e às empresas que as desenvolvem é o nosso primeiro papel de investidor. Os fundos de pensões trazem-nos o dinheiro para isso. Não nos podem reprovar que tentemos assegurar posições estratégicas”, sublinha o sr. Ullmann.

  Jornalista de Le Monde. Artigo publicado na edição de 30/Abr/04. Tradução de MJS.
Retirado do site http://resistir.info

LAÇOS DE FAMÍLIA

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Por Frei Betto


Prescott Bush integrava, em 1918, a associação estudantil Skull & Bones (Crânio e Osso). Desafiado pelos colegas, invadiu um cemitério apache e roubou o escalpo do lendário cacique Jerônimo.

Deflagrada a Segunda Guerra Mundial, Prescott Bush, sócio de uma companhia de petróleo do Texas, recebeu punição do governo dos EUA por negociar combustível com a empresa nazista Luftwaffe. O tribunal admitiu que ele violara o Trading with Enemy Act.

Esperto, após a guerra, Prescott aproximou-se dos homens do poder, de modo a usufruir de imunidade e impunidade. Tornou-se íntimo dos irmãos Allen e John Foster Dulles. Este último comandava a CIA por ocasião do assassinato de John Kennedy, em 1963. Convenceu o velho Bush a fazer um gesto magnânimo e devolver aos apaches o escalpo de Jerônimo. Bush o atendeu, mas não tardou para os indígenas descobrirem que a relíquia restituída era falsa...

A amizade com Dulles garantiu ao filho mais velho de Prescott, George H. Bush, executivo da indústria petrolífera, o emprego de agente da CIA. George destacou- se a ponto de, em 1961, coordenar a invasão da Baía dos Porcos, em Cuba, para derrubar o regime implantado pela guerrilha de Sierra Maestra.

Fiel às suas raízes texanas, George batizou as embarcações que conduziram os mercenários até a ilha de Fidel de Zapata (nome de sua empresa petrolífera), Bárbara (sua mulher) e Houston. A invasão fracassou, 1.500 mercenários foram presos e, mais tarde, liberados em troca de US$ 10 milhões em alimentos e remédios para crianças. (Malgrado a derrota, George H. Bush tornou-se diretor da CIA em 1976).

Triste com o mau desempenho de seu primogênito como 007, Prescott Bush consolava-se com o êxito dele nos negócios de petróleo. E aplaudiu a amplitude de visão do filho quando George, em meados dos anos 60, tornou-se amigo de um empreiteiro árabe que viajava com freqüência ao Texas, introduzindo-se aos poucos na sociedade local: Muhammad Bin Laden. Em 1968, ao sobrevoar os poços de petróleo de Bush, Bin Laden morreu em acidente aéreo no Texas. Os laços de família, no entanto, estavam criados.

George Bush não pranteou a morte do amigo. Andava mais preocupado com as dificuldades escolares de seu filho George W. Bush, que só obtinha média C. A guerra do Vietnã acirrou-se e, para evitar que o filho fosse convocado, George tratou de alistá-lo na força aérea da Guarda Nacional. A bebida, entretanto, impediu que o neto de Prescott se tornasse um bom piloto.

Papai George incentivou-o, então, a fundar, em meados dos anos 70, sua própria empresa petrolífera, a Arbusto (bush, em inglês) Energy. Gracas aos contatos internacionais que o pai mantinha desde os tempos da CIA, George filho buscou os investimentos de Khaled Bin Mafouz e Salem Bin Laden, o mais velho dos 52 filhos gerados pelo falecido Muhammad. Mafouz era banqueiro da família real saudita e casara com uma das irmãs de Salem. Esses vínculos familiares permitiram que Mafouz se tornasse o presidente da Blessed Relief, a ONG árabe na qual trabalhava um dos irmãos de Salem, Osama Bin Laden.

A Arbusto pediu concordata e renasceu com o nome de Bush Exploration e, mais tarde, Spectrum 7. Tais mudanças foram suficientes para impedir que a bancarrota ameaçasse o jovem George W. Bush. Salem Bin Laden, fiel aos laços de família, veio em socorro do amigo, comprando US$ 600 mil em ações da Herken Energy, que assumiu o controle da Spectrum 7. E firmou um contrato de importação de petróleo no valor de US$ 120 mil anuais. As coisas melhoraram para o neto do velho Prescott, que logo embolsou US$ 1 milhão e obteve um contrato com o emirado de Bahrein, que deixou a Esso morrendo de inveja.

Em dezembro de 1979, George H. Bush viajou a Paris para um encontro entre republicanos e partidários moderados de Khomeini, no qual trataram da libertação dos 64 reféns estadunidenses seqüestrados, em novembro, na embaixada dos EUA, em Teerã. Buscava-se evitar que o presidente Jimmy Carter se valesse do episódio, a ponto de prejudicar as pretensões presidenciais de Ronald Reagan. Papai George fez o percurso até a capital francesa a bordo do jatinho de Salem Bin Laden, que lhe facilitava o contato com o mundo islâmico. (Em 1988, Salem faleceu, como o pai, num desastre de avião).

Naquele mesmo ano, os soviéticos invadiram o Afeganistão. Papai George, que coordenava operações da CIA, recorreu a Osama, um dos irmãos de Salem, que aceitou infiltrar-se no Afeganistão para, monitorado pela Agência de Inteligência, fortalecer a resistência afegã contra os invasores comunistas.

Os dados acima são do analista italiano Francesco Piccioni.
Mais detalhes no livro A fortunate son: George W. Bush and the making of na American President, de Steve Hatfield. Tão sintomática quanto a atual censura consentida à mídia nos EUA, é a omissão na imprensa da história de como a CIA criou o general Noriega, do Panamá; Saddam Hussein, do Iraque; e Osama Bin Laden, do circuito Arábia Saudita/Afeganistão.

Agora, o neto de Prescott Bush demonstra sua fidelidade à índole do avô: invade o Afeganistão para obter, ainda que a custo do sacrifício da população civil, o escalpe de Osama Bin Laden.



Osama Bin Laden é formado em administração e economia pela King Abdul Aziz University, da Arábia Saudita. Após a morte do pai em 1968, em desastre de avião sobre os campos de petróleo da família Bush, no Texas, Osama, então com 11 anos, ficou sob a tutela do príncipe Turki al-Faisal al-Saud, que dirigiu os serviços de inteligência saudita de 1977 a agosto deste ano.

Em 1979, a pedido de George Bush, o pai, então diretor da CIA, o tutor incumbiu Osama, já com 23 anos, de transferir-se para o Afeganistão e administrar os recursos financeiros destinados às operações secretas da agência contra a invasão soviética àquele país. Preocupado com a ofensiva de Moscou, o governo dos EUA havia liberado a mais alta soma que a CIA recebeu, em toda a sua história, para atuar em um só país: US$ 2 bilhões.

Em 1994, quando já se tornara o inimigo público número 1 dos EUA e perdera a nacionalidade saudita, Osama Bin Laden herdou cerca de US$300 milhões. Era o que lhe correspondia no Saudi Bin Laden Group (SBG), a holding mais importante da Arábia Saudita, que controla imobiliárias, construtoras, editoras e empresas de telecomunicações. Presidida por Bakr Bin Laden, irmão de Osama, o SBG criou, na Suíça, uma empresa de investimentos, a Sico (Saudi Investment Company).

O SBG tem participação na General Electric, na Nortel Networks e na Cadbury Schweppes. Suas finanças são administradas pelo Carlyle Group, dos EUA. Além de deter o monopólio da construção civil em Medina e Meca, lugares santos mulçumanos, o SBG ganhou a maioria das licitações para a construção de bases militares americanas na Arábia Saudita e a reconstrução do Kuwait depois da guerra do Golfo.

Os negócios da família Bin Laden são administrados também por um cunhado de Osama, o xeque Khaled Salim Ben Mafhuz, dono da 251a. fortuna do mundo, avaliada em US$1,9 bilhão, segundo a revista Forbes. Seu pai fundou o principal banco saudita, o National Comercial Bank, sócio da Sico em diversas empresas.

Khaled Ben Mafhuz, presidente da ONG saudita Blessed Relief, na qual Osama trabalhava, investiu, nos anos 70, na companhia de petróleo de George W. Bush, a Arbusto Energy. Possui uma mansão em Houston e, graças à sua amizade com a família Bush, comprou uma área do aeroporto local para uso pessoal. (Logo após os atentados, cerca de 150 Bin Laden residentes nos EUA foram reunidos naquele aeroporto, a pedido da coroa saudita, e levados, por segurança, para o país de origem).

Respeitado nos meios financeiros internacionais, Mafhuz esteve envolvido no maior escândalo bancário dos anos 90, a quebra do BCCI (Bank of Credit and Commerce Internacional). Através do BCCI, Mafhuz comprou 11,5% das ações da Harken Energy Co., empresa petrolífera dirigida por George W. Bush. Com a quebra do banco, a maioria dos clientes passou ao Carlyle Group, fundo de investimentos criado em 1987, quatro anos antes da falência do BCCI, e que hoje controla cerca de US$ 12 bilhões.

O Carlyle Group é presidido por Frank Carlucci, ex-diretor-adjunto da CIA e ex-secretário de Defesa dos EUA. Um de seus principais assessores é James Baker, ex-chefe de gabinete do presidente Reagan e ex-secretário de Estado do presidente Geoge Bush, o pai. É o Carlyle Group que administra a maior parte dos fundos do SBG, a holding dos Bin Laden, e entre seus consultores figuram George Bush pai e John Major, ex-primeiro-ministro da Inglaterra.

Quando o presidente George W. Bush, após 11 de setembro, enquadrou, como crime anexo ao terrorismo o "aproveitamento ilícito de informações privilegiadas", ele sabia do que estava falando. Tudo indica que, graças a essas informações, Osama Bin Laden montou a sua rede terrorista mundo afora, movimentando recursos através de paraísos fiscais. Informações que, em boa parte, podem ter vindo dos Bush, graças aos vínculos entre as duas famílias.

Talvez Freud pudesse explicar um detalhe das armas escolhidas pelos terroristas de 11 de setembro: aviões. O pai e o irmão mais velho de Osama Bin Laden morreram em acidentes aéreos, ambos nos EUA.

FEMA

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Zoosh, através de Robert Shapiro
18 de junho de 1996
Quero falar sobre o FEMA (Federal EmergencyManagement Agency - Departamento Federal de Administração de Emergências) agora, pois o que temos aqui é uma organização governamental legítima que foi grandemente usurpada. Essa organização recebia verbas consideráveis. Sei que, para muitas pessoas, parece ser uma organização de fachada, e entendo esse ponto de vista. Contudo, falemos primeiro do que há de bom no FEMA.
Essa organização foi montada, e atuou efetivamente, para ajudar todos os cidadãos nas emergências e crises. Se ela dispusesse das verbas que lhes foram destinadas, poderia Ter sido imensuravelmente útil. Mas (e não estou exagerando aqui) 90%, sem tirar nem pôr (certas pessoas poderiam dizer 87%, mas estou disposto a ir até 90%) de suas verbas foram desviados para ser empregados por um grupo de indivíduos intimamente ligado ao sinistro governo secreto. Quero fazer aqui uma distinção: o próprio FEMA não está associado ao sinistro governo secreto. Está, até certo ponto, sendo vitimizado pelo governo secreto porque milhões, para não dizer bilhões, de dólares que poderiam Ter sido um apoio para seus próprios objetivos dignos e um auxílio para as vítimas situações de emergência, incêndios, inundações, tornados e terremotos foram desviados. Para onde foi o dinheiro?
Uma grande parte desse departamento tem sido usada para construir instalações subterrâneas e fora do planeta (ou seja, na Lua), que criariam um mundo subterrâneo parecido com o que i próprio sinistro governo secreto criou. Temos aqui outra organização de indivíduos, um indistinto grupo pseudogovernamental, interagindo aqui sob ordens do SGS, uma organização praticamente clandestina dentro do próprio governo.
Esse grupo de indivíduos originou-se dos diversos serviços de inteligência. (Novamente, não se trata de ataque a esses serviços). Esses indivíduos se tornaram renegados, como diriam os serviços, formando grupos pouco coesos. Entretanto, foram gradualmente sendo organizados pelo sinistro governo secreto para que coordenassem esse roubo de várias verbas de diferentes departamentos (não apenas do FEMA) que poderiam ser utilizadas para construir o que eles consideravam uma cidade subterrânea.
Vocês poderiam perguntar, Por que fazer isso? Para que essas cidades subterrâneas? Para que equipá-las com sistemas de defesa e com seus próprios exércitos compostos de um grupo bem heterogêneo de indivíduos, uns deste país, outros daquele, todos falando idiomas diferentes? Por que fazer isso? Talvez vocês achem divertido (se é que que se pode considerar isso de alguma forma divertido) saber que muitos desses indivíduos envolvidos na construção dessas fortalezas subterrâneas (é o que são realmente) acreditam na idéia de absolutos.
Durante muitos anos, muitas entidades (não somente eu, como também outras) vêm prevendo coisas difíceis ("se você não fizer isto, vai acontecer isto") - não ameaças, mas dizendo a vocês para agirem juntos, pois vocês têm de mudar etc. nos últimos anos, as coisas melhoraram, mas os indivíduos que construíram essas fortalezas acreditaram em absolutos, que a superfície da Terra desintegraria, tornando-se inabitável. "Zoosh", vocês pode-riam dizer, "essas pessoas simplesmente lêem canalizações e acreditam nelas piamente?" não, contudo elas as tomam como fundamento, e uma vez acreditaram em algo que foi supostamente canalizado, mas não foi canalizado; na realidade era uma fraude.
A parte central da crença delas se origina não de alguma ordem (grupo) do passado ou mesmo de qualquer série de documentários do passado, e sim de um livro que é chamado de Livro Amarelo. Esse livro foi mencionado ocasionalmente em várias literaturas ex-traterrestres e mesmo em outras literaturas; trata-se de um livro que foi recuperado de um extraterrestre. O livro conta a história passada e as circunstâncias atuais da Terra (que, nes-se caso, seria por volta dos anos de 1950), então aborda o futuro da Terra - supondo-se que a humanidade segui-se aquele curso. Agora, esse livro foi realmente recuperado - ou podemos dizer, delicadamente, roubado, de uma nave de Zeta Reticuli. Os seres daquela nave tinham esse livro numa forma que poderia ser lida, pois era o tempo em que estavam sendo feitos os primeiros contatos entre seres de Zeta e cidadãos norte-americanos que, naquela época, encontravam-se em grande parte em bases militares, pois eram os que estavam mais interessados.
Vocês poderiam perguntar, por que esse livro chegou a existir? Bem, porque os seres Zeta estavam se aproximando do pessoal dessas bases e dizendo: "Olhem, eis sua história passada neste livro (amarelo) (não quero chamar de Livro Amarelo, mas tem sido chamado assim). Os Zetas diziam: "Aqui está sua história, contando o passado, presente e futuro. Se continuarem a seguir este curso, todas as coisas que estão neste livro acontecerão." Eles deram a eles esse livro e, como vocês continuaram a seguir um caminho parecido, muitas das coisas do livro realmente aconteceram.
Mas eles também deram a eles outro livro, e vocês não ouvem falar dele. Esse outro livro dizia: "Eis a história que acreditamos que vocês prefeririam Ter". Retratava um passado mais benevolente, concentrando-se nas coisas benevolentes realizadas no passado (a não-criação de guerras, fome, pestilência, doenças, etc.) o presente benevolente (a não criação de tudo o que existe no presente, inclusive a não-criação da Guerra da Coréia) e o futuro benevolente (a não-criação de todas as guerras que vocês experienciaram desde a década de 1950). Tratava-se de um futuro benevolente no qual todas as raças da Terra se unem e desfrutam a emoção de aprender novas coisas e partilhar informações, em vez de duplicar a mesma pesquisa, e sair e realizar viagens especiais a partir da década de 1970 de forma viável, como vocês esperam fazer agora. Eles disseram: "Não prefeririam Ter aquilo?" As autoridades militares, todos que leram o livro, disseram: "Adoraríamos Ter aquilo". Mas o livro com sua verdadeira história passada acabou sendo aquele no qual as pessoas tendiam a acreditar, pois quando se faz uma previsão ("se fizer isto, então acontecerá isto") e essas coisas começam a acontecer, as pessoas prestam atenção.
Então, esse é o absoluto sobre o qual esses indivíduos do sinistro governo secreto e seus bajuladores deste grupo renegado de ex-oficiais da inteligência acabaram por acreditar (eles acreditaram nessa coisa!). Mas, nos últimos anos, aconteceram muitas mudanças espirituais, e continuam a acontecer mesmo agora. E aquele livro secundário que retratava um passado e um futuro benevolentes está sendo criado neste momento, enquanto conversamos, pois há esperança de que vocês façam mais.
Por exemplo, eu disse há algum tempo que vocês receberiam cada vez mais de sua energia do coração porque se confia em vocês para resolver os conflitos aparentemente insolúveis entre as pessoas, que podem apenas ser resolvidos por meio de interações com o coração. Portanto, todas essas coisas estão modificando o que havia no Livro Amarelo (quando os livros foram entregues às pessoas, não tinham cor; foram chamados de amarelos em razão das capas).
Esse grupo renegado tentou torna-se influente nos últimos anos. Tentaram fazer algo inescrupuloso, embora quase compreensível de uma maneira muito juvenil: quando os dramas previstos para acontecer no Livro Amarelo não aconteceram, às vezes eles realmente saiam para incitar sua ocorrência. Eles faziam algo que é, basicamente, o que posso apenas descrever como criar encrencas. Vocês poderiam perguntar: "Mas por quê?" Por uma razão muito boba (mas infelizmente, no passado, uma razão comum): os que estavam usando o livro queriam conservar seu poder e sua influência em seu próprio pequeno círculo. Não ligavam para poder e influência sobre o restante do povo, pois estavam tentando criar algo que, segundo pensaram, iria durar mais do que a civilização da superfície.
Sua crença era que Armagedom iria acontecer e, enquanto estivesse acontecendo, eles se esconderiam em suas fortalezas subterrâneas e lá morariam durante cinco ou dez anos e, caso houvesse explosões atômicas na superfície, ficariam por lá por cerca de mais de 25 anos. E nesse período de tempo aprimorariam sua capacidade de tolerância a baixo níveis de radiação. Então ele usariam certos dispositivos de clima que haviam obtido e fariam chover na superfície da Terra durante dez ou quinze anos (permaneceriam esse tempo todo nas bases subterrâneas - acreditavam que podiam fazê-lo) e, depois de mais ou menos quarenta anos, viriam para a superfície e assumiriam. É difícil acreditar que essa trama (que parece coisa de ficção científica) poderia realmente estar nas mentes das pessoas, mas de qualquer forma, muita gente dedicou a vida a esse horror objeto.
Então, quero que vocês entendam que quando ouvirem dizer coisas sobre o FEMA, saibam que existe FEMA e existe fema. Então, digamos que existe o FEMA, grupo governamental, e existe o fema, os renegados e o grupo do sinistro governo secreto que conseguiu, por meio de feitos criminosos, desviar a maior parte das verbas do FEMA. Então, por favor, não fiquem bravos com os funcionários do governo nem pensem que eles estão de alguma forma envolvidos em alguma trama para controlar os Estados Unidos, transformando-o em um país federalista. Agora, vocês poderiam se perguntar por que emprego a palavra "federal". É interessante que o conceito da palavra federal se baseie em "um"- um único governo, um só corpo planetário.
Já lhes disse que o governo inicial da Terra será à moda das sociedade anônimas. Isso está acontecendo agora enquanto conversamos, e aqueles entre vocês que duvidam disso, vão ate o banco da esquina, que foi comprado por alguma dessas empresas, algum aglomerado internacional. Quantos de vocês aí sabem (tenho certeza de que todos sabem) que os bancos estão se fundindo? Controle o dinheiro e você terá muita influência. Não estou dizendo que se trata necessariamente de algo ruim, o que estou dizendo é que o modelo das sociedades anônimas para o governo mundial está se tornando realidade neste exato momento enquanto conversamos. E há os que acreditam que a próxima evolução depois desse modelo será as Repúblicas Federadas da Terra. Agora, as Repúblicas Federadas da Terra seriam todas as comandadas a partir de um governo central localizado possivelmente em Haia ou em algum país considerado em geral território neutro. No entanto, o governo será manipulado nos bastidores. Haverá conversações como se eles fossem muito democráticos, mas a idéia é manipular e controlar a massa da população.
Estou aqui para lhes contar que as Repúblicas Federadas da Terra não vão acontecer. Primeiro será o modelo de sociedade anônima, e a seguir virá uma forma mais benigna de governo mundial, como eu sempre disse. Não vou falar sobre isso com detalhes porque quero que o modelo se desenvolva, mas direi que a idéia se originará de diferentes profissões que formam não exatamente clubes, e sim "juramentos" entre os que cumprem um propósito maior, que escolhem servir o Criador (Criador, nesse sentido, significa amor, amor incondicional) e os seres humanos irmãos. Esse tipo de juramento entre profissionais vai se tornar comum. Em grande parte , virá como resultado de uma reação aos acontecimentos circundantes. Em algum ponto muitas, se não todas, profissões terão esses grupos individuais que possuem um objetivo e uma ordem superiores.
Então, no futuro, vocês terão uma filosofia originária desses acontecimentos e essa filosofia escolherá servir o propósito mais elevado para o amor incondicional do Criador por meio de todos os seres humanos. Ora, isso não vai acontecer amanhã, mas há aqueles entre vocês que hoje correm de lá para cá em corpos físicos e que estarão aqui para essa mudança. Apenas quero que vocês saibam isso e que o FEMA não é o bandido, e sim que é verdade que o fema provavelmente não é amigo de vocês.

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